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Enquanto aguardam a decisão da OMS sobre o risco de uma emergência global por conta do coronavírus, investidores ficam de olho na agenda de indicadore s

O dia caminha para ser mais um pautado pelas notícias envolvendo o coronavírus e seu avanço pelo mundo. Mas, a agenda recheada de indicadores econômicos, principalmente no exterior, divide a atenção dos investidores.
Primeiramente, a convocação de uma reunião de emergência pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para decidir se declara emergência global fica no radar.
No Brasil, temos a divulgação do IGP-M de janeiro (8h). O ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara Rodrigo Maia participam de evento do Centro de Ldierança pública, em São Paulo.
Nos Estados Unidos, é dia da leitura preliminar do PIB do 4º trimestre e o número de pedidos semanais de auxílio-desemprego. A agenda de divulgação de balanços corporativos também estará movimentada no país.
Antes de iniciar oficialmente o processo do Brexit, o BC inglês divulga a sua decisão de política monetária.
Ontem, o Federal Reserve confirmou que irá manter o juro na faixa entre 1,5% e 1,75%. Segundo Jerome Powell, presidente do Fed, a política monetária do país dependerá da volta da inflação à meta ofical de 2%.
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O Ibovespa repercutiu pouco a decisão do BC americano e caiu 0,94%, aos 115.384,84.
A ameaça do coronavírus também foi endereçada pela instituição e o tom cauteloso não agradou os mercados. Powell disse acreditar que haverá implicações, mas disse ser cedo para determinar o tamanho do estrago a ser causado na economia pela doença.
Conforme a epidemia do coronavírus avança, os mercados continuam refletindo cautela com o cenário. A doença já ocasionou mais de 170 mortes na China e 7.711 pessoas foram infectadas.
Na Ásia, as bolsas registraram perdas significativas. Vale lembrar que o mercado acionário chinês segue fechado e só volta a funcionar na segunda-feira (03).
Sinalizando o que parece ser mais um dia complicado para os mercados globais, os índices futuros das bolsas de Nova York amanhecem em queda.
Na Europa, as bolsas caem na abertura e aguardam a decisão do Banco Central inglês sobre a taxa de juros.
Lá fora, hoje é dia de conhecer os resultados de Coca-Cola, Verizon, Amazon e Visa.
Ontem foi dia do Santander Brasil divulgar os seus resultados do quarto trimestre de 2019.
O banco reportou um lucro gerencial de R$ 3,726 bilhões, uma alta de 9,43% na base anual. No acumulado do ano o ganho foi de R$ 14,55 bilhões. Um avanço de 17,4% em relação a 2019.
Depois de subir 3,01% no começo do dia, as ações SANB11 fecharam em queda de 1,86%.
A Petrobras pediu desligamento do Programa Destaque em Governança de Estatais da B3, do qual fazia parte desde 2017.
A petroleira também informou que a indicação de Maria Claudia Guimarães foi aprovada para o conselho.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) contestou a Petrobras sobre a ilegalidade da greve marcada para o próximo sábado. A FUP reafirmou os seus argumentos de que a petroleira descumpriu a cláusula 26 do acordo coletivo de trabalho (ACT). A greve continua marcada para ter início no próximo sábado.
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA
CLIMA BAIXO ASTRAL
FIM DA SECA DE IPOS