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Valor do capital social da Azul continuará em R$ 16,77 bilhões. O total de ações ordinárias, porém, será reduzido para 9,253 trilhões
O conselho de administração da Azul (AZUL53) apresentou uma proposta de grupamento de ações na proporção de 75 para 1. A operação é utilizada para ajustar o valor unitário dos papéis e tornar as negociações no mercado mais eficientes.
A decisão caberá aos acionistas, que votarão em assembleia geral extraordinária marcada para 12 de fevereiro de 2026, às 11h, realizada de forma digital. Segundo a companhia, o objetivo é adequar o número de ações aos parâmetros e limites operacionais do mercado secundário.
Na prática, um pacote de 75 ações atuais passaria a formar uma única ação, sem alteração no capital social, que seguirá em R$ 16,77 bilhões. O total de ações ordinárias, porém, será reduzido para 9,253 trilhões.
Atualmente, as ações da empresa são negociadas em lotes de um milhão de unidades, sob o ticker “AZUL53”. Na tarde desta segunda-feira (26), cada lote estava cotado a R$ 10,81. Isso significa que cada ação individual da companhia equivale a R$ 0,00001081. Na prática, mil ações juntas correspondem a um centavo.
A proposta de grupamento será analisada junto com outras medidas ligadas à conclusão do plano de saída da recuperação judicial. Entre elas estão a reformulação do Estatuto Social, a destituição dos atuais membros do conselho e a eleição de novos integrantes — todas condicionadas à aprovação do plano de reestruturação.
Na última semana, a Azul aprovou a atualização do seu plano de negócios, confirmou novos aportes para antecipar a saída do processo de recuperação judicial nos EUA e anunciou que realizará uma nova oferta de ações, que deve diluir ainda mais a base de acionistas.
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De acordo com a companhia, será realizada uma nova oferta pública para captar até US$ 950 milhões. Nos termos do contrato de compromisso de apoio firmados com determinados stakeholders (partes interessadas na Azul), esta oferta será ancorada por eles e também contará com um ou mais investidores estratégicos, conforme o plano de Chapter 11.
“Conforme adicionalmente previsto no referido plano, as ações emitidas no âmbito da oferta pública — novos recursos serão emitidas a um preço que representa um desconto de 30% em relação ao valor da Companhia definido no Plano do Chapter 11, e tal emissão deverá resultar em diluição adicional aproximada de 80% da base acionária então existente”, afirma a Azul.
A companhia aérea anunciou, ainda, que determinados credores e partes interessadas da Azul concordaram em realizar um aporte adicional de US$ 100 milhões para apoiar a saída do Chapter 11, permitindo que ocorra antecipadamente.
“Tal investimento incremental de US$ 100 milhões, juntamente com a garantia firme de subscrição de US$ 650 milhões no contexto da oferta pública de saída do Chapter 11 e dos US$ 200 milhões a serem investidos por investidores estratégicos, elevará o montante total de investimentos a serem captados pela Companhia de US$ 850 milhões para US$ 950 milhões”, diz o fato relevante.
A expectativa é que a Azul saia da recuperação judicial em fevereiro, com dívida ajustada equivalente a 2,5 vezes seu caixa.
*Com informações da Reuters e Money Times
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