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Eu sou uma grande apreciadora de música clássica e até estudei música por alguns anos da minha vida. Confesso que nunca me aprofundei e faz tempo que não ponho as mãos num instrumento nem canto uma nota que não seja no chuveiro. Mas apenas o fato de ter algum conhecimento formal e de repertório já torna a minha experiência um pouco mais incrementada do que, por exemplo, a dos meus amigos que apenas vão a um concerto aqui e ali.
Não que eu ache que música clássica seja apenas para iniciados, longe disso. Só que nas artes, saber para onde olhar - ou o que ouvir - abre novos horizontes e níveis de apreciação que um olhar ou escuta menos educado não consegue capturar.
No mundo dos investimentos é a mesma coisa. Você não precisa ser profissional ou aficionado para investir bem. Mas conhecimento é bem-vindo, pelo menos até certo ponto. E, sem dúvida, saber para onde olhar na hora de avaliar um ativo é capaz de abrir portas que o investimento passivo em fundos que acompanham índices de mercado não consegue.
Na maioria das vezes, um punhado de informações é suficiente para saber se um investimento é bom ou não - ou pelo menos para descartá-lo rapidamente da sua lista.
Muito se fala sobre o que olhar na hora de avaliar uma ação, mas você sabe quais são as primeiras coisas que você precisa analisar num fundo imobiliário na hora de investir? Os fundos de investimento imobiliário (FII) estão entre os ativos promissores no atual cenário de juros baixos. Apenas neste ano, o IFIX, índice que reúne os principais fundos desse tipo, já valorizou quase 21%.
Os FII investem em imóveis e títulos de renda fixa atrelados ao mercado imobiliário e normalmente pagam rendimentos periódicos e isentos de imposto de renda. Ser cotista de um fundo imobiliário equivale a comprar imóveis de alto padrão com pouco dinheiro, sem a necessidade de pagar IR sobre os aluguéis.
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Se você ainda não sabe muito sobre este mercado, eu preparei uma matéria sobre as primeiras coisas que você precisa avaliar para escolher os melhores fundos imobiliários. Em outras palavras, por onde começar a analisar se um FII é um bom investimento? Eu te respondo neste texto.

Por aqui, o presidente Jair Bolsonaro recebe a visita do presidente chinês Xi Jinping, que vem ao país para a 11ª Cúpula dos Brics. Será a chance de o governo brasileiro conseguir um progresso na negociação entre os países. Falando em China, o mercado internacional também segue de olho nas incertezas em torno do avanço de um acordo para a guerra comercial.
A decisão do STF que derrubou a prisão após condenação em segunda instância deve continuar mexendo com o mercado financeiro. A leitura é de que "Lula Livre" emitiu um sinal negativo aos investidores estrangeiros, criando a sensação de insegurança jurídica e institucional, o que tende a afugentar o ingresso de capital externo no país.
Acompanhe a edição semanal da Bula do Mercado para ter um panorama do que deve mexer com a bolsa nos próximos dias. Esse é um conteúdo exclusivo para os leitores Premium. Clique aqui para entrar no clube VIP de leitores do Seu Dinheiro.
Os investidores também ficam atentos à última semana da balanços do terceiro trimestre. JBS, Marfrig, Eletrobras, Via Varejo e pelo menos outras 15 empresas do Ibovespa fecham a temporada de resultados.
Na sexta-feira, o Ibovespa fechou o dia com queda de 1,78%, a 107.628,98 pontos. O dólar encerrou com um avanço de 1,80%, a R$ 4,1666. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
A América Latina tem mais um foco evidente de tensão: a Bolívia. O presidente Evo Morales renunciou ao cargo após protestos da população e pressão das Forças Armadas. Morales havia sido reconduzido ao cargo após um conturbado processo eleitoral, apontado pela OEA como possivelmente fraudulento. Ainda não se sabe se a crise boliviana é capaz de fazer preço nos mercados. Mas não é bom sinal para o Brasil, uma vez que se soma a problemas que já vêm ocorrendo em outros países da região e que resvalam por aqui.
As barragens da Vale continuam a colocar a empresa sob os holofotes de maneira negativa. Segundo a coluna do jornalista Lauro Jardim no jornal “O Globo”, antes da tragédia de Brumadinho, o diretor jurídico da empresa, Alexandre D’Ambrosio, orientou os funcionários da mineradora a não apresentar às autoridades documentos referentes a outra barragem, a de Maravilhas, em Minas Gerais. Saiba mais.
Em fevereiro de 2004, ele conheceu, na universidade de Harvard, Mark Zuckerberg - então um jovem programador. Juntos, lançaram um negócio que mudaria para sempre a vida de bilhões de pessoas, o Facebook. Hoje, aos 37 anos, Eduardo Saverin é dono de uma fortuna de US$ 10,7 bilhões. Mas apesar da sorte, a trajetória do mais jovem entre os bilionários brasileiros também teve os seus percalços. Confira o perfil de Saverin, que faz parte da segunda temporada da Rota do Bilhão, sobre os brasileiros mais ricos.
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Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
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