O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A cautela toma conta do Ibovespa e do dólar após a Apple afirmar que não vai bater suas projeções no trimestre, em meio ao surto de coronavírus na China
Os tão temidos impactos do coronavírus à economia mundial começaram a ser sentidos de maneira mais palpável, e esse choque de realidade implica num aumento da aversão ao risco nos mercados globais. Como resultado, o dólar à vista passou o dia em alta e atingiu um novo recorde nominal de fechamento — o Ibovespa opera em baixa.
O centro das preocupações é a Apple: a gigante do setor de telecomunicações informou que não conseguirá cumprir suas projeções para o trimestre por causa do surto da doença. Em meio ao fechamento de fábricas na China e a queda na demanda por iPhones no país asiático, a empresa já jogou a toalha para os três primeiros meses de 2020.
A sinalização da empresa desencadeou uma onda de pessimismo nos mercados globais. No câmbio, essa postura se refletiu num movimento generalizado de valorização do dólar em relação às divisas de países emergentes, como o rublo russo e o peso chileno, entre outras.
Assim, o mercado doméstico de moedas andou em linha com seus pares externos. Como resultado, o dólar à vista fechou em alta de 0,65%, a R$ 4,3574 — superando a antiga máxima nominal de encerramento, de R$ 4,3510, anotada no último dia 12.
Nas bolsas, o dia foi marcado por perdas nas principais praças da Ásia e da Europa; nos EUA, o Dow Jones (-0,50%) e o S&P 500 (-0,16%) operam em baixa. Nesse cenário, o Ibovespa recuava 0,58% por volta de 17h10, aos 114.640,57 pontos — na mínima do dia, chegou a cair 1,54%, aos 113.532,04 pontos.
Por aqui, a temporada de resultados trimestrais continua mexendo com os papéis do Ibovespa. Em destaque nesta manhã, estão Multiplan ON (MULT3), em alta de 2,08%, e Itaúsa PN (ITSA4), com ganho de 0,46% — confira o resumo dos números das duas empresas nesta matéria.
Leia Também
Fora do índice, atenção para Guararapes ON (GUAR3), recuando 0,34%. A dona da Riachuelo teve um lucro 56,5% menor no quarto trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 440,6 milhões.
Apesar da pressão vista no dólar à vista, as curvas de juros não se afastam muito da estabilidade, exibindo apenas um ligeiro viés positivo. O mercado mostra-se cada vez mais convencido de que um novo corte na Selic será necessário para fornecer estímulo extra à economia brasileira, o que freia a alta nos DIs
Veja abaixo como estão as principais curvas no momento:
O dólar à vista chegou a tocar o nível de R$ 4,38 durante a sessão da última quinta-feira (13), marcando um novo recorde nominal em termos intradiários — e fazendo o Banco Central (BC) atuar, convocando leilões extraordinários de swap para aliviar a tensão.
A medida da autoridade monetária deu certo: o dólar fechou em queda na quinta e na sexta (14), voltando ao patamar de R$ 4,30. Só que, nesta semana, a escalada da moeda rumo às máximas voltou com tudo.
Com um novo recorde sendo atingido nesta terça-feira, os investidores já começam a se questionar se o Banco Central voltará a promover operações para diminuir a pressão no câmbio. Ao menos por enquanto, o BC ainda não se movimentou, sem anunciar qualquer atuação extraordinária para a sessão de amanhã.
Veja abaixo os cinco papéis de melhor desempenho do Ibovespa no momento:
Confira também as maiores baixas do índice:
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante