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Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent chegaram a saltar mais de 8%, enquanto bolsas do mundo inteiro caem forte
Se os mercados globais estavam esperando uma desescalada na guerra entre EUA e Irã, o presidente Donald Trump garantiu justamente o contrário em um discurso à nação ontem (1). O chefe da Casa Branca prometeu atingir o Irã com força total nas próximas semanas e “levar o país para a Idade da Pedra, onde eles pertencem”.
Segundo o presidente, o Estreito de Ormuz, o principal foco de tensão da guerra já que é a principal passagem para boa parte do petróleo global, “se abriria naturalmente” quando o conflito terminasse.
“Eles vão querer vender petróleo e os preços da gasolina cairão rapidamente, enquanto as ações voltarão a subir com rapidez”, afirmou Trump.
Do outro lado, o comandante-chefe do Exército do país persa, Amir Hatami, afirmou que o quartel-general operacional do Irã precisa monitorar “os movimentos do inimigo com o máximo de pessimismo e precisão” e estar pronto para combater qualquer método de ataque.
Assim, o mercado entrou em polvorosa nesta quinta-feira (2), com quedas generalizadas e disparada do petróleo. O Ibovespa chegou a cair mais de 1% nesta manhã, mas por volta das 11h10 a queda já havia arrefecido para 0,52%, aos 186.967 pontos.
Os futuros do petróleo Brent com vencimento em junho de 2026, padrão internacional, saltavam quase 7% por volta das 11h10, a US$107,91 o barril. Já o óleo cru (WTI), padrão nos EUA, chegaram a avançar mais de 10%, U$110,23 o barril.
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Diante desse cenário, cresce cada vez mais a preocupação de que uma disparada nos preços da energia possa contaminar a inflação global e dificultar o trabalho dos bancos centrais.
Em Wall Street, o medo também se espalhou, com destaque para Nasdaq que caía quase 1% nesta manhã. S&P500 e Dow Jones perdiam, respectivamente, 0,72% e 0,75%. Na Europa, todos os principais índices registravam queda acima de 1%.
Analistas afirmam que os EUA e Israel alcançaram sucesso tático militar no Irã, atingindo mais de 12,3 mil alvos, com 155 embarcações afundadas e figuras importantes mortas, como o líder supremo aiatolá Ali Khamenei.
Mas o conflito que já dura um mês também trouxe reveses estratégicos: o Irã reforçou seu controle sobre o Estreito de Ormuz, o regime já linha-dura em Teerã se voltou ainda mais contra Washington e as ambições nucleares do país ainda não foram completamente neutralizadas.
Nesse contexto, cresce a relevância das fortificações iranianas em pequenas ilhas ao redor do estreito, que ampliam a capacidade de Teerã de controlar essa rota vital.
Ilhas como Kharg, Qeshm e Abu Musa passaram ao centro das atenções à medida que o Irã intensificou o bloqueio de petroleiros, agravando uma crise econômica global.
Antes da guerra, cerca de 20% do petróleo bruto negociado no mundo passava pelo Estreito de Ormuz — fluxo que, desde o início da ofensiva aérea de EUA e Israel em 28 de fevereiro, praticamente secou.
Com a disparada do petróleo, petroleiras da bolsa fazem a festa no início do pregão de hoje, com destaque para a Prio (PRIO3), que chegou a avançar mais de 7%. Veja abaixo as maiores altas do principal índice de ações da B3 por volta das 10h40:
| Ação | Preço | Variação (%) |
|---|---|---|
| PRIO3 | 68,19 | +6,33 |
| RECV3 | 14,06 | +3,38 |
| PETR3 | 53,42 | +2,87 |
| PETR4 | 48,66 | +2,72 |
| BRAV3 | 20,32 | +2,52 |
| SLCE3 | 18,24 | +0,39 |
Já na ponta negativa, Cyrela (CYRE3) tem perdas de mais de 6% e lidera com a maor desvalorização do índice no mesmo horário. Veja a lista abaixo:
| Ação | Preço | Variação (%) |
|---|---|---|
| CYRE4 | 24,86 | -6,15 |
| CYRE3 | 26,84 | -5,89 |
| VAMO3 | 3,56 | -5,57 |
| CURY3 | 35,20 | -4,63 |
| RENT4 | 43,54 | -4,60 |
| RENT3 | 45,64 | -4,42 |
Com informações Wall Street Journal
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