O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
O negócio de US$ 2,8 bilhões que deve selar a venda da brasileira Serra Verde para a USA Rare Earth pode ser o tiro de largada da "corrida pelo ouro do século 21": a briga pelas terras raras.
Na visão dos analistas do BTG Pactual, a transação marca um ponto de inflexão para o setor de mineração estratégica no Ocidente, e a venda da Serra Verde deve inaugurar o que deve ser uma "onda de aquisições" em solo brasileiro.
Vale lembrar que a China ainda domina amplamente a cadeia global de terras raras, não apenas na extração, mas principalmente no processamento e na fabricação de produtos finais. Essa concentração tem sido usada como instrumento de influência estratégica.
Diante disso, os Estados Unidos e seus aliados aceleraram esforços para criar cadeias alternativas — e estão dispostos a financiar, garantir demanda e estimular aquisições para isso.
Por isso, para o banco, a dúvida agora é: quem deve ser o próximo?
Hoje, a Serra Verde é o único ativo operacional de terras raras no Brasil. Com a produção recém-iniciada e capacidade projetada de cerca de 6,5 mil toneladas de óxidos de terras raras (REO) até 2027, o ativo combina duas características: crescimento de curto prazo e relevância estratégica.
Leia Também
Além disso, o projeto Pela Ema se destaca pela presença significativa de terras raras pesadas — elementos escassos e essenciais para a fabricação de ímãs permanentes, usados em veículos elétricos, turbinas eólicas e equipamentos de defesa.
“A transação marca um avanço importante na construção de uma cadeia integrada de terras raras no Ocidente”, destacam os analistas.
A relevância estratégica é tão grande que a Serra Verde já nasce com um comprador garantido: um contrato de 15 anos para fornecer 100% de sua produção inicial a um veículo apoiado pelo governo dos EUA.
É o esforço de Washington para blindar suas cadeias de suprimentos contra o domínio chinês, que ainda detém uma posição hegemônica no mercado global.
“O negócio reforça o quão crítica se tornou a oferta de terras raras fora da China, especialmente para países ocidentais”, dizem os analistas, no relatório.
Para o BTG, essa exposição explica parte do apetite dos investidores. “Há uma clara preferência por ativos com terras raras pesadas, refletindo um cenário mais construtivo de oferta e demanda”, dizem os analistas.
As estimativas de mercado indicam um possível déficit de quase 30% nesse segmento até 2030.
Com a China apertando o cerco e restringindo exportações, o Ocidente precisa correr para fechar esse buraco, destacam os analistas.
Para o time do BTG Pactual, o anúncio é um marco para a história das terras raras no Ocidente.
Segundo o banco, a Serra Verde detém a "vantagem do pioneiro" como o único ativo operacional no Brasil, mas o mapa de projetos em desenvolvimento sugere que o país se tornará um player indispensável no mercado ocidental.
"Acreditamos que isso poderia marcar o início de uma onda mais ampla de transações no espaço", afirma o banco.
Na visão do BTG, empresas ainda em estágio de desenvolvimento — especialmente aquelas mais próximas de entrar em operação — devem se tornar alvos naturais de aquisição, segundo os analistas.
Para os analistas, o Brasil está em uma posição privilegiada nesse cenário devido aos seus depósitos de argila iônica, que costumam ser naturalmente mais ricos em elementos pesados.
No radar de possíveis próximos alvos de fusões e aquisições (M&A), o banco destaca que projetos como Aclara, Viridis e Meteoric são exemplos de ativos com exposição relevante a terras raras pesadas e potencial de atrair interesse.
A maioria, porém, ainda não conta com o respaldo de grandes mineradoras — o que abre espaço para novas investidas.
Dessa forma, a recomendação dos analistas para quem quer surfar essa tendência é não apostar em um único nome, mas sim em uma cesta diversificada de ações do setor.
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%