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QUERIDINHAS DO SETOR

Juros, dívidas e bets pressionam as varejistas no 1T26, mas JP Morgan dá o veredito de 3 ações favoritas

Apesar da pressão sobre o setor do varejo, analistas acreditam que as ações de três empresas podem entregar valorização de até 81%

Gráfico de ações e sacolas de compras para representar empresas do varejo
Ações do varejo - Imagem: FabrikaCr/Iuliia Pilipeichenko/iStock - Montagem: Giovanna Figueredo

Com a temporada de balanços a todo o vapor, a maioria das empresas do setor do varejo já divulgou seus números do 1º trimestre de 2026. Na visão dos analistas do JP Morgan, alguns fatores pressionaram as companhias varejistas no geral, como o endividamento das famílias brasileiras e a taxa Selic, que permanece em níveis elevados de 14,5% ao ano.

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O banco destacou que grande parte das empresas mencionou nos balanços:

  • O ambiente macroeconômico mais fraco; e
  • O consumo pressionado devido ao combo de endividamento, juros e crescimento acelerado das plataformas de apostas esportivas, as famosas bets.

Outras questões apontadas foram a deflação nos preços de commodities alimentícias, "que pressionou o tíquete médio do atacarejo" e o desempenho das companhias nas regiões Norte e Nordeste, "abaixo da média nacional", diz o banco.

Os analistas também destacaram que o programa Desenrola Brasil — programa focado na renegociação de dívidas dos brasileiros e que teve uma nova versão lançada em 1º de maio — foi citado por três companhias como um fator potencialmente positivo, mas insuficiente para mitigar os efeitos do cenário macroeconômico.

Vale a pena investir nestas três ações

O JP Morgan defende que as ações preferidas no varejo são aquelas de empresas com forte crescimento de lucro por ação, como RD Saúde (RADL3) e Smart Fit (SMFT3).

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Desde o início de 2026, as ações da RD Saúde registram queda acumulada de 17,3%. O preço-alvo do banco para o papel da varejista de farmácias é R$ 28. Em relação ao último fechamento (15), o potencial lucrativo chega a 42,9%.

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Já a Smart Fit tem desvalorização de 18,5% desde o começo do ano. Cotada a R$ 18,71, o JP Morgan calcula um preço alvo de R$ 31, o que pode representar uma alta de até 65,6%.

Além disso, o banco segue com visão favorável para a C&A (CEAB3) e defende que a empresa apresenta "tendências operacionais sólidas". O preço-alvo para o papel é de R$ 20, potencial de alta de 81,9%

Destaques do 1º trimestre

Em relação às varejistas de vestuário, o JP Morgan destaca que, no 1T26, as vendas mesmas lojas (SSS) e a margem bruta das divisões de varejo da C&A e da Riachuelo (RIAA3) surpreenderam positivamente.

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Já a Lojas Renner (LREN3) ficou levemente abaixo das expectativas e dos pares, mas com rentabilidade melhor, de acordo com os analistas.

“Para o segundo trimestre deste ano, as companhias mostraram uma cautela otimista, mas alertaram que é mais apropriado analisar o desempenho agregado dos segundo e terceiro trimestre, especialmente por conta da base de comparação forte do 2T25 (inverno muito robusto)”, diz o banco.

No caso da Azzas 2154 (AZZA3), os resultados devem continuar fracos devido ao processo de turnaround da Hering.

A retirada do imposto sobre compras internacionais, a chamada “taxa das blusinhas”, foi repetidamente citada como um risco relevante para o setor.

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Do lado das redes de farmácia, as varejistas comentaram que o fornecimento de Mounjaro, a caneta emagrecedora, ainda é irregular, mas deve melhorar a partir do 2T26.

Além disso, tanto RD Saúde quanto Pague Menos (PGMN3) apontaram para um mercado paralelo massivo, que poderia ser cerca de três a quatro vezes maior que o mercado oficial de Mounjaro no Brasil.

“A chegada de genéricos e similares da semaglutida (esperada para o fim de 2026 ou 2027) é vista como um ponto de inflexão importante, que pode formalizar o mercado consumidor e expandir estruturalmente o mercado endereçável”, dizem os analistas.

*Com informações de Money Times

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