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Previsões do FMI para a economia mundial caíram como uma bomba nos mercados, minando o bom humor. No Brasil, os investidores seguem monitorando o cenário político
O número de casos do covid-19 se aproxima da marca dos 2 milhões e, com isso, os investidores no exterior renovam o sentimento de cautela, apagando o otimismo dos últimos dias.
A divulgação de previsões pessimistas para a economia global feitas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) ajudam a ampliar os temores com a reabertura da economia.
Se ontem os mercados comemoravam a aparente retomada das atividades de alguns países, como Itália e Espanha, hoje os investidores refletem sobre ps números do FMI, que calcula que a crise será pior que a Grande Depressão e que a economia global deve se retrair 3%. Em janeiro, a projeção era de crescimento de 3,3%.
A instituição também reviu a previsão para o PIB brasileiro, que passou de alta de 2,2% para queda de 5,3%.
Na Ásia, as bolsas fecharam em queda generalizada, tendência que foi seguida também na Europa, onde os negócios ficam no campo negativo no começo da manhã.
Além do pessimismo imposto pelo FMI, outros fatores influenciam a retomada da cautela no exterior.
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O petróleo deve ter mais um dia difícil pela frente e a situação também impacta as bolsas globais de forma negativa.
Depois das perdas registradas ontem, a commodity volta a aparecer no campo negativo. Dessa vez, a razão é a previsão da Agência Internacional de Energia (AIE), que acredita em uma queda de 9,3 milhões de barris por dia na demanda global.
Por volta das 7h25, o petróleo WTI para maio recuava 3,18%, a US$ 19,48 o barril. Já o Brent para junho recuava 4,26%, a US$ 28,31 o barril.
Nos Estados Unidos, Donald Trump anunciou um pacote de resgate para as companhias aéreas americanas e que o plano de reabertura econômica do país já está quease pronto.
Mas é a agenda do dia que deve movimentar os negócios, com os investidores entrando em compasso de espera por uma série de indicadores que devem mostrar o impacto do coronavírus na economia americana, como o índice Empire State, as vendas no varejo, produção industrial e o Livro Bege do Federal Reserve.
A temporada de balanços, que começou esta semana, também tem mais um dia cheio, co a divulgação dos números de mais bancos americanos - incluindo Goldman Sachs e Citigroup.
Nesta manhã, os índices futuros de Nova York operam no vermelho, com perdas superiores a 1%.
O pacote de auxílio aos Estados e municípios, aprovado pela Câmara na segunda-feira e conhecido como 'bomba-fiscal' acabou não pesando nos mercados como era esperado. O Ibovespa seguiu a tendência positiva do exterior e fechou o dia com alta de 1,37%, aos 79.918,36 pontos, alcançando a maior pontuação em um mês.
Segundo uma nota técnica divulgada pelo ministério da Economia, o socorro aos Estados pode causar um impacto de no mínimo R$ 105 bilhões às contas públicas.
O mercado segue monitorando a situação em Brasília. O Senado deciciu segurar o projeto de ajuda até que outras duas pautas fossem votadas pela Câmara: a ampliação do auxílio emergencial e uma nova linhad e crédito para micro e pequenas empresas. A equipe econômica tenta alinhar com os senadores uma mudança no projeto de socorro, que originalmente não cobra nenhuma contrapartida dos Estados.
Durante a madrugada, os deputados concluiram a votação da Medida Provisória do Emprego Verde e Amarelo. A decisão segue para o Senado.
Expectativas agora para a votação da PEC do Orçamento de Guerra, que acontece hoje no Senado.
Ainda no campo das tensões políticas, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já avisou que espera ser demitido ainda nesta semana.
O país já registrou 1.532 mortes e 25,2 mil pessoas infectadas pelo coronavírus.
Além dos indicadores americanos, destaque também para a reunião virtual dos ministros de Finanças do G20.
No Brasil, IGP-10 é divulgado às 8 horas.
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