O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O índice deslanchou quando se soube que o ministro da Defesa mandará ainda hoje para o Ministério da Economia a proposta de reforma dos militares
A Bolsa de Valores de São Paulo de repente engrenou e bateu os 99 mil pontos no meio da tarde. Mas não durou... Na última hora de pregão, o ritmo caiu. Mas mesmo assim, continuou em alta, num passo menos acelerado que levou o Ibovespa a fechar com ganhos de 1,10%, a 98.903 pontos - novo recorde! A melhora nos investimentos aconteceu em par com as bolsas de Nova York e também com a noticia sobre a aposentadoria dos militares. Foi quando se soube que o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, mandará ainda hoje para o Ministério da Economia a proposta de reforma previdenciária dos militares que o índice deslanchou. O projeto proposto tem um aumento de contribuição de 7,5% para 10%. Somando a contribuição para pensão a filhas e para o sistema de saúde, a contribuição total chegará a 14%, mesma alíquota de pensionistas, estudantes de instituições militares, cabos e soldados, grupos que hoje não contribuem para a Previdência. No câmbio, o dólar abriu em queda, virou e para o positivo voltou a cair. Mas fechou praticamente estável, com baixa de 0,04%, a R$ 3,81.
Ninguém segura a CSN! Mais uma vez, a maior alta do dia foia a ação da CSN, com 9,32%. A companhia, segundo o Broadcast, fez requerimento ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para prorrogar o prazo dado para a siderúrgica vender ações da Usiminas. O prazo dado em 2014, quando analisou a compra dos papéis, foi de cinco anos e terminaria em abril. O período para a venda das ações não foi divulgado para não desvalorizar os papéis da empresa.
Já os papéis da Vale avançaram 1,46%, apesar de a CPI de Brumadinho, instalada hoje, ter aprovado requerimento de convocação do ex-presidente da mineradora Fábio Scharvtsman e o presidente interino da companhia, Eduardo Bartolomeo, para prestar esclarecimentos.
Hoje, o petróleo subiu. Os preços em Nova York atingiram máximas em quatro meses no pregão de hoje. Além disso, Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras, em entrevista à Bloomberg, disse que quer usar o dinheiro da cessão onerosa para investir em petróleo. A intenção, antes, era utilizar esse dinheiro para reduzir a alavancagem. Mas resultados recentes da empresa mostram que a forte geração de caixa pode reduzir a dívida. A conjunção desses fatores fez ações ON da Petrobras subirem 2,69% e as PN, 2,18%.
O petróleo WTI fechou em alta de 2,44%, a US$ 58,26 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para maio teve ganho de 1,32%, a US$ 67,55 o barril, na ICE. O dólar se enfraqueceu durante o pregão, o que torna o petróleo mais barato para os detentores de outras moedas e tende a impulsionar o apetite dos investidores.
Além disso, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) disse que os estoques de petróleo dos EUA recuaram 3,862 milhões de barris na última semana, o que contrariou a previsão de alta de 1,9 milhão de barris do Wall Street Journal.
Leia Também
As ações ordinárias da EDP Energias do Brasil subiram 3,40%. A EDP Energias de Portugal pode propor uma joint venture com a China Three Gorges (CTG) para permitir à chinesa expandir sua presença no Brasil e na América Latina, segundo foi veiculado na imprensa. Isso aconteceria se, por acaso, fracassarem as negociações para que a companhia chinesa tome o controle da EDP em Portugal.
Pelo quarto dia consecutivo, as ações da Raia Drogasil subiram, desta vez a 4,49%. A aquisição da rede de farmácias Onofre, anunciada no fim do mês passado, segundo analistas, ainda reverbera a favor da empresa.
A falta de perspectiva de crescimento maior do PIB afeta empresas que dependem exclusivamente do mercado interno. Ontem, o Bank of America Merrill Lynch diminuiu de novo a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil em 2019 de 3% para 2,4%. O banco francês BNP Paribas fez o mesmo: cortou a projeção de 3% para 2%. E hoje, o indicador de produção industrial do IBGE, que também recuou, não ajudou em nada. Por isso, algumas ações domésticas caíram hoje, como Via Varejo ON (perdas de 4,55%), Localiza ON (baixa de 1,80 %), B2W ON (perdas de 3,38% %), Lojas Renner ON (recuo de 1,75%) e Natura ON (menos 1,44%). O indicador de produção industrial do IBGE, que também recuou, não ajuda. Segundo alguns analistas, esse fator também atingiu a CVC.
As ações da CVC foram a terceira maior quedas no Ibovespa, com baixa de 2.69% (atrás apenas de Via Varejo e B2W). Hoje, o Itaú BBA cortou a recomendação do papel de outperform (acima da média do mercado) para market perform (em linha com a média do mercado).
Ontem, as ações da empresa tiveram queda de 1,29%. O empresário Guilherme Jesus Paulus, presidente e fundador do Grupo CVC Turismo, fez acordo para delação premiada e suas revelações levaram a Polícia Federal e a Procuradoria da República a deflagrar a Operação Checkout, ou seja, a terceira fase da investigação Descarte, apontando propina de R$ 39 milhões do grupo para cancelar autuação de R$ 161 milhões da Receita Federal.
Mas a CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A, com capital aberto listada no Novo Mercado, jura de pé junto que a empresa mencionada nas investigações da operação Check Out não é ela. Mas sim a “Operadora e Agência de Viagens TUR”, antigamente denominada “Operadora e Agência de Viagens CVC TUR” e citada nas investigações como “CVC Turismo”. Disse que Paulus não ocupa nenhum cargo na CVC Brasil.
Questionada, porém, A CVC Brasil não explicou se Paulus foi fundador apenas da CVC Turismo, se as companhias algum dia operaram juntas e como duas empresas do mesmo ramo e no mesmo mercado podem operar com o mesmo nome.
Com Estadão Conteúdo
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo