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Felipe Saturnino

Felipe Saturnino

Graduado em Jornalismo pela USP, passou pelas redações de Bloomberg e Estadão.

fechamento dos mercados

Pfizer pesa e limita alta do Ibovespa, após cortar meta de vacinas à metade em 2020

Farmacêutica enfrenta problemas na cadeia de suprimentos e reduz envio de imunizantes contra a covid-19 para 50 milhões, diz Wall Street Journal. Com fechamento anterior à notícia, dólar à vista cai 2% e juros longos despencam

Felipe Saturnino
Felipe Saturnino
3 de dezembro de 2020
19:05 - atualizado às 18:54
Imagem ilustrativa de vacina da Pfizer contra o coronavírus
Imagem ilustrativa de vacina da Pfizer contra o coronavírus. - Imagem: Shutterstock

A maior parte da sessão desta quinta-feira (03) demonstrou a extensão do mesmo otimismo visto em novembro, com fortes movimentos de alta do Ibovespa e apreciação do real frente ao dólar.

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Mas, no fim do dia, um percalço relativo ao coronavírus, risco significativamente mitigado nos últimos dias, fez o índice aparar os seus ganhos vigorosos, afligindo os investidores sobre a questão da distribuição de vacinas e fazendo-os ponderarem o ímpeto comprador.

A Pfizer, farmacêutica americana, agora espera lançar apenas metade dos imunizantes originalmente previstos para este ano em função de problemas na cadeia de suprimentos, mas ainda planeja liberar mais de um bilhão de doses em 2021. As informações são do Wall Street Journal.

“Ampliar a cadeia de suprimentos de matéria-prima levou mais do que o esperado”, disse uma porta-voz da empresa ao jornal. “E é importante destacar que o resultado do ensaio clínico foi um pouco posterior à previsão inicial.” Inicialmente, a empresa planejava a liberação de 100 milhões de doses globalmente, mas, agora, serão liberadas 50 milhões.

Ontem, a Pfizer, que desenvolveu sua vacina experimental com a alemã BioNTech, foi a protagonista de um movimento de busca pelo risco nos mercados financeiros globais, depois que o governo do Reino Unido aprovou o uso emergencial do imunizante e estipulou o início da vacinação para a semana de 14 de dezembro.

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O S&P 500, índice de ações das maiores empresas dos Estados Unidos, virou para queda após a notícia e fechou em baixa de 0,06%.

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Por aqui, a decisão do Tribunal de Contas da União de liberar gastos do orçamento deste ano para 2021, e que poderá ser usada pelo Congresso para mudar a Lei de Diretrizes Orçamentárias e transferir gastos do ano que vem para 2022, também pesou no sentimento do principal índice acionário da B3.

Quando da divulgação de ambas as notícias, dólar à vista e juros futuros já haviam, então, encerrado as suas sessões.

O Ibovespa, que chegou a romper os 113 mil pontos durante o dia, voltando a alcançar patamares vistos apenas em fevereiro, desacelerou fortemente e fechou em leve alta de 0,4%, cotado aos 112.290 pontos — tendo caído de região próxima aos 113 mil a partir das 17h35 em reação à notícia sobre o limite dos envios de vacinas da Pfizer neste ano.

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Na máxima, o índice disparou 1,3%, para 113.377,33 pontos — sem nunca ter ficado no terreno negativo durante a sessão. Os investidores, deste modo, ignoraram sumariamente o PIB do Brasil referente ao terceiro trimestre, que teve alta menor do que a esperada.

A economia do país avançou 7,7% na comparação com o segundo trimestre, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado frustrou as expectativas do mercado, já que os economistas aguardavam um crescimento de 8,8% do PIB no período, na comparação trimestral. O Kaype Abreu preparou uma análise com 6 pontos do que você precisa saber sobre o PIB do país.

Quem sobe, quem desce

Apesar da má notícia, ações bastante descontadas de empresas aéreas como Gol, além da rede de agência de viagens CVC, que foram severamente penalizadas pela pandemia, voltaram a liderar a alta percentual do índice.

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O maior destaque de ganho percentual foi para Embraer ON, papel que perdeu 50% de valor no ano e hoje marcou uma alta de 13%, com a perspectiva de vacina mais próxima e fortes descontos atraindo compradores. Além disso, a queda do dólar ajuda o desempenho da ação da empresa ao diminuir alguns custos ligados à moeda.

Enquanto isso, a Petrobras contribuiu para o ganho em pontos do Ibovespa, com ações subindo mais de 2% ao fim da sessão.

Isto porque a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) decidiu por diminuir os cortes na produção da commodity de 7,7 bilhões de barris por dia (bpd) para 7,2 bilhões de bpd a partir de janeiro.

Ainda assim, a oferta de petróleo continuará restringida, fato que instigou forte alta nos preços do produto no exterior.

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Veja as maiores altas do Ibovespa no dia:

CÓDIGOEMPRESAPREÇO (R$)VARIAÇÃO
EMBR3Embraer ON                9,35 11,05%
GOLL4Gol PN             27,36 8,79%
CVCB3CVC ON             20,80 7,55%
PCAR3GPA ON             71,64 7,29%
BTOW3B2W ON             72,44 5,75%

Na ponta perdedora do índice de ações, papéis de empresas com forte perfil exportador sofreram os impactos do novo tombo do dólar e lideraram as quedas.

Os papéis de Suzano e Klabin, ligados à celulose, terminaram entre as principais baixas, bem como Gerdau, siderúrgica com alta exposição ao mercado internacional, e a Metalúrgica Gerdau.

Confira as principais quedas:

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CÓDIGOEMPRESAPREÇO (R$)VARIAÇÃO
USIM5Usiminas PNA             13,11 -5,14%
SUZB3Suzano ON             51,98 -4,76%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PN             10,29 -4,19%
GGBR4Gerdau PN             22,48 -4,10%
CSNA3CSN ON             23,22 -3,69%

Juros despencam, dólar cai a R$ 5,14

A alta menor do que a esperada do PIB se refletiu hoje nos juros dos depósitos interbancários (DI), que fecharam em forte queda com o horizonte de que as pressões inflacionárias provenientes da aceleração da atividade econômica estão mitigadas no curto prazo.

Mas os juros de vencimento de maior prazo operaram em queda ainda mais intensa. As taxas para janeiro/2025 despencaram 27 pontos-base (aproximadamente 0,3 ponto percentual), o que indica sensível redução na percepção do risco fiscal por parte dos investidores.

Enquanto isso, os juros para os contratos de DI para janeiro/2027 fecharam pela primeira vez abaixo de 7% desde 14 de setembro.

Pela manhã, o Tesouro Nacional vendeu o lote integral de títulos ofertados, dentre os quais 20 milhões de LTNs (Letras do Tesouro Nacional), títulos prefixados curtos — 1 milhão com vencimento em abril de 2021; 4 milhões com vencimento em outubro de 2022, e 15 milhões, em janeiro de 2024.

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Os restantes vendidos foram 450 mil NTN-Fs (Notas do Tesouro Nacional Série F), prefixados longos — 300 mil para janeiro de 2027 e 150 mil para janeiro de 2031 —, além de 1 milhão de LFTs (Letras Financeiras do Tesouro), atrelados à Selic — 69,5 mil para março de 2020 e 930,5 mil para março de 2027.

Veja as taxas dos principais vencimentos:

  • Janeiro/2021: de 1,914% para 1,916%
  • Janeiro/2022: de 3,050% para 3,025%
  • Janeiro/2023: de 4,62% para 4,54%
  • Janeiro/2025: de 6,38% para 6,11%

O dólar voltou a cair fortemente, fechando em queda de 1,9%, cotado a R$ 5,1401, refletindo a continuidade de entrada de fluxo estrangeiro no país, que aumenta a oferta da divisa. Este foi o menor patamar de fechamento da moeda desde 22 de julho, quando terminou cotada a R$ 5,1161.

"Tem investidor estrangeiro vindo para bolsa líquido, trazendo recursos diariamente, isso faz o dólar continuar em queda", diz Jefferson Rugik, diretor-superintendente da Correparti. "É o que os mais velho das corretoras de câmbio dizem: contra fluxo, não há argumentos. E o mercado de câmbio tem visto fluxo, atrás de fluxo, atrás de fluxo."

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A moeda seguiu o comportamento em linha diante dos pares emergentes do real brasileiro, como o peso mexicano e o rublo russo, frente aos quais também recuou.

Além disso, a nova queda de hoje ocorre em um contexto de fraqueza global da moeda, como fica indicado pelo Dollar Index (DXY), que continuou nos menores níveis vistos desde abril de 2018. O DXY compara o dólar a uma cesta de moedas fortes como euro, libra e iene.

Enquanto isso, democratas e republicanos indicaram que a inclinação de líderes dos "azuis" de aceitarem um pacote de estímulos menor do que o inicialmente planejado contribuiu para um acerto bipartidário quanto a ajuda para empresas e famílias antes do fim do ano.

Agora, os democratas veem como um bom ponto de partida uma ajuda de US$ 910 bilhões, conforme proposta bipartidária.

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“Isso é pelo menos um movimento na direção certa”, afirmou o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, nesta quinta, no plenário do Senado. “O compromisso está ao nosso alcance. Nós sabemos onde concordamos. Nós podemos fazer isso."

Do ponto de vista macroeconômico, os dados de seguro-desemprego nos EUA mostraram declínio para 712 mil na semana passada, a primeira queda em três semanas, o que contribuiu com a tomada de risco dos investidores durante a sessão, apenas cortada pela notícia da Pfizer.

Além disso, o dado de índice de gerente de compras (PMI, da sigla em inglês) de serviços nos Estados Unidos veio acima do esperado, indicou avanço de 56,9 para 58,4 — superando as expectativas dos analistas.

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