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Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã

Enquanto Donald Trump eleva o tom nas ameaças contra o Irã, Teerã respondeu de forma direta — e inédita. Na sexta-feira (3), forças iranianas derrubaram duas aeronaves militares dos Estados Unidos. É a primeira vez em 20 anos que o país registra uma perda desse tipo.
O primeiro ataque do Irã derrubou um caça norte-americano F15-E Strike Eagle, com um membro da tripulação sendo resgatado. Segundo autoridades norte-americanas, ainda estão sendo realizadas buscas por um segundo tripulante.
Na sequência, a mídia estatal iraniana afirmou que uma aeronave de ataque A-10 dos Estados Unidos caiu após ser atingida pelas forças de defesa do país persa.
A última vez que um caça dos Estados Unidos foi abatido em combate foi um A-10 Thunderbolt II durante a invasão ao Iraque em 2003, segundo informou Houston Cantwell, general de brigada aposentado da Força Aérea e ex-piloto de caça F-16.
Os ataques contradizem falas de Trump, que afirmou no início desta semana que a "capacidade de Teerã de lançar mísseis e drones foi dramaticamente reduzida".
Após a queda das aeronaves, o presidente norte-americano afirmou em uma postagem na rede social Truth Social que, com mais tempo, os Estados Unidos poderiam "facilmente" abrir o Estreito de Ormuz, controlado pelo Irã, e "pegar o petróleo e fazer uma fortuna".
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Os ataques ocorreram em meio a um aumento das tensões no Oriente Médio e cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã. Na última semana, Trump chegou a afirmar que faria com que o país retornasse à Idade da Pedra, "onde ele pertence".
Em meio ao feito inédito do Irã, os Estados Unidos destruíram a ponte B1, que foi recentemente construída e está localizada perto de Teerã, em um ataque aéreo. Oito pessoas morreram, segundo a mídia estatal iraniana.
Após o ataque, Trump voltou às redes sociais afirmando que "os EUA nem sequer começaram a destruir o que restou no Irã. As pontes, depois as usinas elétricas!", disse.
Apesar disso, o presidente norte-americano disse à NBC News que a derrubada das aeronaves pelas tropas iranianas não afetará as negociações com o país.
"Não, de forma alguma. Não, é guerra. Estamos em guerra", disse Trump, quando questionado se os eventos do dia afetariam as negociações. O republicano se recusou a discutir sobre a missão de busca e resgate em andamento.
Porém, após o ataque, Trump disse que Teerã precisa reabrir o Estreito de Ormuz ou fazer um acordo com Washington até segunda-feira (6).
“Lembram-se de quando dei ao Irã dez dias para fazer um acordo ou abrir o Estreito de Ormuz? O tempo está se esgotando – 48 horas antes que o inferno se abata sobre eles. Glória a DEUS!”, afirmou.
Vale lembrar que os ataques iranianos a navios comerciais, e a ameaça de mais ataques, paralisaram quase todo o tráfego na hidrovia que liga o Golfo Pérsico ao resto dos oceanos do mundo. Com isso, o conflito fechou uma rota crítica para o fluxo mundial de petróleo e fazendo os preços do petróleo dispararem.
Já o Irã agradeceu o Paquistão pelos esforços em tentar mediar um acordo de paz entre os países envolvidos na guerra, porém também rejeitou, na sexta-feira (3), uma proposta feita pelos Estados Unidos.
"Somos profundamente gratos ao Paquistão por seus esforços e nunca nos recusamos a ir a Islamabad [capital do Paquistão]. O que nos importa são os termos para um fim definitivo e duradouro da guerra ilegal que nos foi imposta", afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, em postagem no X.
Nesta manhã, o chanceler iraniano informou que está focado nos termos da proposta do acordo, que inclui um cessar-fogo de 48 horas.
"Avaliações indicam que essa proposta foi feita após a intensificação da crise na região e o surgimento de sérios problemas para as forças militares dos EUA, decorrentes de uma estimativa equivocada das capacidades militares da República Islâmica do Irã", disse uma fonte à agência de notícias Fars.
Araghchi disse ainda que "a posição do Irã está sendo deturpada pela mídia americana", cujo noticiário tem ressaltado a falta de interesse dos iranianos em um cessar-fogo.
*Com informações da Broadcast.
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