O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ativos devem seguir em compasso de espera à espera de votação de destaques
O empenho de Rodrigo Maia (DEM/RJ) e seus aliados foi insuficiente para encerrar a votação dos destaques à proposta de emenda constitucional (PEC) da reforma da previdência. A ideia original, lembremos, era terminar a votação dos destaques já na quarta-feira, mesmo dia da aprovação do texto-base, e talvez concluir os dois turnos de votação da medida na Câmara dos Deputados ainda esta semana.
Foi a percepção de que se tratava de um otimismo excessivo que ontem levou os investidores a segurarem a euforia em relação aos ativos financeiros locais e aguardarem o desfecho da votação dos destaques. O índice Ibovespa recuou depois de cinco altas seguidas, incluídos três recordes no nível de fechamento, enquanto os mercados de câmbio e de contratos futuros de juros da dívida chegaram ao ajuste sem grandes alterações na comparação com a véspera.
De acordo com o Instituto Fiscal Independente (IFI), considerado referência no estudo de políticas fiscais no Brasil, a economia total com a reforma da previdência conforme aprovada na quarta-feira atingiria R$ 744 bilhões, bem abaixo da tentativa original do governo de emplacar uma reforma de R$ 1,2 trilhão. O número também é inferior aos valores até poucas semanas atrás considerados positivos pelo mercado, de uma economia entre R$ 800 bilhões e R$ 850 bilhões. E de acordo com os destaques aprovados ontem, mais alguns bilhões ficaram e muitos outros ainda ficarão pelo caminho à medida que a votação dos destaques avançar.
Além da economia bem inferior à esperada, os investidores devem estar atentos ao calendário apertado para o encerramento da tramitação da reforma na Câmara antes do início do recesso parlamentar, marcado para 18 de julho. A não ser que ao término da votação dos destaques Maia consiga apoio para contornar o interstício - o intervalo regimental de cinco dias entre os primeiro e segundo turnos de votação na Câmara -, a conclusão do trâmite da reforma por lá corre o risco de ser adiada para agosto.
Antes da euforia dos últimos dias, muitos agentes do mercado financeiro afirmavam que já se dariam por satisfeitos se a reforma da previdência chegasse ao recesso parlamentar aprovada apenas em primeiro turno.
A expectativa para hoje é de que os ativos financeiros locais iniciem a sessão de lado - salvo por papéis específicos sob impacto de variáveis alheias à reforma - enquanto a Câmara lida com os destaques para votação em separado.
Leia Também
Os ventos vindos de fora, entretanto, são positivos. As bolsas de valores asiáticas encerraram a semana em alta, aproveitando-se principalmente dos fechamentos em níveis recorde registrados ontem em Wall Street. Os mercados de ações europeus também iniciaram o dia no azul, enquanto os índices futuros de Nova York sinalizavam alta.
Apesar de os preços das ações estarem em níveis recordes não apenas no Brasil e nos Estados Unidos, mas em diversas bolsas de valores europeias e asiáticas, os principais bancos centrais sinalizam com o iminente início de uma nova rodada de afrouxamento monetário.
Em seus testemunhos perante a Câmara e o Senado dos Estados Unidos no decorrer desta semana, o presidente do Federal Reserve, o banco central norte-americano, Jerome Powell, deixou claro que a política de guerra comercial de Donald Trump é o principal fator de instabilidade por trás deste movimento.
Analistas observam que o Fed não corta juros há uma década e não há fatores internos que justifiquem alívio monetário, uma vez que o desemprego visível flerta com os níveis mais baixos em meio século e dados como os de vendas no varejo e consumo das famílias encontram-se em níveis considerados saudáveis.
Além das incertezas provocadas pelos conflitos comerciais deflagrados por Trump contra os principais parceiros dos Estados Unidos, Powell alertou para a preocupação com o elevado nível de gastos por parte do governo norte-americano.
Tais condições somadas à desaceleração da economia global e aos temores de um novo congelamento de gastos em meio aos persistentes desentendimentos entre democratas e republicanos no Congresso dos EUA antecipam o iminente início da primeira rodada de afrouxamento monetário do Fed em 10 anos.
Em termos de indicadores, a atenção se volta para os dados do índice de preços ao produtor norte-americano em junho, com divulgação prevista para as 9h30.
Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho
As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática