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As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos

Após interromper uma sangria que durou nove sessões consecutivas, as ações da Amazon tentam se estabilizar nesta quarta-feira (18), enquanto a companhia encara uma prova de fogo no mercado.
Entre o dia 2 de fevereiro e a última sexta-feira (13), os papéis da gigante do e-commerce amargaram uma desvalorização de cerca de 18%.
Essa queda representou a pior sequência de perdas para a Amazon desde 2006, resultando no corte de mais de US$ 450 bilhões em valor de mercado.
As perdas só foram estancadas ontem (17), na volta das bolsas de Nova York após o feriado do Dia do Presidente, com as ações fechando em alta de mais de 1%.
O movimento de recuperação continua hoje (18). Por volta de 11h50, as ações AMZN subiam 1,58%, cotadas a US$ 204,31 em Nova York. No mesmo horário, o Nasdaq avançava 0,43%, aos 22.674,23 pontos.
O movimento de perda das ações reflete o ceticismo de investidores sobre os vultosos planos de investimento em inteligência artificial (IA) da Amazon.
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Junto com o balanço do quarto trimestre de 2025, a varejista eletrônica anunciou que espera gastar US$ 200 bilhões em despesas de capital (capex) em 2026 — um aumento de quase 60% em relação ao ano anterior e US$ 50 bilhões acima das previsões de Wall Street.
A maior parte desse montante será destinada a iniciativas de IA, exigindo infraestrutura pesada como centros de dados, chips e equipamentos de rede.
No mercado, o temor é que esses investimentos robustos possam reduzir ou até apagar o fluxo de caixa livre da empresa.
E essa não é uma tendência apenas da Amazon. Somados ao valor anunciado pela gigante do e-commerce, os gastos de capital da Alphabet, Microsoft e Meta podem atingir US$ 700 bilhões em 2026.
Apesar da pressão, o comando da Amazon mantém segue otimista. O CEO Andy Jassy afirmou a analistas que o investimento deve gerar "fortes retornos sobre o capital investido".
Na mesma linha, Matt Garman, CEO da AWS, justificou que o aumento no capex permitirá à empresa capturar oportunidades de IA na nuvem.
Analistas da Wedbush, no entanto, alertam que a Amazon entrou no modo "prove-me", no qual precisará demonstrar retornos tangíveis para reconquistar a confiança dos investidores.
Já Andrew Boone, diretor administrativo da Citizens, permanece otimista com a AWS, destacando que o plano de dobrar a capacidade de centros de dados até 2027 pode acelerar a receita da unidade de nuvem.
*Com informações da CNBC
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