O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar do prejuízo que pode chegar a R$ 1,4 bilhão no balanço do quarto trimestre, as ações da companhia (VVAR3) registram forte alta hoje na bolsa
Para quem acompanha a Via Varejo, a confirmação da descoberta de uma fraude contábil bilionária é apenas parte da "faxina" que está sendo feita pela nova gestão da dona das redes Casas Bahia e Ponto Frio.
Apesar do prejuízo que pode chegar a R$ 1,4 bilhão no balanço do quarto trimestre, as ações da companhia (VVAR3) fecharam hoje em alta de 8,70%, cotadas em R$ 10,87. No ano, as ações da Via Varejo apresentam alta de 147,61%.
A fraude contábil envolve um problema da gestão passada e que não tem nada a ver com as melhorias da administração atual, segundo Luiz Paulo Aranha, sócio-gestor da Moat Capital, que tem posição nos papéis da Via Varejo.
"Na nossa visão, o peso de que o varejo deve crescer atrelado à melhora econômica e aos saques do FGTS é maior do que uma notícia referente à gestão passada. O mercado está colocando no preço a confiança no novo management", destacou Luiz Paulo Aranha.
Outro que vai na mesma linha é Pedro Fagundes, analista de varejo de XP Investimentos. Em relatório, ele afirmou que, apesar de negativa, a notícia não altera os fundamentos da companhia para os próximos anos. E muito menos impacta qualquer um dos pilares da visão construtiva que o analista possui para ela.
A Via Varejo informou que o efeito caixa da descoberta da fraude é negativo em cerca de R$ 900 milhões, que deve ser desembolsado entre os próximos três a quatro anos. Mas o analista considera que esse número parece exagerado.
Leia Também
O valor desconsidera os ganhos de R$ 600 milhões relacionados a créditos fiscais e eventuais benefícios de recuperação de impostos (estimados em cerca de de R$ 270 milhões), segundo o analista da XP.
"O efeito combinado de ambos tem o potencial de anular quase a totalidade do efeito negativo do caixa", destaca.
Ele ainda afirma que o potencial risco de volatilidade no preço das ações relacionados a eventuais irregularidades da gestão anterior é amplamente conhecido.
"O argumento de que a ação deveria ter um desempenho negativo além dos ~9% em função do aumento do prêmio de risco é justo", pondera Fagundes.
Por conta disso, o analista se mantém otimista com o papel e reitera a compra de Via Varejo (VVAR3), com o preço-alvo em 12 meses de R$ 12. Vale lembrar que a gestora de fundos da XP também tem uma posição grande na varejista.
Depois de ter recebido denúncias anônimas sobre supostas irregularidades contábeis, a Via Varejo divulgou ontem (12) que encontrou fraude contábil, com impacto de até R$ 1,4 bilhão no resultado do quarto trimestre.
Segundo o documento, houve manipulação da provisão trabalhista da companhia e diferimento indevido na baixa de ativos e contabilização de passivos.
Em nota, a companhia acredita que os referidos ajustes gerarão um efeito caixa na Companhia no decorrer dos próximos três a quatro anos com impacto no patrimônio líquido da Companhia entre R$ 800 milhões e R$ 940 milhões.
A empresa ainda acrescentou que, adicionalmente, dentre as oportunidades identificadas, foram apurados créditos fiscais da ordem de R$ 600 milhões referentes a PIS/COFINS e ICMS, cujo reconhecimento está atualmente em validação com os auditores independentes da Companhia.
A Via Varejo disse ainda que os "ajustes descritos acima não vão impactar de maneira adversa e relevante seu fluxo de caixa, sua condição financeira e operacional ou sua capacidade de honrar compromissos".
Ontem após a divulgação da notícia, os papéis da empresa entraram em leilão e inverteram a tendência de alta vista até então. No fim do pregão, as ações da companhia terminaram com queda de 3,10%, cotadas em R$ 10,00.
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%