🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Recuperação

O humor dos mercados melhorou e o Ibovespa acumulou alta de 2% na semana

O otimismo dos grandes bancos e casas de análise com o Brasil, somado à percepção mais positiva em relação à guerra comercial, criou as condições certas para o Ibovespa avançar

Victor Aguiar
Victor Aguiar
22 de novembro de 2019
10:29 - atualizado às 10:48
Selo Mercados FECHAMENTO Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Até o meio da semana, o mercado brasileiro andava meio cabisbaixo. Na terça-feira (19), o Ibovespa estava com desempenho negativo na semana, enquanto o dólar à vista aparecia perto das máximas. Aí, veio a pausa para o feriado do Dia da Consciência Negra... e tudo mudou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como num passe de mágica, as tensões se dissiparam e os humores ficaram leves como uma pluma. O resultado dessa virada? O Ibovespa não só zerou as perdas dos dois primeiros pregões — ele foi além. O principal índice da bolsa brasileira fechou a sessão desta sexta-feira (22) aos 108.692,28 pontos, em alta de 1,11%.

Com isso, o Ibovespa terminou uma semana que parecia fadada ao campo negativo com um ganho acumulado de 2% — tanto ontem quanto hoje, o índice terminou nas máximas intradiárias, registrando avanços de mais de 1%.

O dólar à vista não teve um alívio tão intenso, mas, ainda assim, conseguiu dar um respiro e se afastar das máximas. A moeda americana encerrou a sessão desta sexta-feira rigorosamente estável, a R$ 4,1929, acumulando uma baixa ínfima de 0,01% na semana. É pouco, mas, de qualquer maneira, serviu para a divisa se distanciar do pico do estresse.

E o que provocou essa mudança de percepção dos agentes financeiros?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bom uma série de fatores. Em primeiro plano, aparece a perspectiva positiva de diversos bancos estrangeiros em relação aos mercados brasileiros em 2020: instituições como Credit Suisse, J.P. Morgan e Goldman Sachs mostraram-se animados com o potencial do Brasil no curto e médio prazo.

Leia Também

Além disso, a guerra comercial entre Estados Unidos e China teve desenvolvimentos mais positivos nos últimos dias. Ok, nada de concreto aconteceu — todos os desdobramentos ocorreram no campo das declarações — mas, de qualquer maneira, o mercado gostou do que viu.

Ibovespa para o alto

Em linhas gerais, os bancos e casas de análise apontam para a mesma direção: o Brasil aparece entre os mercados com maior potencial para terem uma performance positiva em 2020, em meio às perspectivas de retomada do crescimento econômico e manutenção dos juros em níveis baixos.

Assim, as projeções para o Ibovespa em 2020 são animadoras — o BTG Pactual chega a falar num nível próximo a 200 mil pontos caso o cenário mais otimista possível se concretize. O Brasil, afinal, não enfrenta as turbulências verificadas nos demais países emergentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pelo contrário: por aqui, a expectativa é de continuidade da agenda de reformas e das pautas econômicas defendidas pelo governo, o que tende a aumentar a confiança dos investidores e impulsionar o resultado das empresas.

Essa onda de visões positivas a respeito dos ativos brasileiros, assim, deu esse impulso ao Ibovespa na quinta e na sexta-feira, fazendo o índice voltar a se aproximar do topo histórico, de 109.580,57 pontos.

Guerra e paz

O front da guerra comercial segue nebuloso, mas algumas manifestações mais amenas das principais autoridades das duas potências contribuem para elevar a confiança dos mercados quanto à possibilidade de fechamento da primeira fase de um acordo.

O presidente americano, Donald Trump, afirmou em entrevista à Fox News que a assinatura do acerto com os chineses está "potencialmente muito perto". A fala serviu para dar ânimo às bolsas globais: nos EUA, o Dow Jones (+0,39%), o S&P 500 (+0,22%) e o Nasdaq (+0,16%) subiram; na Europa, o tom foi positivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A fala de Trump neutralizou parte das preocupações geradas por uma declaração do presidente chinês, Xi Jinping. Mais cedo, ele disse querer fechar um acordo comercial com os EUA, mas afirmou que pode retaliar caso o clima de tensão entre os países continue se arrastando.

Assim, por mais que nenhum avanço concreto tenha sido feito recentemente — nos últimos dias, o noticiário relativo à guerra comercial tem girado em torno de declarações e especulações —, fato é que os agentes financeiros mostram-se ligeiramente mais confiantes quanto ao fechamento do acordo entre Pequim e Washington.

E por aqui?

No front doméstico, os investidores repercutiram o resultado da inflação medida pelo IPCA-15 em novembro, indicando alta de 0,14% no mês — em outubro, o avanço foi de 0,09%. O resultado ficou em linha com as expectativas do mercado e ainda mostra que a inflação segue sob controle.

Esse dado, em conjunto com o dia mais tranquilo no dólar, trouxe algum alívio às curvas de juros — ontem, o mercado pressionou os DIs, ajustando-se às declarações do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que recentemente afirmou que uma eventual resposta da instituição à alta do dólar ocorreria por meio da política monetária, e não por atuações no câmbio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A fala foi interpretada como um sinal de que o ciclo de cortes na taxa Selic pode ser interrompido antes do previsto — o que desencadeou esses ajustes positivos nas curvas de juros. Veja como fecharam os principais DIs:

  • Janeiro/2021: queda de 4,69% para 4,65%
  • Janeiro/2023: alta de 5,86% para 5,88%
  • Janeiro/2025: estável em 6,45%
  • Janeiro/2027: alta de 6,74% para 6,78%

Mineração e siderurgia em alta

Ações de empresas exportadoras de commodities metálicas apareceram entre os destaques positivos do Ibovespa, em meio às expectativas renovadas de fechamento de um acordo comercial entre EUA e China.

Nesse grupo, mineradoras e siderúrgicas apareceram entre as maiores beneficiadas, dado o consumo expressivo de minério de ferro e aço pelo mercado chinês. É o caso de Vale ON (VALE3), em alta de 3,33%, Gerdau PN (GGBR4), com valorização de 1,46%, e Usiminas PNA (USIM5), com ganho de 0,74%.

Dois fatores extra contribuíram para impulsionar esses ativos. Em primeiro lugar, o minério de ferro vem numa onda de valorização recente — a commodity subiu 1,63% hoje no porto chinês de Qingdao, para US$ 88,08  a tonelada, marcando o oitavo dia seguido de alta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a Gerdau comunicou a seus clientes um aumento no preço dos aços longos, de 8% a 12% para janeiro — a notícia deu forças às ações da empresa e das demais siderúrgicas da bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar