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A Anac define regras específicas para as baterias de lítio, que são comuns em celulares, notebooks e powerbanks

Quem estava no voo LA3581 da Latam, que ia de São Paulo a Brasília em 29 de janeiro, levou um susto daqueles. O avião teve que desviar a rota e fazer um pouso de emergência em Ribeirão Preto (SP) depois que uma bateria portátil, também conhecida como powerbank, explodiu.
Não é a primeira vez que acidentes com baterias ocorrem durante voos. No ano passado, a Coreia do Sul reforçou suas regras para o transporte desses materiais após um powerbank pegar fogo.
As autoridades do país asiático passaram a exigir que os aparelhos sejam levados junto com os passageiros, e não mais nos compartimentos superiores das cabines.
Por aqui, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já possui uma série de exigências para o transporte de eletrônicos, para reduzir os riscos. Ainda assim, isso não impede que acidentes aconteçam.
O problema com os eletrônicos despachados não é aumento da frequência de defeitos durante voos. Segundo especialistas, o risco de uma bateria pegar fogo é a mesma em solo e na altitude.
Isso porque as principais causas para acidentes são mudanças bruscas de temperatura e choques físicos, como queda dos aparelhos, o que pode acontecer tanto dentro quanto fora de uma aeronave.
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A diferença é que, em um avião a quilômetros do chão, fica difícil combater incêndios do tipo. Por isso, a Anac exige que os eletrônicos não sejam despachados. Assim, caso um acidente ocorra, a tripulação consegue ter uma resposta mais rápida e evitar maiores problemas durante o voo se o equipamento estiver na cabine.
“Em caso de fuga térmica da bateria transportada em uma bagagem despachada há uma baixa chance de que os sistemas de proteção contra incêndio do compartimento de carga possam conter o incêndio resultante”, diz a agência no Alerta de Segurança Operacional.
Além disso, dentro da cabine, a tripulação consegue ficar de olho para que nenhuma bagagem sofra choques físicos, assim como há um controle maior em relação à variação de temperatura do ambiente.
A Anac define regras específicas para as baterias de lítio, que são comuns em celulares, notebooks e powerbanks. Segundo a agência, há um limite de capacidade permitido, de até 100 Wh. Já entre 100 Wh e 160 Wh, é necessário ter aprovação prévia da companhia aérea.
Ainda assim, o aparelho deve ser transportado com proteção individual, como em embalagens originais ou com os terminais isolados.
Já as baterias de níquel-hidreto metálico, ou seja, aquelas pilhas comuns que usamos em brinquedos, controles remotos e outros eletrônicos, estão liberadas tanto na bagagem de mão, quanto no despacho.
Todos os produtos que são permitidos e proibidos pela Anac estão um uma lista no site do órgão. Acesse aqui.
Além de todas as regras estabelecidas, há um aparelho específico que entrou na lista vermelha da Anac: o MacBook Pro de 15 polegadas, produzido entre 2015 e 2017. A proibição veio após a Apple detectar defeitos na bateria de lítio do notebook.
“Recomenda-se que os equipamentos defeituosos não sejam despachados no porão da aeronave e nem transportados a bordo da aeronave, dados os riscos que representam para as operações aéreas”, diz a Anac em comunicado divulgado.
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