O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Os resultados do quarto trimestre de 2025 da Embraer (EMBJ3) levaram o JP Morgan a revisar suas estimativas para a fabricante brasileira de aeronaves — e a conclusão é positiva para os investidores. O banco elevou o preço-alvo das ações da companhia e enxerga um potencial relevante de valorização para os papéis.
No caso das ações negociadas na B3 (EMBJ3), o preço-alvo passou de R$ 108 para R$ 109. Já para os American Depositary Receipts (ADRs) listados nos Estados Unidos (EMBJ), a estimativa subiu de US$ 80 para US$ 84.
Com a mudança, o banco calcula um potencial de valorização de aproximadamente 30% em relação ao preço de fechamento da última segunda (9).
“Incluindo a Eve em nosso preço-alvo para dez/26 de US$ 7,00 por ação, os valores justos da Embraer seriam de US$ 94,00/R$ 122,00 (a contribuição da Eve é de aproximadamente US$ 10 por ADR ou cerca de R$ 13,00 por ação)”, escreveram os analistas liderados por Marcelo Motta.
O banco manteve recomendação overweight (equivalente à compra) para a fabricante brasileira, avaliando que os papéis ainda negociam a múltiplos considerados atrativos.
Leia Também
“Esperamos que o desconto da Embraer em relação aos pares continue a diminuir, sustentado por maior potencial de crescimento, melhora nos retornos e carteira de pedidos recorde”, afirmam os analistas.
Entre os possíveis catalisadores de curto prazo, o JP Morgan destaca a possibilidade de revisão para cima da margem Ebit (lucro antes de juros e impostos) de 2025.
Atualmente, a projeção da companhia está entre 8,7% e 9,3%, mas o banco vê espaço para números maiores caso as tarifas dos Estados Unidos permaneçam zeradas.
Nesse cenário, a margem Ebit poderia atingir entre 9,6% e 10,1%, segundo os cálculos do banco.
Além disso, os analistas apontam um fluxo positivo de notícias nos segmentos Comercial e de Defesa, com destaque para oportunidades na Índia.
Também entra no radar do mercado a parceria nos Estados Unidos com a Northrop Grumman para promover o C-390 como um avião-tanque ágil para a Força Aérea dos EUA.
Por fim, a Embraer também pode se beneficiar de avanços nos testes de voo e no processo de certificação do eVTOL da Eve, iniciativa que segue no radar dos investidores como uma das principais apostas de longo prazo da companhia.
Nesta terça-feira, os papéis da Embraer decolam na bolsa. Por volta das 12h10 (de Brasília), EMBJ3 subia 3,69% no Ibovespa, cotada a R$ 85,40. Entretanto, nos últimos cinco dias, as ações da Embraer acumulam queda de cerca de 8,5%.
Na visão do JP Morgan, a queda recente teve como motivação a combinação de uma realização de lucros, após forte valorização desde dezembro, além de projeções mais fracas do que o esperado para entregas na aviação comercial e margem Ebit.
“Embora a Embraer tenha superado seu guidance de margem Ebit para 2026, de 7,5% a 8,3%, entregando 8,7%, acreditamos que os investidores estejam tomando o guidance de margem para 2026 ao pé da letra, mesmo ele incluindo tarifas dos EUA atualmente em zero”, dizem os analistas.
No quarto trimestre de 2025, a fabricante registrou lucro líquido ajustado de R$ 832 milhões. A cifra representa um recuo ante o resultado de R$ 1,04 bilhão registrado no mesmo período no ano anterior.
O montante ficou abaixo da expectativa do mercado. Consenso reunido pela Bloomberg apontava para um lucro líquido de US$ 162 milhões no período.
O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, que mede o desempenho operacional, foi de R$ 1,61 bilhão, também abaixo do desempenho no quarto trimestre de 2024, quando teve Ebitda de R$ 1,95 bilhão.
A margem Ebitda ajustada atingiu 11,2%, abaixo do desempenho do mesmo período do ano passado, de 14,2%, e levemente abaixo dos 11,7% registrados no último trimestre.
O Ebit ajustado da fabricante de aeronaves brasileira também encolheu, totalizando R$ 1,24 bilhão no 4T25, ante R$ 1,58 bilhão no mesmo período em 2024.
A margem Ebit ajustada ficou em 8,7% no quarto trimestre de 2025, frente 11,5% no mesmo período do ano anterior.
*Com informações do Money Times
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4