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Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota "reflete o sólido perfil de negócios da JBS"

A JBS (JBSS32) quer mais dinheiro na mesa. Na noite de segunda-feira (30), a empresa de frigoríficos anunciou a emissão de US$ 2 bilhões em bonds — títulos de dívida no mercado internacional — com vencimento em 2037 e 2057. A operação, que deve captar valor equivalente a cerca de R$ 10,4 bilhões no câmbio atual, recebeu avaliação de risco de crédito BBB- pela Fitch Ratings.
Do total emitido, US$ 1,25 bilhão vence em 2037 e paga juros de 5,625% ao ano, enquanto outros US$ 750 milhões vencem em 2057, com juros de 6,4% ao ano.
A liquidação da operação está prevista para 13 de abril.
Segundo o comunicado da JBS, o dinheiro será usado principalmente para recomprar títulos de dívida que tinham juros mais elevados, no valor de US$ 1 bilhão e vencimento em 2034 e 2035. As taxas eram de 6,75% e 5,95%, respectivamente.
Já o restante será destinado a "fins corporativos", diz a companhia.
A JBS tem a expectativa de investir cerca de US$ 2,4 bilhões em 2026, especialmente em projetos de expansão.
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Para analistas, essa operação mostra que a empresa segue com controle financeiro, buscando crescer sem comprometer sua saúde financeira e mantendo seu bom nível de crédito no mercado.
A emissão de bonds recebeu avaliação BBB- pela Fitch. Segundo a agência classificadora de risco, a nota "reflete o sólido perfil de negócios da JBS, amortização favorável da dívida e expectativa de fluxo de caixa livre positivo e redução gradual da alavancagem nos próximos dois anos".
A projeção da agência é de crescimento no desempenho financeiro, com Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) estimado em US$ 6,4 bilhões em 2026 e US$ 6,9 bilhões em 2027, além de margens que podem alcançar até 7,6%.
Mesmo com investimentos relevantes — cerca de US$ 2,4 bilhões por ano — e distribuição de dividendos próxima de US$ 1 bilhão, a empresa deve manter fluxo de caixa livre positivo, estimado em US$ 925 milhões em 2026.
A alavancagem líquida deve permanecer controlada, em torno de 2,5 vezes dívida líquida/Ebitda, sustentada principalmente pelo desempenho das operações de aves e suínos, incluindo a Seara e os negócios nos Estados Unidos.
Por outro lado, a agência alerta que o segmento de carne bovina nos EUA ainda pode enfrentar pressão, refletindo fatores cíclicos que impactam a rentabilidade.
Na visão da Fitch, um dos principais diferenciais da JBS segue sendo a ampla diversificação geográfica e de proteínas, com presença relevante em mercados como América do Norte, América do Sul, Europa e Austrália.
Esse posicionamento coloca a companhia em vantagem frente a pares como Marfrig (MBRF3) e Minerva (BEEF3), e em linha com players globais como a Tyson Foods.
*Com informações do Money Times
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