O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Terça-feira será movimentada com a divulgação de sete balanços, a maioria deles após o fechamento dos mercados
A terça-feira, 30, será movimentada na bolsa com uma nova maratona de balanços. A maioria deles deve ser divulgada após o fechamento do mercado, mas as expectativas com relação aos números podem movimentar as ações já durante o pregão de hoje.
Os três destaques serão os números de Telefônica Brasil, Embraer e Cielo. A Telefônica vem de um segundo trimestre forte, com lucro líquido de quase R$ 2 bilhões. Mas, para o período entre julho e setembro, a expectativa é de um lucro menor, ainda assim consistente. Analistas consultados pela Bloomberg esperam, em média, um resultado positivo de quase R$ 1,5 bilhão. Confira as principais projeções para a dona da marca Vivo, que soltará seu balanço antes da abertura da bolsa:
Já a Embraer divulga seu balanço no meio a polêmica e controversa negociação com a Boeing para a criação de uma terceira companhia com a participação das duas fabricantes de aeronaves. A expectativa é de que o governo sinalize sua decisão sobre o acordo nas próximas semanas. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, já afirmou ter uma posição favorável ao negócio e pode ir além, com uma fusão da brasileira com a americana.
Por ora, o balanço que será publicado antes da abertura do mercado deve vir positivo pela primeira vez no ano, depois de dois trimestres seguidos de prejuízos. Os números do terceiro período, no entanto, devem vir menores do que o observado no 3º trimestre de 2017. Vale lembrar que já comentamos aqui no Seu Dinheiro que a ação da Embraer está barata e que existe uma expectativa muito positiva para a empresa, o que pode abrir margens para bons rendimentos.
Leia Também
Com geração de caixa e lucro em movimento de queda, a Cielo deve esboçar uma recuperação de seus números no terceiro trimestre. Desde o 3º trimestre de 2017, a companhia vem registrando quedas em seu lucro líquido ajustado e na sua geração de caixa, medida pelo Ebitda. Os números do 3º trimestre deste ano ainda devem vir abaixo do observado no mesmo período do ano passado e serão conhecidos no fim do dia.
A empresa é uma das gigantes do setor de meios de pagamento e se prepara para uma atualização em sua gestão, com a entrada de Paulo Caffarelli na presidência. Ele anunciou que deixará o comando do Banco do Brasil na semana passada.
A empresa deve divulgar números mais fracos do que o observado no mesmo período do ano passado, mas o foco dos investidores será a teleconferência da diretoria. A tendência é de que os dirigentes sejam questionados sobre a proposta da controladora Gol sobre a saída das ações da empresa de fidelidade da B3, fato que causou polêmica entre os acionistas.
Lucro Líquido ajustado: R$ 160,500 milhões
Ebitda: R$ 198,200 milhões
Receita: R$ 541,000 milhões
Lucro Líquido ajustado: R$ 339,495 milhões
Ebitda: R$ 163,000 milhões
Receita: R$ 440,793 milhões
Outros três balanços também devem gerar expectativas no mercado nesta terça-feira. Divulgam seus números RaiaDrogasil, Cyrela e EcoRodovias. Confira o que esperam os analistas para essas companhias:
Lucro Líquido ajustado: R$ 126,667 milhões
Ebitda: R$ 297,286 milhões
Receita: R$ 3,868 bilhões
Lucro Líquido ajustado: R$ 136,060 milhões
Ebitda: R$ 296,463 milhões
Receita: R$ 3,417 bilhões
Lucro Líquido ajustado: R$ 29,267 milhões
Ebitda: R$ 115,500 milhões
Receita: R$ 806,000 milhões
Prejuízo Líquido ajustado: R$ 6,763 milhões
Ebitda: R$ 67,541 milhões
Receita: R$ 598 milhões
Lucro Líquido ajustado: R$ 115,833 milhões
Ebitda: R$ 459,200 milhões
Receita: R$ 700,667 milhões
Lucro Líquido ajustado: R$ 125,342 milhões
Ebitda: R$ 456,500 milhões
Receita: R$ 660 milhões
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa