O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Em banco grande, capital é poder. É ele que determina o quanto se pode crescer, quanto crédito cabe no balanço e quão confortável a instituição atravessa um ciclo mais desafiador. E o Banco do Brasil (BBAS3) decidiu proteger o seu.
Depois de reduzir dividendos e adotar um discurso mais firme de prudência, o BB deu mais um passo nessa direção: pediu a revisão do cronograma de devolução de R$ 4,1 bilhões que ainda restam de um instrumento contratado há mais de uma década junto ao Tesouro Nacional.
Trata-se de um Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD), emitido em 2012, em um momento em que reforçar a estrutura de capital era prioridade para o banco.
O mecanismo combina características de dívida e de capital: na prática, foi um aporte do Tesouro que ajudou a fortalecer os índices regulatórios — mas que precisa ser devolvido segundo um calendário previamente estabelecido.
Agora, mais de uma década depois, o BB quer ganhar tempo. A proposta é alongar o cronograma dos desembolsos e aliviar a pressão sobre o capital no curto prazo.
Dos R$ 8,1 bilhões originalmente emitidos naquele IHCD, ainda restam R$ 4,1 bilhões a serem pagos segundo o cronograma aprovado em 2021. O calendário atual prevê desembolsos mais concentrados nos próximos anos.
Leia Também
A proposta enviada ao Tesouro muda o ritmo dessa devolução, com o adiamento desses pagamentos.
O banco sugere duas parcelas simbólicas de R$ 100 milhões em julho de 2026 e julho de 2027, um pagamento de R$ 1 bilhão em julho de 2028 e, por fim, uma parcela mais robusta — de R$ 2,9 bilhões — em julho de 2029.
Para um banco, capital funciona como amortecedor e motor ao mesmo tempo. É ele que define o quanto a instituição pode expandir a carteira de crédito, sustentar crescimento e qual margem de segurança possui diante de choques econômicos.
Se a repactuação for aprovada, o Banco do Brasil prevê preservar 8 pontos-base (bps) de capital tanto em 2026 quanto em 2027.
Com o alongamento, o custo dos desembolsos apareceria depois: o impacto projetado é de um consumo estimado de 8 bps em 2028 e 22 bps em 2029, quando os pagamentos ficariam mais concentrados.
Por enquanto, nada muda. Até que o pedido seja analisado e eventualmente aprovado, segue valendo o cronograma definido em 2021.
O Banco do Brasil afirma que o pedido faz parte de um conjunto de medidas prudenciais adotadas desde 2025 para reforçar sua base de capital, em linha com o plano de capital de médio prazo.
Ao longo dos últimos meses, o banco vem ajustando engrenagens. Uma das decisões mais visíveis foi a redução do payout — a fatia do lucro distribuída aos acionistas — para 30% em 2025 e 2026.
Um compromisso menor com dividendos hoje significa maior margem de manobra para utilizar os recursos retidos, com possibilidade de fortalecer o balanço. Assim, caso deseje, o BB pode realizar pagamentos extraordinários aos investidores, como fez no último trimestre.
O alongamento do IHCD entra nesse mesmo pacote: preservar capital agora para manter flexibilidade estratégica.
*Com informações do Money Times.
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029