🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Proteção para a sua carteira

Ao escalar sua seleção de ações, pense duas vezes antes de colocar Vale e Suzano na defesa

As ações das exportadoras Vale e Suzano, clássicas opções defensivas para um cenário de dólar forte, acumulam desempenho negativo no ano, pressionadas pelos preços do minério e da celulose em baixa. Se esses papéis já não têm mais o mesmo apelo defensivo de antes, quais ativos da bolsa podem ocupar o miolo da zaga do seu portfólio?

Victor Aguiar
Victor Aguiar
15 de setembro de 2019
6:30 - atualizado às 9:40
Seleção brasileira de futebol | Seleção Empiricus
Suzano e Vale, a dupla de zaga clássica das carteiras de ações, não está tendo um bom desempenho em 2019Imagem: Shutterstock

De certa maneira, montar uma carteira de ações é como escalar um time de futebol: é preciso estudar o oponente jogo a jogo para chegar à formação ideal. Num plantel que inclui Petrobras, Neymar, Vale, Daniel Alves, Lojas Renner, William, Suzano, Thiago Silva, Eletrobras e Cássio, entre outros jogadores, quem vai a campo?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dependendo da sua mentalidade como treinador, você pode preferir equipes mais arrojadas, que partem para cima desde o primeiro minuto, ou times mais defensivos, que não se constrangem em armar uma retranca e ficam contentes em sair de campo com uma vantagem mínima — um a zero já é uma goleada.

Mas, independente do seu perfil, é necessário saber colocar os jogadores certos em cada posição no campo. Não adianta escalar onze atacantes: você vai fazer muitos gols, mas também vai sofrer outros tantos — e, caso o adversário seja mais forte, é capaz que ele coloque a sua equipe na roda.

Também não adianta começar a partida com onze zagueiros: vai ficar muito difícil de tirar o zero do placar — e, bom, qual o sentido de entrar no campeonato se você não quer vencer?

Sendo assim, é preciso identificar as virtudes e as fraquezas de cada jogador, escalando-os de maneira adequada. Entre centroavantes, meio-campistas, volantes, laterais e defensores, cabe a você — o técnico — formar uma equipe que seja competitiva em todas as partidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: uma carteira de ações deve ter ativos com diferentes características. De acordo com o cenário macro e as premissas para o futuro, você pode montar um portfólio mais arrojado ou mais cauteloso, mas sempre é necessário ter jogadores em todas as posições. Simplesmente abdicar da defesa ou do ataque costuma não agradar a torcida.

Leia Também

E é claro que você não precisa usar a mesma escalação durante todo o campeonato. Caso os oponentes mudem o jeito de jogar no meio da competição, cabe a você promover alterações na carteira. Em alguns momentos, pode ser vantajoso jogar o time para frente; em outros, é melhor ter cautela e reforçar a retaguarda.

Dito tudo isso, os fanáticos por futebol sempre discutem entre si sobre a formação ideal da carteira. Há divergências a respeito dos melhores atacantes e meias, mas, em linhas gerais, grande parte dos treinadores gosta muito de uma dupla de zagueiros sólida: os xerifes Suzano e Vale.

Afinal, uma equipe bem entrosada do meio de campo para frente garante os gols necessários para sair com a vitória, mas caso as opções ofensivas não estejam muito inspiradas, é preciso ter uma defesa firme. E Suzano e Vale, como as gigantes exportadoras que são, transmitiam essa sensação de segurança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A premissa é muito simples: se o panorama macroeconômico está favorável e o dólar permanece em níveis baixos, as ações dessas companhias vão ter um desempenho ok, sem comprometer o portfólio. Mas, se há uma virada súbita no cenário e a moeda americana parte para cima, as exportadoras salvam o time: por venderem produtos no exterior, a receita dessas empresas acaba dando um salto com a desvalorização cambial.

Mas, como eu disse lá em cima, é preciso estudar o oponente partida a partida. E, de uns meses para cá, os adversários da sua carteira mudaram a maneira de jogar. A dupla de defesa, antes intransponível, têm sofrido gols com uma frequência alarmante. É hora de pensar em substituições.

Treino é treino, jogo é jogo

Para não dizerem que é implicância minha, vamos aos números: o Ibovespa fechou o pregão da última sexta-feira (13) aos 103.501,18 pontos e, com isso, acumula um ganho de 17,77% desde o início do ano. Já o dólar à vista encerrou a sessão passada valendo R$ 4,0865, um avanço de 5,56% em 2019 — já faz mais de um mês que a moeda americana está acima do nível de R$ 4,00.

Com o dólar forte e a bolsa otimista, as exportadoras Suzano e Vale têm tudo para irem bem, certo? Bom... não é bem assim.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações ON da Vale (VALE3) estão cotadas a R$ 49,79, o que implica numa perda acumulada de 2,37% neste ano. Suzano ON (SUZB3) tem um desempenho ainda mais fraco: atualmente, é negociada a R$ 33,30, recuando 11,59% desde o começo de 2019.

Esses números podem parecer surpreendentes para quem escalava Vale e Suzano automaticamente como titulares da zaga. Ocorre que essa mentalidade de que as exportadoras vão bem quando o dólar sobe nem sempre é verdadeira — neste ano, o adversário das carteiras de ações encontrou um jeito de superar esses defensores.

O ponto é: Vale e Suzano são companhias exportadoras de commodities. Assim, a geração de receita delas certamente depende da cotação do dólar, mas também fica a mercê do preço dos produtos sendo vendidos — no caso, o minério de ferro e a celulose, respectivamente. E as cotações dessas mercadorias estão despencando.

A retração nos preços dessas duas commodities é tanta que acaba se sobrepondo à escalada do dólar, minando a principal força defensiva desses dois papéis. E o pano de fundo para essa desvalorização é a guerra comercial entre americanos e chineses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em meio às perspectivas de desaceleração econômica global, há a leitura de que o consumo de minério e celulose tende a cair daqui para frente — especialmente na China, uma das grandes consumidoras desses produtos. Assim, temos visto um desbalanceamento na oferta e na demanda por essas commodities, elevando os estoques mundiais.

Mas não foi só isso. Como se esse quadro externo não fosse suficiente, tanto a Vale quanto a Suzano foram atingidas por essa crise nas commodities em momentos muito particulares de suas carreiras.

Má fase

Novamente, vou recorrer aos números para dar uma ideia mais quantitativa do que está acontecendo. Entrei em contato com um analista que acompanha mais de perto o setor de mineração, e ele me passou a série histórica dos preços do minério no porto chinês de Qingdao — cotação que serve como referência para o mercado financeiro.

Em linhas gerais, o minério de ferro passou por dois momentos distintos neste ano: de janeiro a julho, a commoditty teve uma forte valorização, chegando a superar a marca de US$ 120 a tonelada. Mas, desde então, um intenso movimento de correção atingiu esse mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No fim de agosto, o minério era negociado em níveis próximos a US$ 80 — na última quinta-feira (12), a commodity já havia recuperado parte do terreno perdido e valia cerca de US$ 99, mas, ainda assim, acumula perdas de mais de 15% em relação ao pico de 2019.

Essa derrocada nos preços, como já foi dito acima, possui estreita relação com o acirramento da guerra comercial e os temores de desaceleração econômica global. Mas, no caso da Vale, há outros agravantes.

Como todos sabem, a tragédia de Brumadinho (MG), em janeiro, trouxe perdas humanas, sociais e ambientais inestimáveis e, obviamente, abalou a Vale sob o ponto de vista financeiro. E, focada em arcar com as consequências da tragédia, a mineradora não conseguiu aproveitar a disparada da commodity na primeira metade do ano.

No primeiro trimestre deste ano, a Vale precisou fazer uma provisão de US$ 4,5 bilhões em seu balanço em função de multas ambientais, processos, acordos e outros fatores relacionados a Brumadinho. Com isso, a mineradora teve um prejuízo líquido de US$ 1,642 bilhão entre janeiro e março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No segundo trimestre, mais US$ 1,374 bilhão foi provisionado em função da tragédia — o prejuízo líquido ficou em US$ 133 milhões no período.

"Por ironia, quando as coisas começaram a ficar mais claras para o mercado em relação à Vale, veio a correção do minério e o impacto da guerra comercial", diz Filipe Villegas, analista da Genial Investimentos. "A questão de Brumadinho está ficando um pouco para trás, mas a empresa vai ficar a mercê do cenário internacional".

Desempenho das ações da Vale em 2019

Alexandre Ulm, gestor da Canepa Asset Management, destaca que a própria tragédia de Brumadinho influenciou essa disparada nos preços do minério de ferro no exterior, uma vez que a produção da Vale foi afetada no primeiro semestre, o que provocou uma disfuncionalidade na oferta global da commodity.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Com a expectativa de normalização das atividades da Vale, o minério começou a ser afetado de maneira mais forte pela desaceleração global", diz Ulm. "As exportadoras de commodities sempre estão sujeitas aos ciclos econômicos no mundo".

Levando um drible

Os preços da celulose também estão passando por uma desvalorização forte em 2019. No entanto, diferentemente do que aconteceu com o minério de ferro, que ganhou força na primeira metade do ano, a celulose tem se enfraquecido num ritmo constante desde janeiro.

De acordo com dados compilados pelo HSBC, a tonelada da celulose fibra curta negociada na União Europeia acumula baixa de 26,4% desde o início do ano, sendo negociada atualmente na faixa de US$ 750 — na China, o mesmo produto tem perda de 26,7% em 2019, aparecendo no nível de US$ 480.

A perda de tração da celulose também possui ligação com a guerra comercial e a nebulosidade quanto ao estado da economia global. E a Suzano, uma das maiores empresas mundiais desse setor, foi atingida em cheio por esse panorama desanimador para a commodity.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ações da Suzano em 2019

Ulm, da Canepa, lembra que a celulose vinha numa tendência de valorização nem 2018, e que o mercado trabalhava com a continuidade desse viés neste ano. "Mas o risco de recessão fez a commodity cair muito e pegou a empresa num momento em que ela concluiu uma aquisição importante — a Fibria — e, agora, está com uma alavancagem grande".

No primeiro trimestre deste ano, a Suzano registrou um prejuízo líquido de US$ 1,229 bilhão, terminando o mês de março com uma dívida líquida de R$ 53,8 bilhões — ao todo, foram pagos R$ 28 bilhões para liquidar a transação com a Fibria. Com isso, a alavancagem da companhia (a relação entre endividamento líquido e Ebitda nos últimos 12 meses) saltou de 1,5 vez no fim de 2018 para 3,4 vezes ao término do primeiro trimestre de 2019.

No segundo trimestre, a situação financeira melhorou um pouco: a Suzano teve lucro líquido de R$ 700 milhões, mas continuou com dívida líquida elevada, de R$ 52,5 bilhões. A alavancagem voltou a subir, atingindo o nível de 3,5 vezes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Considerando a falta de perspectiva de recuperação nos preços da celulose e a menor demanda global pelo produto, especialmente no mercado asiático, a Suzano pode enfrentar dificuldades por um longo prazo até conseguir reduzir seus níveis de endividamento. O mercado, assim, fica com o pé atrás em relação à empresa, antes titular absoluta da defesa.

Substituições?

Mas se Vale e Suzano não estão em sua melhor forma, quem poderia ocupar as vagas na defesa? Os analistas e especialistas com quem eu conversei apontaram diversas opções que parecem ser mais seguras neste momento.

Villegas, da Genial, vê potencial nas ações do setor bancário, que foram pressionadas nos últimos meses por causa da expansão dos bancos digitais e das fintechs. Além disso, o analista ressalta que a alta liquidez dos papéis dos bancos faz com que eles sejam portas de saída da bolsa em momentos de instabilidade — exatamente o cenário decorrente da guerra comercial.

"Esses fatores afetaram muito os bancos, ao ponto que eu enxergo essas ações num patamar de preço muito atrativo", diz Villegas. "Apesar das dificuldades recentes, eu ainda acho que a exposição ao setor financeiro como estratégica e defensiva, dada a capacidade dessas companhias".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um segundo segmento apontado por Villegas é o de energia elétrica, especialmente as transmissoras, que possuem alta previsibilidade de geração de receita. "São empresas que funcionam como um relógio: elas não tem muito para onde crescer, e se mantém atrativas via distribuição de dividendo".

Um estrategista que prefere não ser identificado também colocaria as transmissoras de energia em campo para recompor a zaga. "Por terem menos risco e serem bem previsíveis do ponto de vista de geração de receita, essas ações são comparáveis a títulos de renda fixa de longo prazo. E como a taxa de juros longa está fechando, elas ganham atratividade", diz o estrategista, citando CTEEP e Taesa como boas opções.

Para um gestor de uma asset de São Paulo, ações de empresas domésticas e que esteja sendo negociadas com preços atrativos são as melhores opções para quem busca proteção para a carteira. Nesse grupo, ele cita Bradesco, Yduqs (antiga Estácio), Cesp, Via Varejo e BR Distribuidora como indicações interessantes.

Ele ainda pondera que os frigoríficos, como JBS, Marfrig, BRF e Minerva, são "hedges razoáveis", em meio à crescente demanda na Ásia, em função do surto de febre suína que atinge a China e outros países do continente. "Mas, se a economia chinesa sofrer demais com a guerra comercial, essas empresas também vão ser afetadas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo com a forte valorização das ações dos frigoríficos em 2019 — JBS ON (JBSS3) tem ganhos de mais de 150% nesse ano, enquanto Marfrig ON (MRFG3), BRF ON (BRFS3) e Minerva ON (BEEF3) sobem mais de 70% —, os analistas acreditam que esses papéis ainda têm potencial para continuar subindo.

Em relatório, o BTG Pactual afirma que, em meio à desvalorização do real ante o dólar, JBS e Minerva são duas opções atrativas, considerando a perspectiva de aumento nas exportações de carne para o mercado asiático nos próximos anos.

Para o BTG, outro jogador que poderia entrar na partida é Embraer ON (EMBR3), uma vez que a fabricante de aeronaves apresentou um desempenho bastante fraco no passado recente, em função das incertezas relacionadas à união com a Boeing. "Essencialmente, o mercado está precificando as ações da Embraer somente com base nessa operação e não está levando em conta o valor de outras divisões, como aviação executiva e defesa", diz o banco.

Cortadas do time?

Considerando todos esses fatores, o que fazer com as ações da Suzano e da Vale? É hora de cortá-las do time, colocá-las no banco de reservas ou tentar realocá-las em outras posições na carteira?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Vale e Suzano são ótimas empresas, referenciais globais em seus setores e que têm vantagens competitivas fantásticas em termos de custos", diz Ulm, da Canepa. Ele ressalta, no entanto, que é difícil prever quando os preços das commodities irão se recuperar — ou por quanto tempo esse movimento de desvalorização ainda pode durar. "As empresas estão baratas, mas é tudo uma questão de perspectiva futura. Não necessariamente são opções defensivas".

Villegas, da Genial, tem visão semelhante. Para ele, ainda é interessante manter essas duas empresas no radar na hora de montar uma carteira diversificada, pensando na exposição ao dólar. "Mas é preciso estar preparado para colocar na conta a variável das commodities, depende muito da linha de pensamento de cada investidor".

Por outro lado, o gestor da asset paulista não vê Vale e Suzano como boas opções defensivas neste momento, uma vez que são as companhias mais diretamente expostas ao noticiário da guerra comercial e da desaceleração econômica.

Ou seja: apesar da má fase, a dupla ainda possui potencial. No entanto, escalá-las como responsáveis pela defesa da sua carteira não é uma opção segura neste momento — talvez mais para frente elas voltem à forma exuberante de antes. Por ora, é bom mantê-las no elenco, seja no banco de reservas ou improvisadas em outras posições.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, por mais que você goste de um jogador ou outro, o importante mesmo é sair de campo com a vitória. E se os medalhões do seu time não estiverem rendendo como você gostaria, não hesite em fazer as substituições necessárias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar