O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar da queda acentuada dos papéis, ao comentar o balanço do BMG, os analistas do BTG Eduardo Rosman e Thomas Peredo se mostraram mais tranquilos com o resultado e destacaram que os números vieram dentro do esperado pela maioria dos investidores com quem conversaram
Depois de abrir capital na bolsa no fim de outubro, o banco BMG (BMGB11) decepcionou o mercado no primeiro pregão após a divulgação de seus resultados na última quinta-feira (14).
As units do BMG (BMGB11) terminaram esta segunda-feira cotadas em R$ 43,39, uma queda de 3,58%. No mês, os papéis do banco apresentam contração de 1,16%.
Apesar da queda acentuada dos papéis, ao comentar o balanço do BMG, os analistas do BTG Eduardo Rosman e Thomas Peredo se mostraram mais tranquilos com o resultado e destacaram que os números vieram dentro do esperado pela maioria dos investidores com quem conversaram.
Em nota enviada a clientes, eles ainda pontuaram que o resultado antes de impostos foi mais fraco, porém disseram que a margem financeira líquida cresceu fortemente na comparação trimestre contra trimestre.
De acordo com os resultados apresentados na última quinta-feira(14), o lucro líquido do BMG chegou a R$ 66 milhões no terceiro trimestre, o que representa um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.
O lucro recorrente entre julho e setembro terminou o período em R$ 88 milhões, uma expansão de 14,2%. Em nove meses, o banco acumula lucro de R$ 205 milhões, montante que é 56,4% maior do que os ganhos registrados no ano passado.
Leia Também
O retorno sobre patrimônio líquido médio recorrente (ROAE) fechou o terceiro trimestre em 14,6%, o que representa uma alta de 1,5 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado. Para o cálculo, foram excluídos os efeitos do ágio.
O BMG fechou setembro com ativos totais em R$ 18,045 bilhões, um crescimento de 6,4% na comparação anual.
O patrimônio líquido, por sua vez, chegou a R$ 2,73 bilhões e mostrou uma estabilização em relação aos R$ 2,76 bilhões reportados um ano antes.
A carteira de crédito terminou o trimestre em R$ 10,814 bilhões, avanço de 16,7% em 12 meses e de 5,3% em três meses.
A inadimplência com mais de 90 dias caiu em 12 meses, de 3,9% em setembro do ano passado para 3,5% este ano.
Porém, houve aumento em relação a junho, quando os atrasos representavam percentual menor de 3,3% da carteira.
A margem financeira ajustada do custo do crédito, por sua vez, ficou em R$ 474 milhões no terceiro trimestre, o que representa uma expansão de 19,3% ante o mesmo período do ano passado.
A alta é reflexo no crescimento da carteira de varejo, que atuou especialmente no financiamento do consumo por meio do oferecimento de cartão de crédito e empréstimo consignado, além de crédito pessoal.
No terceiro trimestre deste ano, a carteira de varejo atingiu R$ 9,03 milhões. Com isso, tal indicador teve um crescimento de 19% ante o mesmo período de 2018.
Na abertura de capital do banco, o BMG captou R$ 1,6 bilhão. O preço por ação da instituição foi definido em R$ 11,60 no IPO, em uma faixa que variou até os R$ 13,40.
O banco registrou o lote principal e suplementar, mas não o adicional – um sinal de que a demanda pelas ações não foi lá grandes coisas.
Em sua justificativa, o BMG disse que a maior parte do dinheiro do IPO vai para o caixa do banco, que pretende usar os recursos em novos produtos e investir nas linhas já existentes. O BMG estreou no pregão da B3 avaliado em R$ 7 bilhões.
Segundo o que ficou estabelecido em seu prospecto, os investidores que participaram da oferta receberam inicialmente recibos de ações do tipo units (BMGB11), que serão convertidos depois em papéis preferenciais (BMGB4) após a homologação do aumento de capital pelo Banco Central.
A oferta foi coordenada pela XP Investimentos, Itaú BBA, Credit Suisse, Brasil Plural e BB-Banco de Investimento.
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA