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Bolsa e dólar hoje

Depois de muito sobe e desce, Ibovespa fecha no negativo

Tensões entre Trump e Xi Jinping, a alta do petróleo, a desaceleração global, a reforma previdenciária, mais a Vale – tudo isso fez a bolsa viver um dia de altos e baixos

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7 de fevereiro de 2019
10:13 - atualizado às 9:57
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
O dólar encerrou o dia com elevação de 0,37%, a R$ 3,71 - Imagem: Seu Dinheiro

A Bolsa de Valores de São Paulo fez de tudo hoje: caiu, subiu, perdeu até os 94 mil pontos, recuperou o patamar, ficou estável, depois caiu novamente. Fechou a quinta-feira com menos 0,24%, a 94.405 pontos. No começo da tarde, o Ibovespa acentuou o ritmo de baixa após informações de que presidente americano, Donald Trump, teria dito que é "altamente improvável" que se encontre com o líder chinês, Xi Jinping, antes do início de março. A expectativa era de uma reunião bem antes disso. O noticiário sobre a (demora na) reforma da Previdência, a Vale, a alta do petróleo e a desaceleração global - tudo isso - fez o índice virar uma montanha russa. Teve também o boletim médico do presidente Jair Bolsonaro, no finalzinho do pregão. Ah! Ia esquecendo a Standar & Poors. O dólar encerrou o dia com elevação de 0,37%, a R$ 3,71

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Boletim

O presidente Jair Bolsonaro teve “episódio isolado de febre sem sintomas associados” e apresentou “imagem compatível com pneumonia”, segundo nota divulgada pelo Hospital Albert Einstein. O presidente precisará a ficar mais cinco ou sete dias no hospital. O investidor, que já tem rugas de tantas preocupações, acumulou mais essa.

S&P

A S&P reafirmou o rating do Brasil em BB-, com perspectiva estável. Na avaliação da agência, o novo governo de Jair Bolsonaro enfrenta o desafio de manter capital político amplo e conseguir uma aliança efetiva no Congresso para aprovar projetos que corrijam "derrapadas fiscais estruturais" e "uma crescente dívida", bem como impulsionar a tendência de crescimento.

Tump e China

Em primeiro de março, vence o prazo da trégua tarifária entre China e EUA. Por isso era esperado que os dois lideres se encontrassem, para renovar ou fazer um novo acordo e afastar a guerra comercial do front. Mas a declaração de Trump, divulgada por fontes ouvidas pela rede CNBC, melou o clima não só aqui, como nas bolsas europeias, que acentuaram as perdas no finalzinho dos pregões e em Nova York, onde o vermelho predominou. Na Europa, a Bolsa de Frankfurt fechou em queda de 2,67%, Milão derreteu 2,59% e Londres caiu 1,11%, todas nas mínimas.

Para piorar ainda mais, o Instituto Internacional de Finanças (IIF), divulgou estimativa para o crescimento da economia global de 3,5% neste ano (abaixo da expectativa) e disse que a economia da China deve desacelerar mais antes de estímulos estabilizarem o crescimento daquele país.

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Petrobras puxa para o poço

A ação que puxou Ibovespa para baixo foi a Petrobras. As ações PN, chegaram a subir, mas inverteram a direção e caíram 1,57%.. As ON fecharam em 1,77% de baixa, com o tombo forte na cotação do petróleo. O barril do tipo Brent teve recuo de 1,69%.

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Fundo do poço 2

Depois de cair mais de 5%, a Sabesp termina o dia entre os destaques negativos do Ibovespa. Operadores apontam as declarações do Secretário de Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, que esfriaram as expectativas dos investidores em relação a uma privatização da estatal.

O secretário afirmou a investidores em evento da XP Investimentos que, caso o Congresso Nacional não aprove a medida provisória (MP) que viabilizaria a privatização da Sabesp, o Estado pretende capitalizar a empresa com o "mínimo de capital estatal possível". Ele evitou cravar números, mas destacou que a privatização da empresa renderia mais aos cofres públicos, enquanto a capitalização é estimada em R$ 5 bilhões, R$ 1 bilhão deles retornando à companhia.

Frango árabe

A ação ON da BRF também ficou no time das baixas, ao cair 4,01%. A concorrente, JBS, subiu 2,14%. O presidente da BRF, Pedro Parente, afirmou hoje que a companhia trabalha para - pelo menos - retomar os níveis de embarque de carne de frango para a Arábia Saudita.
No mês passado, o país árabe anunciou o descredenciamento de cinco unidades brasileiras que exportavam a proteína ao país, das quais duas da BRF. "Na realidade, há potencial até para aumentar ainda mais as vendas para a Arábia Saudita", comentou o executivo em teleconferência com analistas para detalhar a venda de suas operações na Tailândia (Golden Foods) e Europa (Universal Meets) para a Tyson Foods, pelo valor de US$ 340 milhões.
Questionado sobre as tarifas antidumping vigentes na China para o frango brasileiro, o CEO da BRF disse que as negociações destas taxas serão feitas em conjunto com o Ministério da Agricultura. "Não é algo que faremos sozinhos", acrescentou.

Vale

O papel da Vale oscilou bastante, mas fechou em baixa de 2,05. A controladora, Bradespar, caiu 3%. O Morgan Stanley cortou a recomendação da American Depositary Receipt (ADR) da Vale de overweight (desempenho acima da média do mercado) para equal-weight (em linha com a média do mercado).

Quer pagar quanto?

No time das positivas, a Via Varejo teve a maior alta do Ibovespa, recuperando parte das perdas apuradas ontem e neste início de fevereiro. Somente na sessão de quarta-feira, o papel caiu mais de 6%, e mesmo com o avanço de hoje (de 3,02%), as perdas acumuladas superam 8%.

Tome um guaraná

A Ambev também ficou no azul, com alta de 3,65%. Já houve uma precificação dos resultados do quarto trimestre de 2018, que segundo prévias feitas por analistas, devem apresentar piora na comparação anual. Agora, os investidores começam a antecipar uma possível recuperação nos volumes e nas margens em 2019, com a recuperação da atividade econômica. Além disso, o preço da ação também a torna atraente.

Bancos

Os bancos registram um dia de recuperação. "Ontem, eles foram arrastados pela Vale porque são financiadores da mineradora, o que gera pressão. Hoje, em meio a notícias mais positivas, o tom é de recuperação", apontou Álvaro Bandeira, sócio e economista-chefe da Modalmais. As ações ordinárias do Bradesco exibiam a maior alta no setor, com avanço de 1,52%. O papel PN de Itaú Unibanco subiu 0,36%, enquanto Banco do Brasil ON avançou 0,66%.

CSN e Usiminas

As ações ON da CSN tiveram avanço de 2,26%, seguida pela Usiminas PNA, com ganho de 0,96%. Há expectativa com o preço do minério de ferro na China, cujos mercados voltam a operar na segunda-feira, após ficarem fechados nesta semana devido a feriado no gigante asiático, apontou um operador. De acordo com Álvaro Bandeira, sócio e economista-chefe da Modalmais, os investidores ficaram animados depois que a CSN disse ontem que deverá encerrar as barragens de rejeitos molhados em 2019.

Posto de gasolina

A BR Distribuidora chegou a ter o pior desempenho do Ibovespa, com nqueda de quase 5%. Entre as corretoras, a XP registrou forte atuação na ponta vendedora, com saldo de quase R$ 10 milhões, mais que o dobro da segunda maior na lista.
Em entrevista à imprensa nacional, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que a venda da distribuidora de combustíveis está sendo estudada, e que a estatal pode vender o controle ou uma participação adicional. BR Distribuidora ON caiu 2,68%.

Gafisa

Com queda de 1%, as ações ON da Gafisa tiveram a recomendação cortada pelo BB Investimentos a  de market perform para underperform (abaixo da média do mercado). A Gafisa está sendo acusada de ter embolsado indevidamente pelo menos R$ 1,8 milhão de pagamentos feitos no mês de janeiro por clientes pela compra de imóveis, mas cujos valores deveriam ter sido repassados à Polo Capital Securitizadora, a quem a incorporadora cedeu os créditos em troca de financiamento antecipado - operação chamada de securitização.
A incorporadora Gafisa (GFSA3) diz que é credora de uma dívida de R$ 11 milhões da gestora.
"Se o Grupo Polo não estava de acordo com a forma de cobrança e repasse desses valores, poderia ter agendado uma reunião com a Gafisa, visando esclarecimentos e informações", informa a empresa, em comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Klabin

As Units da Klabin saltaram 1,20% após a companhia reportar lucro líquido de R$ 913 milhões no quarto trimestre de 2018, revertendo prejuízo de R$ 83 milhões informado um ano antes. O resultado também é 879% superior ao lucro de R$ 104 milhões informado no terceiro trimestre. A performance ficou 15% acima da média calculada pelo Prévias Broadcast. Ainda assim, a alta segue limitada, uma vez que o lucro foi caracterizado como razoável por analistas.

Bronca na Embraer

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) instaurou Processo Administrativo Sancionador (PAS) contra o diretor de relações com investidores da Embraer, Nelson Krahenbuhl Salgado. Ele é acusado de ter divulgado de forma incompleta o fato relevante que anunciou os termos do acordo com a Boeing.

O processo foi instaurado no dia 23 de janeiro e está em fase de apresentação de defesa. A Procuradoria Federal Especializada (PFE) da CVM relata os principais termos da acusação em documento enviado à 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, no âmbito do processo movido pela Associação Brasileira dos Investidores Minoritários (Abradim). As ações da companhia caíram 3,11%.

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 *Com Estadão Conteúdo

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