🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Otimismo na bolsa

Firme e forte: Ibovespa engata a quarta alta seguida e chega a mais um recorde

O Ibovespa aproveitou-se da ausência de fatores negativos e do bom desempenho das ações da Petrobras para fechar em alta e cravar mais um recorde

Victor Aguiar
Victor Aguiar
5 de dezembro de 2019
18:37 - atualizado às 10:47
Selo Mercados FECHAMENTO Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Parecia que o rali dos ativos brasileiros seria interrompido nesta quinta-fera (5). Logo no início do dia, o Ibovespa operava em queda e o dólar à vista subia, sinalizando uma sessão mais cautelosa por parte dos agentes financeiros. Afinal, não havia nenhuma novidade no horizonte que justificasse uma postura mais agressiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o contrário também era válido, já que tampouco havia algum fator que inspirasse um cuidado maior às operações. Em linhas gerais, o cenário continuava o mesmo dos últimos dias: no exterior, reina o otimismo em relação ás negociações comerciais entre EUA e China; por aqui, prevalece o bom humor quanto à recuperação da economia local.

Nesse cenário, o tom mais prudente visto no início da sessão foi dando lugar a um tom mais animado às negociações, tanto no Ibovespa quanto no dólar à vista. E, em pouco tempo, ambos viraram de mão, dando continuidade ao alívio dos últimos dias.

O Ibovespa, por exemplo, chegou a subir aos 111.072,80 pontos (+0,70%) no melhor momento do dia, cravando um novo recorde intradiário. O índice perdeu força e fechou em alta de apenas 0,29%, aos 110.622,27 pontos — ainda assim, um novo topo histórico, em termos de encerramento.

Com os ganhos de hoje, o Ibovespa chegou ao quarto pregão consecutivo em alta — é a melhor sequência desde outubro, quando chegou a completar seis sessões consecutivas no campo positivo. Desde o início da semana, o índice acumula uma valorização de 2,21%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o dólar à vista? Bem, no mercado de câmbio, a reação foi um pouco mais lenta: a divisa americana permaneceu em alta durante toda a manhã, invertendo a tendência apenas depois do almoço. Ao fim do dia, o dólar caiu 0,34% a R$ 4,1882 — também foi a quarta sessão consecutiva de alívio.

Leia Também

O real, assim, juntou-se às demais moedas de países emergentes, que também se valorizaram hoje. Desde segunda-feira, o dólar à vista já cai 1,24%.

Conversas da guerra

Lá fora, autoridades de Pequim disseram que o diálogo comercial com os EUA continua em andamento, apesar dos recentes atritos entre os países nos assuntos ligados aos protestos sociais em Hong Kong.

Essa sinalização trouxe algum sentimento positivo aos agentes financeiros, mas o front da guerra comercial ainda inspira cuidados. Afinal, os Estados Unidos começarão a implantar uma nova rodada de tarifas às importações da China no próximo dia 15 — e, ao menos por enquanto, não há avanços concretos nas negociações para barrar essas sobretaxas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário, as bolsas americanas hesitaram em assumir um tom amplamente positivo, passando boa parte do dia ao redor da estabilidade. No fechamento, o Dow Jones teve alta de 0,10%, o S&P 500 subiu 0,15% e o Nasdaq 0,05%.

Por aqui, contudo, alguns fatores domésticos ajudaram a dar forças ao Ibovespa, com destaque para a perspectiva de recuperação da economia do Brasil, após os dados animadores do PIB no terceiro trimestre e da produção industrial em outubro. Mas não apenas isso: nesta quinta-feira, uma empresa em particular deu uma mãozinha à bolsa.

Otimismo com a Petrobras

Um dos motores por trás da nova sessão de ganhos do Ibovespa foi o bom desempenho dos papéis da Petrobras: as ações PN da estatal (PETR4) subiram 1,31%, enquanto as ONs (PETR3) tiveram ganho de 1,30%.

Ontem, a companhia realizou um evento dedicado a analistas e investidores nos Estados Unidos, transmitindo uma mensagem positiva acerca do futuro. Casas como o BTG Pactual e o Credit Suisse mostraram-se otimistas quanto às perspectivas para a estatal, o que dá forças aos papéis da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o petróleo não cedeu a um movimento de realização de lucros, mesmo após os ganhos expressivos da sessão passada. O WTI com vencimento em janeiro ficou estável, enquanto o Brent para fevereiro subiu 0,61%.

Vale lembrar que a reunião semanal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados — grupo conhecido como Opep+ — está em andamento, e há a expectativa quanto a um anúncio de manutenção no corte de produção da commodity, o que elevaria os preços do produto.

Bancos avançam

O clima de otimismo em relação à economia doméstica também deu forças às ações do setor bancário. Bradesco ON (BBDC3) liderou o grupo, com alta de 0,69%, enquanto Bradesco PN (BBDC4) subiu 0,41% e as units do Santander Brasil (SANB11) tiveram ganho de 0,22% — as exceções foram Banco do Brasil ON (BBAS3), em baixa de 0,86%, e Itaú Unibanco PN (ITUB4) com queda de 0,14%.

Top 5

Confira as cinco ações de melhor desempenho do Ibovespa no momento:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Cielo ON (CIEL3): +5,21%
  • Weg ON (WEGE3): +2,99%
  • Bradespar PN (BRAP4): +2,85%
  • Equatorial ON (EQTL3): +2,11%
  • Magazine Luiza ON (MGLU3): +1,86%

Veja também as cinco maiores quedas do índice:

  • Ultrapar ON (UGPA3): -2,12%
  • MRV ON (MRVE3): -1,66%
  • Raia Drogasil ON (RADL3): -1,60%
  • Via Varejo ON (VVAR3): -1,38%
  • NotreDame Intermédica ON (GNDI3): -1,20%

Dólar vira para queda

O dólar à vista iniciou o dia sob pressão e chegou a tocar o nível de R$ 4,22 na máxima do dia, em meio ao cenário estrutural para a moeda: diferencial de juros em queda, menor apelo do carry trade e remessas mais volumosas de divisas ao exterior — um fator comum no encerramento do ano.

Mas, segundo o operador de câmbio da corretora Correparti, Ricardo Gomes Filho, esse patamar mais elevado da divisa provocou um movimento de venda no mercado futuro — o que, consequentemente, puxou a cotação da moeda para baixo no segmento à vista.

"É uma faixa de flutuação absolutamente normal", diz Gomes Filho, referindo-se ao intervalo entre R$ 4,18 e R$ 4,22. "Não há nenhum fator macroeconômico mais relevante, tudo segue sob controle".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O operador da Correparti ainda lembra que, no fim de ano, o volume de negociações do mercado de câmbio tende a cair bastante, o que deixa as operações mais sujeitas à volatilidade. Ele ainda ressalta que, ao mudar de tendência, o real ficou em linha com os pares no exterior, que também se valorizaram em relação ao dólar.

Divisas como o peso mexicano, o rublo russo, o peso chileno, o rand sul-africano e o peso colombiano, entre outras, ganharam terreno pelo segundo dia seguido. E mesmo as moedas fortes também conseguiram passar por uma onda de alívio: o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta com as principais divisas do mundo, caiu 0,23%.

"O investidor sai da proteção, da segurança, e se expõe mais ao risco. O ambiente externo está melhor, em meio às negociações EUA-China", diz Gomes Filho. "Não tem nenhum vento ruim lá fora, e, por aqui, o ambiente também é bom".

Juros em alta

As curvas de juros não acompanharam o alívio do dólar nesta tarde e fecharam em leve alta. Veja como ficaram os principais DIs nesta quinta-feira:

  • Janeiro/2021: de 4,67% para 4,70%;
  • Janeiro/2023: de 5,82% para 5,85%;
  • Janeiro/2025: de 6,42% para 6,44%;
  • Janeiro/2027: de 6,73% para 6,77%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar