O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Prejuízo da empresa de alimentos, controlada por Buffett junto com a turma de Jorge Paulo Lemann, pesou nos resultados da Berkshire Hathaway
Os maus resultados da Kraft Heinz no quarto trimestre, seguido de uma queda de 28% nas ações da companhia, pesaram para a Berkshire Hathaway, empresa do megainvestidor Warren Buffett.
A companhia reportou, neste sábado (23), um prejuízo de US$ 25,4 bilhões no quarto trimestre de 2018. No mesmo período de 2017, a empresa havia registrado lucro de US$ 32,5 bilhões.
Com o tombo do quarto trimestre, a companhia de Buffett conseguiu lucrar apenas US$ 4 bilhões em 2018, bem menos que os quase US$ 45 bilhões de 2017.
O lucro operacional da Berkshire no quarto trimestre, no entanto, cresceu 71,5% frente ao mesmo período do ano anterior, para US$ 5,72 bilhões, devido a vários outros investimentos, como nos ramos de seguros e transporte ferroviário.
A Berkshire controla a Kraft Heinz junto com o fundo 3G Capital, dos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira. No fim 2018, a empresa de Buffett detinha 325 milhões de ações da companhia alimentícia, o equivalente a uma fatia de 26,7%.
Na última quinta-feira (21), a fabricante dos ketchups e mostardas Heinz divulgou resultados abaixo do esperado por analistas para o quarto trimestre de 2018.
Leia Também
Como consequência, suas ações desabaram quase 28% na sexta (22), levando a Bershire Hathaway a perder mais de US$ 4 bilhões em valor de mercado.
A Kraft Heinz teve um prejuízo de US$ 12,6 bilhões de dólares, em razão da necessidade, não programada, de reduzir o valor de algumas das suas maiores marcas. Isso levou a uma baixa contábil de US$ 15,4 bilhões.
Em seus resultados, a Berkshire divulgou uma baixa contábil de US$ 3,02 bilhões para ativos intangíveis, atribuída quase inteiramente à Kraft Heinz.
Para complicar, a empresa de alimentos ainda revelou ser alvo de investigação da SEC (Securities and Exchange Commission), a CVM americana, que está analisando suas práticas contábeis. A companhia também reduziu a previsão de pagamento de dividendos.
De acordo com o diretor financeiro da Kraft Heinz, David Knopf, os maus resultados devem se estender ao longo de 2019. O executivo disse, no entanto, prever um “crescimento consistente” do lucro a partir de 2020.
O prejuízo da Berkshire Hathaway se deveu também à queda de dois dígitos de muitas das suas ações, incluindo um recuo de 30% dos papéis da Apple.
As regras de contabilidade exigem que a empresa de Warren Buffett reporte ganhos e perdas não realizados com ações nos seus resultados, o que os torna muito voláteis.
Em outras palavras, a companhia reporta a desvalorização dos papéis como prejuízo mesmo que não os tenha vendido.
Buffett alerta os investidores a não utilizarem esses números como medida para a a performance da Berkshire, uma vez que as ações podem voltar a subir.
*Com agências de notícias
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa