🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Perspectivas

Esqueça o PIBinho, o negócio é o lucro! Esses gestores de peso estão superotimistas com as bolsas e comprados em Real

Apesar das revisões do nosso PIB para baixo e dos temores de desaceleração global, gestoras como Alaska, Brasil Capital, Legacy e Bahia estão bullish à beça; conheça as posições dos seus fundos de ações e multimercados

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
13 de maio de 2019
5:30 - atualizado às 9:51
Imagem: Shutterstock

O otimismo abundou em um Encontro com Gestores promovido pela corretora Guide em São Paulo na última quarta-feira (8). Entre os representantes das gestoras convidadas a palestrar, predominaram uma postura bullish em relação às bolsas americanas e brasileira, boas perspectivas em relação à reforma da Previdência e apostas no fortalecimento do Real frente ao dólar e outras moedas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No line-up do evento, nomes de peso: Legacy, Truxt e Bahia Asset Management, no time dos multimercados; e Alaska, Brasil Capital e AZ Quest, no time das ações.

The only way out is up

Os gestores de ações presentes de cara deixaram claro o seu otimismo com a bolsa. “Eu acho que a bolsa brasileira está barata”, disse Alexandre Silvério, CIO e gestor de renda variável da AZ Quest, que abriu sua fala se dizendo otimista com os cenários interno e externo.

“É mais sexy ser pessimista, ficar apontando problema, a gente fica parecendo inteligentinho… mas eu sou otimista”, disse Ney Miyamoto, sócio-gestor da Alaska.

O entusiasmo vem de uma combinação de fatores e dados que tornam o momento propício para os investimentos de risco, mesmo parecendo, à primeira vista, que tudo está se deteriorando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas suas apresentações repletas de gráficos, os gestores trouxeram alguns dados que não dá para ignorar. Apesar de o Ibovespa estar nas máximas em termos nominais, ele ainda apresenta potencial de alta quando corrigido por vários indicadores. Em dólar, por exemplo, a máxima se deu em maio de 2008.

Leia Também

“Atualizando o Ibovespa pelo IPCA, a bolsa ainda tem potencial de 40% de alta”, disse Christian Klotz, sócio da Brasil Capital.

Para ele, ainda há muito espaço para alocação em bolsa: os investidores estrangeiros estão de fora, a alocação em ações por parte dos fundos de pensão brasileiros está na mínima histórica, e o investimento em bolsa, no geral, está em um patamar próximo ao de 2002, quando a eleição de Lula causou grande estresse no mercado financeiro.

Klotz chamou atenção para o fato de que nossa última crise destruiu o lucro das empresas, a ponto de a queda do lucro por ação em dólar no Brasil ter sido de 75% entre 2012 e 2016, o mesmo percentual de queda do S&P500 quando da Crise de 29 (entre 1929 e 1933).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O múltiplo preço-lucro (P/L) da bolsa brasileira está na média histórica de 11,5 vezes”, observou, num indicativo de que, de fato, as ações não estão caras.

Esqueça o PIBinho! O importante é a lucratividade

Essa questão do lucro foi um ponto central das apresentações dos gestores de ações. Eles fizeram questão de frisar que as atenções dos investidores deveriam estar menos voltadas para o crescimento do PIB e suas recentes revisões para baixo do que para a lucratividade das empresas.

Ney Miyamoto, da Alaska, lembrou que a bolsa não tem tanta correlação com crescimento do PIB ou com fatores como a composição da equipe econômica do governo, mas sim com o lucro das empresas.

“O que explica as altas na bolsa é a lucratividade. Procure a empresa que dá lucro”, disparou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, com o dólar perto de R$ 4, as companhias brasileiras estão mais competitivas no cenário internacional, e estão até “tirando mercado de chinês”, como bem lembrou Miyamoto.

“Em 2015, as empresas brasileiras atingiram as piores margens, pois os custos aumentaram, numa expectativa de retomada que não aconteceu. Elas então fizeram ajustes de custos, incluindo demissões, o que dobrou as margens”, disse Alexandre Silvério, da AZ Quest.

A crise obrigou as empresas a venderem ativos, cortarem despesas, demitirem e se desalavancarem para sobreviver. “As empresas se saíram melhor que as expectativas por eficiência e ganho de participação de mercado, e não por melhora no cenário macroeconômico”, completou.

Hoje, as companhias brasileiras estão enxutas e “leves” em um ambiente de juro baixo, prontas para terem crescimento de 20% nos lucros nos próximos três anos, segundo Silvério, que acredita que o P/L da bolsa pode chegar a 14 vezes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não tá tranquilo, mas tá favorável

Fora isso, o Brasil apresenta hoje uma combinação de fatores que beneficia os investimentos em bolsa.

Todos os gestores fizeram questão de destacar a grande capacidade ociosa das empresas, além do fato de que a nossa inflação não só está baixa e controlada, como também apresenta uma qualidade inédita.

Com o crescimento pífio que o Brasil vem experimentando, o desemprego elevado e a falta de confiança de investidores e consumidores, a capacidade ociosa das empresas está grande o suficiente para possibilitar que a economia cresça por um bom tempo sem necessidade de aumento de investimentos e custos, ou seja, sem gerar inflação.

“Temos aí uns dois anos para crescer sem gerar inflação e com juro baixo”, disse Felipe Guerra, CIO da Legacy Capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, os preços hoje estão controlados com uma característica diferente, pois a inflação do núcleo de serviços, que já pressionou em outros momentos de inflação reduzida, está baixa. “Algo similar aconteceu no México, que acabou tendo um período longo de juro baixo”, observou Mariana Dreux, gestora macro da Truxt Investimentos.

O PIBinho e o baixo risco de pressão inflacionária são as condições ideais para manter os juros reduzidos ainda por um bom tempo, o que justamente favorece os ativos de risco.

Não tem como não passar

Como você pode ver, na visão dos gestores-palestrantes, as boas perspectivas para a bolsa vão além das questões políticas e até mesmo da reforma da Previdência - embora esta seja, sim, fundamental para a economia andar.

Mas se os mercados convulsionam com as discussões no Congresso ou a guerra comercial entre EUA e China, o que mais tem por aí é ruído, a começar pelas disputas ideológicas no âmago do Poder Executivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Tem muita espuma, mas isso aí vai morrer com o tempo”, disse Marcelo Mendes, gestor macro da Bahia Asset Management.

Ou seja, esqueça olavetes, rusgas de família e pautas de costumes, porque essas coisas, no fim do dia, não afetam a economia, nem fazem preço.

No momento, aliás, o Executivo não é o grande foco, mas sim o Congresso. A reforma da Previdência sim, é assunto relevante, mas todos os palestrantes deram a coisa como dada: não tem como não passar, e se vai ser no primeiro ou no segundo semestre, não faz a menor diferença para o longo prazo.

Ainda assim, os gestores alertam que apenas a reforma da Previdência não será suficiente. Ela é fundamental para o país não quebrar e voltar a ter credibilidade, além de devolver a confiança para as empresas, todas condições fundamentais para a retomada econômica. Mas, no fim da contas, o Brasil precisa mesmo é voltar a crescer e gerar superávit primário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Felipe Guerra, da Legacy, se o PIB continuar crescendo na casa de 1% ao ano, o país continuará deficitário. Seria preciso crescer na casa dos 2% ao ano para voltar a gerar superávit.

O potencial, no entanto, é grande. Para a Legacy, o PIB pode crescer de 2,5% a 3,0% no ano que vem depois de aprovada a reforma da Previdência.

Guerra acredita, ainda, que a aprovação da reforma da Previdência pode destravar a agenda de medidas microeconômicas para melhorar o ambiente de negócios.

O clima geral entre os gestores é de que as medidas já tomadas, com o governo saindo mais de cena como indutor econômico, já estão dando resultado positivo e continuarão sendo fundamentais para a retomada do crescimento do PIB.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E lá fora?

O otimismo se estende para o exterior. Não que alguém negue o processo de desaceleração da economia global, mas as condições macroeconômicas lá fora continuam propícias para ativos de risco, segundo os gestores.

O crescimento nos Estados Unidos continua forte, com desemprego mínimo e renda alta, mas mesmo assim a inflação e os juros por lá permanecem baixos, o que é positivo também para bolsas de países emergentes.

“A produtividade americana está subindo, o que traz uma oportunidade de crescer por mais algum tempo sem gerar inflação”, disse Felipe Guerra, da Legacy, que está comprada em bolsa americana.

“O retorno sobre o capital das empresas americanas ainda está muito acima do custo de capital. Então nem conseguimos ver recessão nos Estados Unidos ainda”, disse Guerra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A China também não é grande fonte de preocupação, dado que voltou a estimular a economia. O resultado da guerra comercial com os Estados Unidos é que ainda é uma incógnita, mas os gestores acreditam que a China tem todo o interesse de resolver a questão.

A Europa é que é a fonte de preocupação maior, já que a zona do euro tem dificuldade de se recuperar, e ainda tem a complicação do Brexit. Mesmo assim, o fato de juros e inflação também permanecerem baixos por lá também, no fim das contas, favorece as bolsas.

“As crises nos países europeus são mais localizadas, não devem causar contaminação”, disse Alexandre Silvério, da AZ Quest.

Além do otimismo em relação às bolsas americanas e brasileira, os gestores de multimercados apostam na valorização do real. Legacy e Bahia estão comprados na moeda brasileira, uma das suas principais posições atualmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O dólar está bem forte. Na hora em que vier uma desaceleração, ele tende a cair”, diz Guerra, da Legacy.

Onde os gestores estão investindo

Legacy

A Legacy Capital é uma gestora de fundos multimercados nascida em 2018, cujos principais sócios são oriundos da tesouraria do Santander. Tem por volta de R$ 1,3 bilhão sob gestão.

A casa estima uma economia de R$ 700 bilhões a R$ 800 bilhões em dez anos com a aprovação da reforma da Previdência, o que seria suficiente para estabilizar a dívida pública na casa dos 80% do PIB.

Segundo o CIO Felipe Guerra, a Legacy zerou sua posição em renda fixa (títulos atrelados à inflação) e está comprada em bolsa americana. “A guerra comercial é uma oportunidade para comprar mais”, disse Guerra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também apostam na valorização do real contra uma cesta de moedas.

Seus dois fundos ainda são jovens, tendo sido criados em julho de 2018. Até agora, renderam mais de 200% do CDI.

Truxt

A Truxt é uma gestora de fundos multimercados e ações cujos principais sócios são egressos da ARX. Tem R$ 10,5 bilhões sob gestão.

A casa espera uma economia de R$ 500 bilhões a R$ 750 bilhões em dez anos com a aprovação da reforma da Previdência, o suficiente para estabilizar a dívida em um patamar entre 80% e 75% do PIB.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Truxt aposta em bolsas emergentes e no S&P500. No Brasil, estão comprados em títulos prefixados na parte intermediária da curva de juros e comprados em dólar contra o real. “É uma aposta no cenário estrutural, pois o Brasil precisa de juro baixo e moeda depreciada para crescer”, disse a gestora macro Mariana Dreux.

Desde o início em junho de 2017, o multimercado macro da Truxt acumula valorização de 18,23%, e o long biased teve retorno de 41,12%, contra 14% do CDI.

Bahia Asset Management

Gestora de multimercados, fundos de ações, renda fixa e moedas, é a antiga BBM Investimentos, nascida da tesouraria do Banco BBM. Tem cerca de R$ 20 bilhões sob gestão.

A casa acredita que a reforma da Previdência será aprovada em meados de agosto. Suas operações com títulos atrelados à inflação lhes garantem um retorno de 5% mais IPCA na renda fixa. Também investem em juros reais nos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O principal fundo da casa, o Maraú, retornou 170% do CDI desde o seu início em dezembro de 2012. Segundo Marcelo Mendes, gestor macro da Bahia AM, a maior posição do fundo, no momento, é uma aposta em real contra uma cesta de moedas.

“O Brasil pode ser um case único de crescimento. O dólar pode voltar a R$ 3,50 ou R$ 3,60 com o retorno do crescimento”, disse Mendes.

Brasil Capital

Gestora de ações focada em papéis de empresas médias reconhecidas em seus mercados, além de companhias de grande porte, com base em análise fundamentalista. Seus fundos têm pouca sobreposição com o Ibovespa, tendo uma composição complementar à do índice. Aproximadamente R$ 2,5 bilhões sob gestão.

“Buscamos não os maiores retornos, mas os mais consistentes”, definiu o sócio Christian Klotz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Brasil Capital gosta das ações do setor de infraestrutura, que ainda tem gargalos e espaço para mais investimentos. “Como mercado emergente, deveríamos investir de 20% a 25% do PIB em infraestrutura, mas investimos em média 18%”, disse Klotz.

As principais posições da gestora hoje são CVC, Alupar, Itaúsa, Cosan, Rumo, Petrobras, B3, Aliansce, Equatorial e Energisa. O retorno estimado do seu portfólio é de cerca de 22% ao ano, muito lastreado no crescimento dos lucros das companhias.

O principal fundo da casa é o Brasil Capital FIC Fia, que apresentou retorno médio de 27,2% ao ano desde o início, em outubro de 2008, contra 8,5% ao ano do Ibovespa e 10,2% ao ano do CDI.

AZ Quest

Gestora com prateleira completa de fundos, fruto de uma joint venture entre a gestora global Azimut e a Quest Investimentos. Tem mais de R$ 18,2 bilhões sob gestão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o CIO Alexandre Silvério, R$ 500 bilhões de economia em dez anos com a reforma da Previdência “é mais que suficiente”.

A gestora gosta de ações de companhias cíclicas domésticas, que são aquelas que mais podem se beneficiar de uma retomada no crescimento, como os setores de varejo, consumo, saúde, educação, serviços financeiros e bancos. Lojas Renner, Localiza e CVC são papéis de destaque na carteira.

Em segundo lugar, as ações cíclicas globais, que são as de empresas ligadas a commodities.

O fundo AZ Quest Top Long Biased rendeu 232,4% desde o início em outubro de 2011, contra 112% do IBrX 100. Já o AZ Quest Ações rendeu 1.084,27% desde abertura em junho de 2005, contra 267,71% do Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O fundo de small e mid caps da casa acumula retorno de 383,85% desde a abertura em dezembro de 2009, contra 64,76% do Índice Small Cap.

Alaska

Gestora focada principalmente em ações, fruto da parceria entre Luiz Alves Paes de Barros, um dos maiores investidores individuais da bolsa brasileira, com os sócios da antiga Skipper, Henrique Bredda e Ney Miyamoto. Tem cerca de R$ 4,2 bilhões sob gestão.

As principais posições do fundo hoje são as ações de Petrobras, Vale, Magazine Luiza, Braskem, Rumo, Suzano, Ambev, Kroton, Valid, Marcopolo e Klabin.

Seu principal fundo, o Alaska Black, rendeu 352% desde 2012, contra 67% do Ibovespa e 100% do CDI.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar