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O dólar à vista fechou em queda firme e foi às mínimas em uma semana, enquanto o Ibovespa fechou em alta de mais de 1%. Sinais vindos do Fed e dados econômicos mais firmes no mundo deram sustentação aos mercados
O tão agitado primeiro semestre de 2020 ficou para trás — e, ao menos nesta primeira sessão de julho, o tom foi de alívio no dólar à vista e no Ibovespa. Ambos aproveitaram o ambiente mais tranquilo visto no exterior, nos sinais do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e nos dados econômicos mais firmes no mundo para começar a segunda metade do ano com o pé direito.
No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 2,24%, a R$ 5,3181, a menor cotação em mais de uma semana. Lá fora, a sessão foi marcada por uma desvalorização firme da moeda americana em relação às demais divisas de países emergentes.
E, na bolsa, também tivemos um movimento de recuperação dos ativos domésticos: o Ibovespa passou o dia no campo positivo e fechou em alta de 1,21%, aos 96.203,20 pontos — um desempenho superior ao visto nos EUA, onde o S&P 500 (+0,50%) e o Nasdaq (+0,95%) tiveram ganhos menos intensos.
Essa onda de alívio não se deve a alguma notícia inesperadamente positiva no front doméstico ou a alguma novidade importante no exterior. Tivemos, na verdade, uma soma de pequenos pontos positivos para os mercados — e, em conjunto, esses vetores permitiram essa recuperação dos mercados.
Em primeiro lugar, como sempre, apareceu o Fed e sua predisposição a injetar dinheiro na economia : foi divulgada nesta tarde a ata da última reunião do BC americano — e o documento novamente ressaltou que a instituição irá usar "todas as ferramentas" para dar suporte à atividade no país.
E, por 'todas as ferramentas', leia-se: pacotes de estímulo, compra de títulos de dívida corporativa e outros mecanismos que, na prática, aumentam a quantidade de recursos à disposição dos investidores — e que, consequentemente, aumentam o apetite ao risco, já que mais dinheiro em circulação costuma encorajar os agentes financeiros.
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No lado dos indicadores econômicos, também tivemos notícias positivas: dados de atividade industrial na China, na zona do euro, nos EUA e no Brasil mostraram uma tendência de aquecimento na virada de maio para junho — por aqui, o PMI foi de 38,3 para 51,6 pontos, voltando ao território expansionista.
E, por fim, notícias quanto aos avanços em estudos da Pfizer para o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 podem amenizar, ao menos por hoje, a tensão relacionada ao avanço da doença no mundo nos últimos dias.
É claro que o pano de fundo do coronavírus continua trazendo preocupação, especialmente quando considerados os números crescentes de novos casos da doença nos EUA. No entanto, por mais que uma eventual segunda onda da Covid-19 seja temida, as notícias positivas se sobrepuseram à hesitação — e, assim, os mercados locais respiraram aliviados.
No mercado de juros futuros, o tom foi de baixa em toda a extensão da curva, num movimento que acompanhou a tendência do dólar à vista. Essas correções, no entanto, foram de magnitude relativamente pequena, sem implicar em grandes mudanças de visão a respeito da trajetória da Selic no curto e no médio prazo:
Veja abaixo as cinco maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| CYRE3 | Cyrela ON | 24,57 | +7,53% |
| CSAN3 | Cosan ON | 74,94 | +5,67% |
| ECOR3 | Ecorodovias ON | 13,70 | +5,63% |
| COGN3 | Cogna ON | 6,97 | +5,45% |
| CIEL3 | Cielo ON | 4,87 | +5,41% |
Veja também as cinco maiores quedas do índice:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| IRBR3 | IRB ON | 10,21 | -7,18% |
| BRFS3 | BRF ON | 20,50 | -3,57% |
| GGBR4 | Gerdau PN | 15,48 | -3,31% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | 7,07 | -3,28% |
| BRAP4 | Bradespar PN | 35,44 | -2,93% |
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
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