Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Minha vida de urso: as alegrias e amarguras de um trader que fez história vendido

Quem acredita na baixa de um ativo, pode vender a descoberto e lucrar na queda. Os shorts de câmbio me fizeram um jovem rico (cheguei a ser apontado como um dos 10 melhores partidos de Belo Horizonte por um colunista social). Mas também já perdi o equivalente a 90 “Monzas” quando estava vendido em um único contrato de café. O fato é que você pode ganhar ou perder na alta ou na baixa. O mercado é um jogo de soma zero: quando alguém compra, outro vende. .

10 de outubro de 2019
5:54 - atualizado às 10:53
Bear market: tendência de queda
Imagem: Shutterstock

Normalmente, quando há uma forte queda nas bolsas de valores, os comentaristas dos telejornais dizem que o mercado estava de mau humor. Muitos analistas profissionais também usam essa expressão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Mau humor, quem, Cara Pálida?”, pergunto. E me apresso em responder: só parte dos investidores e especuladores se sentiu assim, os que saíram perdendo com a queda.

É importante ter em mente que cada compra corresponde a uma venda. Pois bem, aqueles que pularam fora de seus papéis antes do tombo estão de ótimo humor.

“Não disse que ia cair?”, carteiam para os amigos. “Tava na cara.”

Fora os que venderam a descoberto (venderam sem ter o ativo, para recomprar mais barato). Estes últimos estão simplesmente exultantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Solteira ninguém fica...

Caro amigo leitor, não existem operações solteiras. Sempre que alguém comprou, houve a contrapartida daquele que vendeu. Trata-se de um jogo de soma zero.

Leia Também

Tem muita gente (inclusive traders calejados) que diz que, nas compras, as perdas são limitadas – cotações não caem abaixo de zero.

Matematicamente, eles estão certos. Mas os vendidos podem, e devem, pôr um stop em suas operações. Passou dali, cai fora. Por isso é importantíssimo que o mercado em que se atua tenha liquidez.

No final dos anos 1950, em plena Era JK, eu operava câmbio numa corretora de Belo Horizonte. Época em que as coisas eram mais simples. A gente comprava dólares dos exportadores e vendia para os importadores, ou vice-versa, em troca de uma comissão. Não havia risco algum.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Meus principais clientes eram a Petrobras e a Cia. Vale do Rio Doce. Como importava petróleo, a primeira precisava comprar dólares. Sendo exportadora de minério de ferro, a Vale os vendia.

Certo dia me deu na telha que o dólar iria cair no dia seguinte. Os fundamentos apontavam para isso. Então vendi dólares para a Petrobras numa operação descasada. Dormi short. Achei até que estava cometendo algum tipo de irregularidade, mas mesmo assim fiz o negócio.

Tal como supunha, o dólar caiu contra o cruzeiro. Comprei o que precisava para entregar à Petrobras. Além da comissão, faturei uma boa graninha, na primeira tacada de uma vida que seria quase toda dedicada à especulação.

Me senti o inventor da roda. Mal sabia que ficar short, vender a descoberto, ser um urso, era prática corriqueira nos mercados internacionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Repeti a dose outras vezes. Embora não me lembre dos valores, me tornei um jovem rico (tinha lá meus 19 ou 20 anos), a ponto de comprar um Cessna 180 (tinha brevê de piloto desde 1958) e uma Berlineta Interlagos de corrida, com a qual competia no circuito da ilha do Fundão, no Rio de Janeiro.

Um colunista social de Belo Horizonte, imagina, me pôs na lista dos 10 melhores partidos da cidade.

Touros e Ursos, comprados e vendidos

 

Touro e urso simbolizam os comprados e vendidos nos mercados
Touro e urso simbolizam os comprados e vendidos nos mercados - Imagem: Shutterstock

Então, seis ou sete anos mais tarde, quando fui estudar Portfolio Management (administração de carteiras) na Universidade de Nova York, NYU, é que aprendi técnicas de venda a descoberto, como detecção de pontos de resistência, Índices de Força Relativa (RSI – Relative Strenght Index), etc, sempre com o uso de stops defensivos, sem os quais um trader acaba quebrando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já falei sobre isso em minhas crônicas, mas não custa repetir. Nos diversos mercados, aqueles que estão comprados são conhecidos como “touros” (bulls – daí a expressão bull market). Já os vendidos são os ursos (bears – bear market).

Esses termos têm origem na época da corrida do ouro na Califórnia, na década de 1840, quando os faiscadores, para se divertir e apostar dinheiro, promoviam lutas de touros contra ursos. Como os primeiros atacavam com os chifres, movendo-os para cima, e os segundos com as patas, para baixo, essa nomenclatura foi adotada pelo mercado.

É usada até hoje.

Surgiram derivações: bullish é o especulador altista; bearish, o baixista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estou bullish para as ações da Petrobras”, diz um trader para um colega, com a maior naturalidade, significando com isso que espera que a ação vá subir.

Um urso militante

Em 1966, voltei de Nova York para o Brasil. Fui trabalhar como operador de pregão na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Tornei-me um urso militante. Gostava muito de trabalhar vendido.

Havia inclusive uma operação extremamente rentável, na qual não se corria risco algum. Comprava-se ações à vista e vendia o lote a termo, por um preço obviamente mais caro. Só que muito comumente a outra ponta liquidava o negócio antecipadamente, o que me proporcionava um lucro muito superior às taxas de juros praticadas pelo mercado.

Nessa minha vida de urso, nem tudo foi alegria. Certa ocasião vendi, na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (Bolsinha) um contrato (apenas um) de café futurão, que era como chamávamos os vencimentos longos, perigosíssimos em época de inflação galopante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pois bem, sofri um prejuízo colossal. Como o preço à vista, que, obviamente, não tinha limite, subia muito, e os limites, em números absolutos, eram iguais para todos os vencimentos, o meu, Dezembrão, quanto mais subia mais barato ficava, se é que me entendem. E não dava para pular fora por causa da ausência de compradores.

Um dos carros mais caros da época era o Monza, da GM. Pois bem, eu perdia um Monza por dia. Vendido em UM contrato, repito. Isso durou uns três meses (90 Monzas). Eu, que até então vinha bem de vida, já estava quase quebrado quando o Dezembrão começou a ter liquidez e pude cair fora.

Pouco tempo depois, quando passei a operar somente nos mercados internacionais, trabalhar vendido tornou-se para mim uma coisa corriqueira. Verdadeiro vício. Se achava que determinado ativo ia cair, vendia a futuro sem dó nem piedade.

Como escrevi acima, o mais importante numa venda à descoberto é que o contrato tenha liquidez (justamente o que não acontecera no meu café Dezembrão).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Grandes trades para os vendidos

Tenho uma teoria, com a qual acho que ninguém compartilha, e nem sei se as estatísticas a comprovam. No mercado futuro de S&P500 é melhor passar o fim de semana vendido do que comprado.

Nos sábados, domingos e feriadões, o governo americano não divulga dados sobre a economia, o FOMC não mexe nos juros nem publica atas. Mas há terremotos, tsunamis, golpes de estado e assassinatos de políticos. A imprensa divulga escândalos e falcatruas.

Vejam bem, essa tese é minha. Embora tenha ganhado dinheiro com ela, a amostragem é pequena. Pode ser que tenha tido sorte.

Houve uma vez que não ganhei nem perdi um dólar sequer mas que quase me alijou do mercado por pura frustração. Estou me referindo ao crash da Bolsa de Valores de Nova York em 19 de outubro de 1987.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na newsletter que publicava mensalmente, Relatório FNJ, previ essa débâcle. Mas como na sexta-feira, dia 16, que precedeu o tombo, o S&P500 caiu muito, não tive coragem de vender naquele nível.

Deixei de ganhar algo como 250 mil dólares, que teriam sido os mais fáceis de minha vida.

Em 11 de setembro de 2001, já não operava mais. Era apenas escritor. Mas tenho certeza de que quando o segundo avião (UAL175) atingiu a Torre Sul do World Trade Center, configurando um ataque terrorista (o American Airlines 11 já se espatifara contra a Torre Norte minutos antes), deu tempo de vender o Ibovespa futuro na BM&F (Nova York nem chegou a abrir), que caiu 9,18% naquela terça-feira.

Alguns mercados trabalham sempre em contango (futuros mais caros do que o preço spot). Outros, em backwardation (futuros mais baratos do que o valor presente). Há também os ativos que alternam as duas situações, dependendo do momento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ouro, por exemplo, negociado na Comex em Nova York, é sempre contango. Quem acertar uma queda prolongada desse mercado, poderá ficar short por vários anos, rolando a posição com lucro. O mesmo acontece com o contrato de dólar futuro na BM&F.

Em meio ao enorme leque de negócios oferecido pelo mercado de derivativos, o mais rentável é vender calls e puts o tempo todo. Melhor dizendo, vender o tempo (time value).

Conheço traders que enriqueceram com isso, e continuam ganhando dinheiro. Só que de vez em quando levam uma tamancada.

Nada mais agradável do que estar assistindo o futebol na TV num domingo, sabendo que o prazo de sua opção vendida está inexoravelmente se esgotando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas vou alertar de novo. Um call ou put pode quintuplicar de preço em questão de dois ou três dias.

George Soros - Imagem: Shutterstock

Um dos mais famosos shorts da história aconteceu com o megaespeculador George Soros. Em 1992, ele ganhou nada menos do que um bilhão de dólares vendido em libras esterlinas. Em valores de hoje, são quase dois bilhões (US$1.830.000.000,00). Seu oponente na operação, tentando salvar a libra, era simplesmente o Bank of England.

Quando a gente comenta sobre o crash de 1929, a lembrança costuma ser dos perdedores, das pessoas que ficaram sem um centavo e até se lançavam do alto dos prédios de Manhattan.

Quem leu meu livro 1929 sabe que houve dois grandes vencedores: Joseph Kennedy (pai do presidente John Kennedy) e Jesse Livermore, este considerado um dos maiores traders de todos os tempos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Mas Livermore também não se suicidou?”, pode estar indagando um dos assinantes.

Sim, respondo, ele deu um tiro na própria testa, em 28 de novembro de 1940. Só que, nessa época, estava comprado. Transformara-se em um touro.

Na onda de ataques especulativos ocorrida em 1997 e 1998, muita gente ganhou fortunas “shorteando” o baht da Tailândia, a rúpia da Indonésia, o won da Coreia do Sul, o peso das Filipinas, o renminbi chinês, o dólar de Hong Kong, além de diversas outras moedas asiáticas.

Saqueada a praça asiática, os ursos se voltaram para o México, Argentina (onde isso é até rotina; parece que os hermanos gostam) e o real brasileiro. Por pouco não tivemos uma crise sistêmica, que teria acabado com o Plano Real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Devo correr para vender?

Se você leu esta crônica e ficou com a impressão de que operar vendido é o melhor negócio do mundo da especulação, não posso ir embora antes de esclarecer esse ponto. Não. Não é. O melhor negócio do mundo é estar do lado vencedor, seja como touro, seja como urso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALUGUEL DE AÇÕES EM DISPARADA

Às vésperas de eleição decisiva na Hapvida (HAPV3), controladores ‘mostram os dentes’ para defender o poder na empresa

27 de abril de 2026 - 18:45

Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho

OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO

Sabesp (SBSP3) quer a Emae só para si: com oferta na mesa, EMAE4 dispara até 20% fora do Ibovespa

27 de abril de 2026 - 12:25

As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel

RESUMO SEMANAL

Estrangeiros de saída do Ibovespa? Bolsa cai 2,8% na semana, mas Hapvida (HAPV3) brilha e dispara 15%

25 de abril de 2026 - 11:32

Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

BTG Pactual Logística (BTLG11) quer surfar a onda dos galpões logísticos e anuncia oferta de até R$ 2 bilhões; confira os detalhes da operação

24 de abril de 2026 - 15:28

Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas

RENDA EXTRA NA CONTA

Copel (CPLE3) define data para pagar dividendos de R$ 1,35 bilhão. Quem tem direito ao pagamento?

24 de abril de 2026 - 14:30

O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.

TEMPORADA DE BALANÇOS

Lucro da Usiminas (USIM5) mais que dobra e ação salta 7%; dólar fraco e ‘mix premium’ turbinam os números do 1T26

24 de abril de 2026 - 13:14

Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores

CICLOS POSITIVOS

Vacância em lajes corporativas volta ao nível pré-pandemia em São Paulo, diz BTG Pactual — mas outro setor bate recordes e rouba a cena

24 de abril de 2026 - 12:01

Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve

ONDA DE AQUISIÇÕES?

A corrida pelo “ouro do século 21”: acordo bilionário de terras raras da Serra Verde pode ser apenas o começo, prevê BTG  

23 de abril de 2026 - 19:11

Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro

ENFERRUJOU?

Itaú BBA corta preços-alvo de CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3); entenda o principal motivo para a decisão

23 de abril de 2026 - 17:06

Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%

NEM PAPEL, NEM TIJOLO

FoFs roubam a cena entre FIIs e lideram retornos no último ano, mostra índice da Rio Bravo; confira o desempenho dos setores

23 de abril de 2026 - 13:21

Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora

REFORÇO BILIONÁRIO

Carro já era? Tesla (TSLA34) quer triplicar investimentos em 2026 com a ambição de Elon Musk em se tornar uma potência de IA

23 de abril de 2026 - 11:57

A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial

NOVO VALOR

Small cap da bolsa recalcula dividendos de R$ 150 milhões após recompra de ações; veja novas datas e valores por papel

23 de abril de 2026 - 11:03

A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026

ESTRATÉGIA DE ELITE

Segredo de R$ 5 bilhões: a regra de ouro dos multimilionários para proteger o patrimônio (e como você pode copiar)

23 de abril de 2026 - 6:04

Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra

O QUE COMPRAR AGORA

A mamata da bolsa acabou? Ibovespa pode chegar nos 210 mil pontos, segundo o BofA, mas as ações já não estão baratas

22 de abril de 2026 - 17:29

O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui

NA PONTA DO GIZ

Yduqs, Cogna, Ânima, Ser… empresas de educação devem sofrer no 1T26; veja quem ganha e quem perde, segundo o BofA

22 de abril de 2026 - 16:21

Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância

O VAIVÉM DA TRÉGUA

Trump leva turbulência aos mercados, coloca bolsas em zona de perigo e faz o petróleo decolar

21 de abril de 2026 - 17:35

O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda

NO BALANÇO DAS HORAS

Do ouro e prata ao cobre e níquel, o tic-tac do cessar-fogo derruba commodities metálicas 

21 de abril de 2026 - 15:53

A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas

INFLAÇÃO VIROU ALIADA?

O FII que paga IPCA + quase 10% ao ano: por que a XP segue comprada no KNIP11

21 de abril de 2026 - 12:00

Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto

FLUXO GLOBAL

Brasil é o emergente preferido dos estrangeiros na América Latina — mas a bolsa que mais dispara em 2026 fica do outro lado do mundo

20 de abril de 2026 - 13:05

Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes

ATÉ MAIS TARDE

O bitcoin não dorme — e a B3 quer acompanhar: bolsa estende pregão de criptomoedas e ouro até 20h

20 de abril de 2026 - 9:54

Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia