O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em carta, gestora diz que acredita que economia americana é a mais apta a se recuperar da crise com rapidez; ouro é alternativa em meio a deterioração fiscal e monetária das moedas
Em carta aos cotistas divulgada ontem (2), a gestora de multimercados Legacy disse estar apostando na queda de juros no Brasil e no México no curto prazo, além de estar comprada em ouro e, "de forma paciente e cuidadosa", estar aumentando progressivamente a posição comprada em ações americanas.
"Por suas características de adaptabilidade, robustez e dinâmica, enxergamos a economia dos EUA como sendo a mais apta a recuperar-se com rapidez após este episódio", justifica a gestora.
A Legacy projeta que o PIB brasileiro deve cair 4% em 2020, e que a inflação deve chegar a 1% no fim do ano, havendo ainda espaço para novos cortes de juros por parte do Banco Central.
"Existe ainda muita incerteza com respeito à duração do choque e, especialmente, quanto à velocidade de recuperação que veremos à frente."
- carta mensal de março da gestora Legacy.
Com isso, a casa projeta que, diante da recessão prevista, os juros reais cairão ainda mais no mundo, e que mesmo países emergentes derrubarão suas taxas nominais para perto de zero, além de adotarem a prática de comprar ativos dos bancos centrais dos países desenvolvidos (o que nada mais é do que jogar mais dinheiro na economia).
Como consequência, o endividamento público dos países subirá muito, e no Brasil a situação ficará particularmente preocupante, com a dívida pública subindo de 76% para 90% do PIB.
Leia Também
Assim, embora a gestora elogie as medidas anunciadas pelo governo brasileiro para combate à crise, ela também frisa a importância de o Congresso deixar claro que os estímulos são temporários, e que sinalize que retomará a agenda de reformas assim que possível.
Além disso, a gestora diz que a crise é, no curto prazo, desinflacionária e até mesmo deflacionária (ou seja, pode reduzir a inflação ou até mesmo ocasionar a queda de preços).
Porém os efeitos sobre a inflação no médio prazo tornam-se incertos se consideradas as consequências da crise sobre certas cadeias de produção (como a do petróleo), alguns setores que estão sofrendo mais e até se levarmos em conta a eventual falência de empresas.
A deterioração fiscal e monetária para todas as moedas do mundo neste cenário justifica, portanto, a opção da Legacy pela posição em ouro.
O fundo Legacy Capital B FIC FIM teve queda de 3,97% em março, devido à desvalorização generalizada dos ativos no mês. Os maiores impactos ocorreram nas posições do fundo em renda fixa no Brasil e nos EUA, bem como na carteira de ações brasileira. Ganhos com moedas e derivativos de proteção seguraram um pouco as perdas da carteira.
Em 2020, o fundo recua 4,76%. Desde o início, em julho de 2018, o fundo rendeu 16,13%, ou 155% do CDI.
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias