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Optimus já trabalha em fábricas da Tesla, reaproveita a IA dos carros da marca e pode virar o próximo produto de massa do bilionário
Depois dos carros elétricos e dos foguetes, Elon Musk voltou a empurrar o futuro para mais perto. Nesta semana, no Fórum Econômico Mundial, o empresário afirmou que a Tesla deve começar a vender robôs humanoides ao público até o fim de 2027 e que, em algum momento, “todas as pessoas terão um”.
“É quando teremos confiança de altíssima segurança, altíssima confiabilidade e um leque amplo de funcionalidades”, disse Musk, ao falar do Optimus, o robô da empresa.
Apresentado em 2022 como protótipo funcional, o Optimus deixou de ser apenas uma promessa. Segundo Musk, algumas unidades já operam dentro das fábricas da Tesla, realizando tarefas simples e repetitivas. A meta é ampliar a complexidade das atividades até o fim de 2026, antes de abrir o produto para os consumidores.
Na época do lançamento, o bilionário chegou a dizer que a divisão de robôs humanoides poderia, no futuro, valor mais do que o negócio de veículos da empresa. Em Davos, ele reforçou a aposta.
O Optimus foi projetado para operar em ambientes feitos para humanos, como fábricas, casas e escritórios, sem exigir adaptações. Por isso, o formato humanoide não é apenas estética, mas estratégia.
A Tesla já mostrou o robô dobrando roupas, carregando caixas e manipulando peças pequenas.
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O software do Optimus reaproveita tecnologias desenvolvidas para os carros da Tesla:
Na prática, o robô aprende tarefas observando humanos ou recebendo comandos diretos, não por programação linha a linha.
A bateria fica integrada ao tronco, com gerenciamento semelhante ao dos veículos elétricos. A autonomia exata não foi divulgada, mas o foco é permitir turnos completos de trabalho leve a moderado.
A Tesla não anunciou o preço oficial, mas Musk já sugeriu que o robô poderia custar menos que um carro, algo entre US$ 20 mil e US$ 30 mil no longo prazo, ou mais de R$ 100 mil.
A intenção é transformar o robô em produto de massa. Para tanto, o produto precisaria custar menos do que empregar uma pessoa por alguns anos.
Musk aposta alto. Disse esperar que, no futuro, bilhões de robôs humanoides estejam em operação, capazes de “saturar as necessidades humanas”.
Citou usos domésticos, como cuidar de crianças e animais, e, sobretudo, assistir idosos, um desafio crescente em países envelhecidos.
Na visão do bilionário, robótica e IA podem até ajudar a reduzir a pobreza, ao multiplicar produtividade.
O discurso otimista veio acompanhado do aviso habitual: “precisamos ter muito cuidado com a IA e com a robótica, não queremos nos ver em um filme de James Cameron, não queremos estar em um ‘O Exterminador do Futuro’”, disse o bilionário.
Por isso, a Tesla afirma que o Optimus terá:
Segurança, segundo Musk, é o fator que define se o robô chega em 2027 ou fica para depois.
No mesmo painel, Musk afirmou que a Inteligência Artificial (IA) deve superar a inteligência humana individual ainda neste ano ou no próximo.
Em termos coletivos, até 2030 ou 2031, a tecnologia seria mais inteligente do que toda a humanidade somada.
“Com o ritmo que a IA está progredindo, eu acho que teremos uma IA que é mais inteligente do que qualquer humano até o final deste ano, não mais tarde do que o próximo ano”, disse.
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