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2019-09-25T18:26:44+00:00
Kaype Abreu
Kaype Abreu
Jornalista formado pela Universidade de Federal do Paraná (UFPR). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros veículos.
queda livre

Ação da Oi desaba com volta de temor sobre possível intervenção do governo

Investidores reagiram à notícia de que a Oi pode ser fatiada e, com isso, ficar nas mãos de três teles diferentes: TIM, Vivo e Claro

25 de setembro de 2019
12:29 - atualizado às 18:26
oi
Notícia do fatiamento da Oi representa um revés para a empresa que, no último dia 12, foi beneficiada pelo marco das teles aprovado no Senado. Imagem: Shutterstock

Menos de duas semanas depois da aprovação do marco das teles, que beneficia a Oi, a operadora volta a conviver com os temores de uma possível intervenção na companhia pelo governo. Como resultado, as ações ON da tele (OIBR3) caíram 5,77%, a R$ 0,98, enquanto os ativos PN (OIBR4) recuaram 4,52%, a R$ 1,48.

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Os investidores reagem a notícia publicada hoje, pela Coluna do Broadcast, de que a Oi pode ser fatiada e, com isso, ficar nas mãos de três teles diferentes (TIM, Vivo e Claro). A divisão seria entre suas operações de telefonia fixa, móvel e de infraestrutura.

A ideia teria consenso dentro da Anatel e o mais provável seria que tal desdobramento ocorresse em 2020 - quando a Oi pode estar sem caixa. A hipótese, diz a publicação, cresce à medida que os maiores acionistas não têm dado sinais de que podem injetar mais dinheiro na tele.

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No ano, os papeis da Oi, que está em recuperação judicial desde 2016, acumulam queda de 24,80%. Veja nossa cobertura de mercados desta quarta-feira.

Revés para a Oi

A notícia do fatiamento da Oi representa um revés para a empresa que, no último dia 12, foi beneficiada pelo marco das teles aprovado no Senado. O projeto de lei complementar que mudou o marco regulatório do setor de telecomunicações e assim liberou a Oi para vender imóveis que não são usados pela companhia.

Segundo analistas do Itaú BBA, a Oi poderia obter R$ 2 bilhões com a venda de 30 imóveis, sendo que os 20 ativos com maior liquidez podem ser vendidos por aproximadamente R$ 1,2 bilhão.

Já os demais benefícios para a operadora, como a mudança para o regime de autorização no negócio de telefonia fixa, só devem acontecer após a regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o que deve levar pelo menos um ano, de acordo com os analistas do Itaú BBA.

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