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A conclusão da operação ocorre após a Sabesp obter, na terça-feira (20), as aprovações do Cade e da Aneel
Após uma nova derrota para o empresário Nelson Tanure, a aquisição da geradora de energia Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Emae, EMAE3) pela Sabesp (SBSP3) saiu do papel. A companhia de saneamento anunciou a conclusão da operação na quarta-feira (22).
Apesar da aquisição, não está nos planos da Sabesp mexer no quadro societário da Emae. A empresa esclareceu que, neste momento, não há intenção de cancelar o registro de companhia aberta, nem de uma eventual reorganização societária envolvendo as duas companhias.
Com a conclusão da transação, a Sabesp informou que, conforme a regulamentação vigente, deverá submeter à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em até 30 dias, o pedido de registro de uma oferta pública para aquisição das ações ordinárias remanescentes da Emae.
Com isso, a Sabesp passa a deter 11.009.550 ações ordinárias da Emae, equivalentes a aproximadamente 74,9% do capital social votante e 29,79% do capital total.
A transação foi realizada nos termos do contrato de compra e venda firmado com a Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, que atua como agente fiduciário e representa os debenturistas da Primeira Emissão de Debêntures da Phoenix Água e Energia S.A.
O preço pago pela Sabesp foi de R$ 62 por ação, à vista e em dinheiro, valor que resultou da atualização pelo CDI do preço originalmente divulgado em outubro de 2025, de R$ 59,33 por papel.
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Com isso, o valor total da operação somou R$ 682,6 milhões.
A conclusão da operação ocorre após a Sabesp obter, na terça-feira (20), as aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O sinal verde dos órgãos foi uma derrota para o empresário Nelson Tanure, que vinha tentando barrar a operação.
Os dois órgãos rejeitaram, sem restrições, os questionamentos apresentados pelo fundo Phoenix, ligado a Tanure e que comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia.
Com isso, o acordo da Sabesp foi firmado diretamente com a Vórtx, que passou a deter as ações da Emae após a execução de garantias de debêntures emitidas pelo Phoenix. Os papéis da geradora haviam sido dados em garantia na operação de dívida para a Vórtx. A Sabesp anunciou em outubro de 2025 a assinatura do contrato para assumir o controle da companhia.
O Phoenix chegou a entrar na Justiça para a suspender o negócio, além de abrir contestações em outros âmbitos, como nos órgãos regulatórios e concorrencial. Porém, o Cade confirmou a aprovação à compra da Emae pela Sabesp sem restrições e negou o recurso apresentado pelo fundo.
Em seguida, foi a vez da Aneel dar o sinal positivo à operação, também julgando improcedentes argumentos apresentados pelo fundo de Tanure
O tema começou a ser discutido pela agência ainda em dezembro, mas a decisão foi adiada devido a um pedido de vista do diretor Gentil Nogueira. Ele solicitou mais tempo para analisar o caso diante das alegações de “ilegalidades e inconformidades” apresentadas pelo Phoenix.
Em voto vista aprovado pelo colegiado da Aneel, Nogueira considerou improcedentes os pedidos, apontando que todos os interessados no processo tiveram oportunidade de contraditório e ampla defesa em prazo razoável.
Ele destacou ainda que a Aneel possui autonomia decisória para questões regulatórias e que pode decidir sobre a competência técnica da Sabesp para assumir a geradora de energia.
Com informações do Money Times.
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O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.
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