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Os resultados da Usiminas mostraram uma evolução em relação aos trimestres anteriores, mas os analistas mostraram-se pouco impressionados com os números
As ações PNA da Usiminas (USIM5) estão entre os poucos ativos do Ibovespa que acumulam desempenho negativo em 2019 — para ser mais preciso, os papéis têm baixa de 2,86% desde o início do ano. E o balanço trimestral da companhia, divulgado na manhã desta sexta-feira (26), não é o fator que irá reverter esse quadro.
A siderúrgica registrou um lucro líquido de R$ 171 milhões entre abril e junho deste ano, revertendo o prejuízo de R$ 19 milhões contabilizado no mesmo intervalo de 2018. A receita líquida também melhorou, chegando a R$ 3,694 bilhões — um crescimento de 15% na mesma base de comparação.
Já o Ebitda — isto é, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — da siderúrgica chegou a R$ 570 milhões no trimestre, uma expansão de 15% em um ano. O volume de vendas de aço aumentou 8%, para 1,06 milhões de toneladas, enquanto as vendas de minério de ferro subiram 28%, para 1,77 milhões de toneladas.
Embora os números mostrem a evolução da Usiminas, os analistas mostraram-se pouco surpresos com os dados da empresa. Em linhas gerais, as grandes casas de análise afirmaram que o balanço veio bastante em linha com as expectativas, tanto no aspecto financeiro quanto no operacional.
Assim, os papéis PNA da siderúrgica exibiram um desempenho apenas tímido no pregão desta sexta: as ações fecharam em alta de 1,38%, a R$ 8,82 — na máxima do dia, os ativos chegaram a subir 3,91%, a R$ 9,04. Já o Ibovespa terminou a sessão em alta de 0,16%, aos 102.818,93 pontos.
Apesar dos ganhos desta sexta-feira, Usiminas PNA ainda fechou a semana com baixa de mais de 6%. Em julho, a queda acumulada é menos intensa, de 1,3%.
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Assim, o desempenho das ações da Usiminas fica no meio do caminho entre os ativos de empresas do setor de siderurgia. Gerdau PN (GGBR4), por exemplo, acumula baixas maiores no ano, de mais de 5%; por outro lado, CSN ON (CSNA3) tem alta de 95% desde o início de 2019 — é o segundo papel de melhor performance do Ibovespa.
Confira abaixo um resumo das reações das principais casas de análise aos números trimestrais da Usiminas
Recomendação: Neutro
Preço-alvo: R$ 11,00
"A divisão de aço reportou números sequencialmente fortes, com alta de 7% nos embarques e crescimento de 3% nos preços, mas esse efeito foi parcialmente neutralizado pelos custos mais elevados".
"Notamos, no entanto, que a recuperação nos embarques não necessariamente é uma indicação de força, uma vez que os fabricantes de automóveis anteciparam compras no quarto trimestre do ano passado, antes de aumentos de preços — o que implica numa base mais fraca nos três primeiros meses do ano".
"O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) pode continuar pressionado, influenciado pela demanda doméstica ainda fraca, pela pressão nos custos e pelos menores preços de aço, em meio aos recentes descontos concedidos aos distribuidores".
Recomendação: Market perform (desempenho semelhante ao do mercado)
Preço-alvo: R$ 10,00
"Os volumes no mercado doméstico melhoraram 7% em relação ao trimestre anterior, o melhor desempenho desde o quarto trimestre de 2015"
"Dito isso, ainda é incerto se a demanda realmente começou a melhorar ou se esse resultado se deve a um reabastecimento dos estoques ao longo da cadeia de distribuição, especialmente após o movimento de esvaziamento das reservas visto nos distribuidores de aço no começo do ano".
"A dívida líquida fechou o trimestre em R$ 4,2 bilhões, acima dos R$ 3,7 bilhões dos primeiros três meses do ano, e a alavancagem subiu de 15 vez para 1,6 vez. A Usiminas foi afetada por um aumento de R$ 500 milhões no capital de giro por causa dos estoques mais elevados e de maiores recebíveis"
Recomendação: Neutra
Preço-alvo: R$ 10,00
"Apesar de os resultados ainda estarem bem abaixo do potencial da empresa, devemos reconhecer as melhorias sequenciais do balanço, ajudadas pelo ligeiro aumento nos volumes de aço e na precificação no mercado doméstico, além dos bom desempenho da divisão de minério de ferro".
"Ainda assim, o pano de fundo operacional permanece desafiador, com uma lentidão frustrante na recuperação e poder limitado de precificação"
"A maior surpresa foi a queima relevante de caixa, gerada pelo consumo elevado de capital de giro. Considerando tudo, não foi o trimestre que estávamos esperando".
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
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