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A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
O magnata Elon Musk quer posicionar a Tesla (TLSA34) como uma concorrente de peso na briga de gigantes da inteligência artificial (IA). A empresa de carros elétricos do homem mais rico do mundo aumentou os planos de investimento para US$ 25 bilhões em 2026, cifra equivalente a quase R$ 125 bilhões no câmbio atual.
Segundo Musk, o objetivo é focar em táxis autônomos, caminhões, robôs e uma fábrica de chips pensada para IA.
Em janeiro, a companhia havia anunciado o investimento de US$ 20 bilhões. Porém, após os resultados do 1º trimestre de 2026, divulgados na noite da última quarta-feira (22), a empresa reforçou a cifra em mais US$ 5 bilhões.
Trata-se de quase o triplo do valor investido no ano passado, de US$ 8,5 bilhões, e mais da metade do caixa total da Tesla, o que mostra que a empresa está apostando fortemente nesse sentido.
Na teleconferência de resultados, executivos afirmaram que a cifra de US$ 25 bilhões será destinada às iniciativas de inteligência artificial da companhia, em linha com a defesa de Musk de que a Tesla é uma empresa de tecnologia e não uma fabricante de carros.
Pensando nisso, a estratégia da Tesla foi redirecionar os esforços de veículos luxuosos como o sedã Model S e o SUV Model X, que foram aposentados no início desse ano.
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O objetivo é se concentrar cada vez mais em tecnologias de robótica com inteligência artificial, como os Cybercaps, que são os robotáxis nos Estados Unidos, o caminhão elétrico Semi e o robô humanoide Optimus.
Outro projeto que deve ser um dos focos de investimento é o Terafab, em conjunto com a SpaceX — também de Elon Musk — e a Intel, para a fabricação de chips que podem produzir cerca de um terawatt por ano.
Apesar dos planos ambiciosos de investimento, a Tesla só gastou US$ 2,5 bilhões do orçamento no 1º trimestre — menos da metade do que precisaria investir trimestralmente ao longo do ano —, o que a ajudou a registrar fluxo de caixa de R$ 1,4 bilhão no período.
Ou seja, isso pode significar um valor investido maior nos próximos trimestres, o que tende a pressionar os resultados da empresa.
Não é à toa que Vaibhav Taneja, diretor financeiro (CFO) da Tesla, já estima um fluxo de caixa negativo para o restante do ano.
Além disso, o retorno desses investimentos não é uma esperança de curto prazo.
Musk acredita que os esforços em robotáxis e outras iniciativas de inteligência artificial não devem aparecer na receita da empresa até pelo menos o próximo ano.
Ainda assim, o homem mais rico do mundo defende os aportes bilionários pelo potencial de resultados futuros para a Tesla, além de reforçar que gigantes da tecnologia como Google e Meta também estão investindo pesado em inteligência artificial.
Na noite da última quarta-feira (22), a Tesla divulgou os números referentes ao 1º trimestre do ano. A empresa registrou lucro líquido de US$ 1,5 bilhão no 1T26, com um lucro ajustado por ação de US$ 0,41, acima do esperado.
A expectativa dos analistas consultados pela empresa de dados FactSet era de um lucro ajustado por ação de US$ 0,35.
A companhia de veículos elétricos também reportou US$ 22,4 bilhões em receita para o período, um aumento de 16% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, e acima da previsão dos analistas de US$ 22,2 bilhões.
A Tesla vendeu 358 mil veículos elétricos globalmente no primeiro trimestre, um aumento de 6,3% em relação ao mesmo período de 2025.
Apesar do crescimento anual, foi o segundo pior trimestre de vendas da Tesla desde 2022. As vendas já haviam sido divulgadas pela empresa no início de abril e, na ocasião, o mercado se decepcionou porque a quantidade foi abaixo da esperada e o número de veículos não vendidos preocupou investidores.
No período, a montadora produziu 408 mil unidades, o que significa que mais de 50 mil veículos não foram vendidos. Trata-se da maior diferença entre produção e vendas em pelo menos quatro anos.
Em reação aos resultados divulgados, as ações da Tesla recuavam 4,36% nesta quinta-feira (23), cotadas a US$ 359,71 na Nasdaq. Por aqui, os papéis negociados sob o ticker TSLA34 caíam 6,94%, a R$ 57,71.
Analistas do Goldman Sachs, Barclays e Morgan Stanley olham para os planos de investimento da Tesla com cautela, visto que os retornos devem demorar a aparecer para a companhia.
*Com informações de Business Insider e Money Times
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