O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Cifra ajustada chega a US$ 7,82 de prejuízo por ação, um pouco melhor do que a expectativa do mercado, mas ainda revelando perdas profundas com a pandemia
Qual o peso da pandemia para o setor de aviação? A gigante American Airlines revelou resultados do segundo trimestre nesta quinta-feira (23) que ajudam a dimensionar o rombo causado pelo novo coronavírus em companhias aéreas.
A empresa teve prejuízo líquido de US$ 2,07 bilhões, marcando o segundo trimestre consecutivo de perdas. O valor corresponde a US 4,82 por ação. Ajustado, a cifra chega a de US$ 7,82, um pouco melhor do que a expectativa do mercado de prejuízo de US$ 7,84, segundo a FactSet.
No mesmo período do ano passado, a aérea americana havia registrado um lucro de US$ 666 milhões - ou US$ 1,49 por ação. No resultado de hoje, a empresa revelou queda de 86,4% da receita, para US$ 1,62 bilhão.
As ações da American Airlines têm desconto de 60% desde janeiro, na esteira da crise do novo coronavírus - que derrubou a demanda de passageiros a partir de março. Os papéis tinham uma leve alta no pré-mercado desta quinta, de 0,88%, a US$ 11,46.
O que impõe ainda mais pressão sobre o setor de aviação comercial é que, mesmo com a reabertura das economias, a perspectiva é que as empresas tenham que adotar uma série de medidas de segurança que devem encarecer as operações. Soma-se ainda o receio das pessoas em viajar.
Em maio, o conglomerado Berkshire Hathaway, administrado pelo lendário investidor Warren Buffett, informou que havia vendido as ações de companhias aéreas americanas que detinha - o portfólio, além da American, inluía Southwest, United e Delta Airlines.
Leia Também
No mundo todo, companhias aéreas que já estavam em uma situação mais sensível entraram com pedido de recuperação judicial, entre elas a britânica Flybe, a AeroMexico e a Latam.
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco