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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, participou de um protesto pró-Palestina no último sábado e foi duramente criticado por Israel
O Conselho de Segurança da ONU planeja um encontro de emergência para a próxima segunda-feira (30). A ideia é debater o avanço por solo de Israel contra o território da Faixa de Gaza, em busca de membros do grupo palestino Hamas. As informações são da CNBC.
Em mais um episódio da escalada do conflito, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, participou de um protesto pró-Palestina no último sábado. Erdogan também afirmou que Israel comete crimes de guerra nos ataques contra Gaza.
Como resposta, Israel convocou alguns diplomatas que atuam na Turquia. O ministro das Relações Exteriores, Eli Cohen, afirmou que o chamado foi feito “após graves declarações” do presidente do país.
Na votação da última sexta-feira (27) na ONU, a Assembleia Geral votou esmagadoramente a favor de uma resolução que apela a uma trégua humanitária imediata. Dos 14 países que foram contra a proposta, EUA e Israel são nomes de destaque. Ao todo, 120 países votaram a favor e 45 nações se abstiveram.
Assim, uma nova proposta deve ser apresentada pelos países interessados no fim do conflito.
Ontem, as forças de defesa de Israel informaram que irão intensificar a ofensiva contra a Faixa de Gaza por terra. O comunicado foi retransmitindo pela conta oficial do órgão no X, antigo Twitter.
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De acordo com a publicação, as forças armadas israelenses solicitaram a retirada da população do norte da região da Faixa de Gaza. “Voltar para o norte de Gaza será possível assim que as intensas hostilidades cessarem”, disse um representante do exército.
Enquanto era madrugada no Brasil, o ministro das relações exteriores de Israel, Eli Cohen, também informou no X que seu país havia rejeitado o apelo da ONU por uma trégua humanitária. Cohen ainda chamou o pedido de “desprezível".
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