O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre os países que estão em análise para uma possível transferência estão nomes como México, Índia, Vietnã, Indonésia e Malásia, sendo que os dois últimos são os preferidos. As informações foram obtidas pelo portal Nikkei Asian Review, com fontes próximas
É, parece que a intensificação da guerra comercial entre Estados Unidos e China está assustando a maçã mais famosa do mundo, a Apple (AAPL). A gigante da tecnologia está sondando os seus maiores fornecedores sobre o possível custo de transferir entre 15% e 30% da sua capacidade de produção da China para o Sudeste Asiático. As informações foram divulgadas hoje (19) pelo site Nikkei Asian Review.
De acordo com o portal, depois de anos dependendo tanto da manufatura na China, a companhia norte-americana percebeu que é arriscado demais apostar apenas nos chineses e que precisa diversificar a sua produção. A medida ocorre após o governo de Donald Trump elevar a taxa de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses como uma pressão para fechar o acordo comercial no mês passado.
Entre os países que estão em análise para uma possível transferência estão nomes como México, Índia, Vietnã, Indonésia e Malásia, sendo que os dois últimos são os preferidos. As informações foram obtidas pelo portal com fontes próximas.
O ponto é que os fornecedores já admitiram que pode ser difícil replicar a logística chinesa e que isso pode fazer com que a mudança leve mais tempo do que o esperado. Com isso, a China pode permanecer como uma importante base para a Apple durante os próximos anos.
E, para completar, a Apple não estabeleceu um prazo final para que os fornecedores apresentem propostas comerciais, o que pode atrasar os trâmites.
Outra razão que pode ter feito a Apple se movimentar foi a possibilidade de que o seu principal produto, o iPhone, ficasse bem mais caro com a guerra comercial.
Leia Também
Segundo relatório do analista Samik Chatterjee do J.P. Morgan divulgado no mês passado, a empresa teria que elevar em 14% o preço do carro-chefe da marca, o iPhone, se quisesse eliminar o impacto do aumento das tarifas americanas contra os chineses.
No documento, o especialista mostrou que o preço do celular passaria de US$ 1.000 para US$ 1.1142. Com isso, os iPhones poderiam ficar 14% mais caros.
Isso porque sem o aumento de tarifas, o custo total de produção para a Apple do iPhone XS era de US$ 567. Agora, com a elevação das tarifas, o custo total de produção passaria a ser de US$ 709. Hoje, a produção do iPhone é feita na China.
Mesmo com a intensificação da guerra comercial, as ações da Apple apresentam valorização de 25,86% no acumulado do ano. Por volta das 14h51 de hoje, os papéis da companhia estavam sendo negociados em US$ 76,70, uma alta de 0,51%.
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora