O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA

Os gestores de fundos da América Latina seguem otimistas com o Ibovespa, mesmo diante das tensões geopolíticas e dos temores de estagflação global, segundo a pesquisa mensal do Bank of America (BofA), divulgada nesta quarta-feira (15).
Atualmente, 73% dos entrevistados projetam o principal índice da bolsa brasileira acima dos 190 mil pontos em dezembro deste ano, levemente abaixo dos 76% registrados no mês anterior.
Além disso, quase metade dos gestores ainda vê o Ibovespa superando os 200 mil pontos, embora o nível de confiança tenha diminuído em relação à rodada anterior.
A pesquisa ouviu 30 gestores, que juntos administram cerca de US$ 72 bilhões em ativos.
Cerca de 43% dos entrevistados pelo BofA acreditam que o Ibovespa pode atingir os 200 mil pontos até o fim de 2026. No levantamento anterior, esse número era de 53%.
Leia Também
Já a fatia dos que enxergam o índice acima dos 220 mil pontos saiu do zero para aproximadamente 10% na comparação mensal.
Por outro lado, as expectativas para os lucros das empresas pioraram, refletindo o aumento das preocupações com um possível choque inflacionário global.
Esse cenário é impulsionado pela alta do petróleo e pela perspectiva de juros mais elevados nos Estados Unidos, apontados como os principais riscos para as bolsas da América Latina.
Apenas 13% dos gestores esperam revisões positivas para os lucros neste ano, bem abaixo dos 35% registrados na pesquisa anterior.
Mesmo assim, os participantes destacam dois possíveis gatilhos para a bolsa brasileira: o enfraquecimento do dólar frente ao real e um melhor desempenho dos mercados emergentes.
No câmbio, a expectativa é de que o dólar termine o período entre R$ 4,81 e R$ 5,10. Em março, a projeção era mais alta, entre R$ 5,11 e R$ 5,40.
No cenário regional, os gestores esperam que o Brasil supere o México nos próximos seis meses. Também mantêm uma visão positiva para os ativos argentinos e apontam que, nos países andinos, o principal risco deixou de ser o cobre e passou a ser o petróleo.
Para 80% dos gestores, os riscos geopolíticos podem reduzir o ritmo de cortes da Selic — percentual acima dos 69% observados no levantamento anterior.
Pelo segundo mês seguido, não há consenso entre os entrevistados sobre o nível da taxa básica de juros no fim do ano.
O BofA projeta o indicador em 13,25% em dezembro, considerando cortes de 0,25 ponto percentual por reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
A pesquisa também mostra uma migração para setores ligados a commodities e empresas exportadoras.
As utilities seguem como o segmento com maior alocação nas carteiras, enquanto o consumo discricionário permanece com a menor exposição.
*Com informações do Money Times
GERAÇÃO DE CAIXA
MUDANÇAS NO PORTFÓLIO
CENÁRIO NO 2º SEMESTRE
Conteúdo Empiricus
PINGOU NA CONTA?
MERCADOS
DANÇA DAS CADEIRAS
Conteúdo Empiricus
RENDA PASSIVA
RESUMO SEMANAL
MERCADOS
O QUE DESTRAVARIA DIFERENTES ONDAS DE IPOs
ESTIMATIVAS ESFRIARAM
SETOR AGRÍCOLA
MERCADOS HOJE
FII DO MÊS
NEGOCIAÇÃO DESANDOU
Conteúdo Empiricus
EXPANSÃO DO PORTFÓLIO
MERCADOS