O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A xerife do mercado de capitais também decidiu permitir que os pequenos investidores possam comprar os BDRs disponíveis para negociação na B3
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) promoveu uma pequena revolução nas regras dos chamados BDRs, como são conhecidos os certificados de ações de empresas listadas em bolsas estrangeiras negociados no mercado brasileiro.
A xerife do mercado de capitais decidiu permitir que os pequenos investidores possam comprar e vender todos os BDRs disponíveis para negociação na B3, dependendo do mercado de origem em que estejam listados.
Existem 557 BDRs na bolsa brasileira, incluindo as gigantes de tecnologia como Apple, Amazon, Facebook, Microsoft e Alphabet (a dona do Google), que são listadas em bolsas como a Nyse e a Nasdaq.
Mas pelas regras atuais, apenas os investidores qualificados – que possuem pelo menos R$ 1 milhão – podem negociar os chamados BDRs "não patrocinados".
Além de dar acesso aos pequenos investidores, a CVM decidiu permitir a listagem de BDRs de ações de empresas brasileiras listadas no exterior. Com essa possibilidade, companhias que fizeram ofertas iniciais de ações (IPO) nas bolsas de Nova York e Nasdaq, como a XP Investimentos, poderão ser negociadas na B3 por meio de BDRs.
A condição para que empresas brasileiras façam ofertas de BDRs no mercado brasileiro é que a maioria dos recursos seja feita no exterior, segundo Antonio Berwanger, superintendente de desenvolvimento de mercado da CVM.
Leia Também
Na regra original da autarquia que regula o mercado de capitais, empresas brasileiras podiam emitir BDRs. Mas a norma acabou sendo usada por companhias que se listavam em bolsas estrangeiras apenas para escapar da regulação brasileira. O caso mais notório é o da Laep, empresa que detinha os direitos da marca Parmalat no país.
A permissão tanto para a listagem como do investimento de pessoas físicas em BDRs ocorrerá apenas para as ações de países de "mercados reconhecidos".
A definição de quais serão os mercados reconhecidos virá da B3, que precisará promover uma mudança no regulamento e depois passar pelo aval da CVM, afirmou Berwanger.
A nova norma da CVM vai além e também vai possibilitar a criação de BDRs com lastro em títulos de dívida emitidos no exterior, inclusive de companhias abertas brasileiras, e em cotas de fundos de índice (ETF, na sigla em inglês).
As regras entram em vigor no dia 1º de setembro.
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais