O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
O ouro e o mercado de metais em geral viveram um dia de forte retração nesta terça-feira (21), operando ao ritmo frenético do relógio. Com o fim do cessar-fogo entre EUA e Irã previsto para amanhã (22), o clima nas bolsas de Nova York e Londres foi de puro nervosismo.
Para os investidores, o tic-tac dos ponteiros pareceu pesar mais do que os próprios metais, derrubando os preços de ponta a ponta enquanto o mundo aguarda o próximo passo diplomático — ou militar — no Paquistão.
No balanço das horas, o ouro e a prata foram os mais castigados pela incerteza.
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas.
Na Comex, o ouro para junho despencou 2,26%, cotado a US$ 4.719,60 a onça-troy. A prata para maio seguiu o rastro, recuando 4,43% para US$ 76,488.
Segundo Daniel Ghali, analista da TD Securities, o conflito estimula a busca pelo dólar como defesa, o que pressiona o ouro.
Leia Também
Além disso, a prioridade dos países em estabilizar o câmbio e garantir importações de energia tem desencorajado a diversificação de reservas em ouro.
A pressão sobre os metais também veio do front doméstico norte-americano.
A sabatina de Kevin Warsh, indicado de Donald Trump para a presidência do Federal Reserve (Fed), trouxe um tom cauteloso.
Warsh defendeu o dólar como peça fundamental da economia global, sugerindo uma moeda valorizada que prejudica as commodities. O Seu Dinheiro listou os principais pontos do depoimento e você pode conferir aqui.
Analistas da ANZ reforçam que a inflação persistente, alimentada pela guerra, pode travar o ciclo de corte de juros pelo Fed, retirando o atrativo de ativos que não rendem juros, como o ouro.
O cobre também não escapou da cautela, estendendo as perdas do pregão anterior.
Na Comex, o contrato para maio caiu 0,59% (US$ 6,0105 a libra-peso), enquanto na LME a queda foi de 0,40%.
O endurecimento do discurso de Trump, que descartou prorrogar o cessar-fogo e exigiu o envio de uma delegação iraniana ao Paquistão, mantém o mercado em alerta máximo.
Apesar de fatores fundamentais citados pelo Goldman Sachs — como interrupções no Golfo do México e restrições chinesas à exportação de ácido sulfúrico (essencial para a extração do metal) — o cenário macroeconômico e geopolítico falou mais alto.
O movimento de baixa foi quase unânime entre os metais industriais negociados em Londres:
O zinco foi a única exceção positiva, com alta de 0,60%, cotado a US$ 3.434,50.
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio