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Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
Depois de um 2025 marcado por cautela com o consumo e um mercado cada vez mais seletivo com o varejo, a Lojas Renner (LREN3) começa 2026 tentando virar a chave da narrativa. Não se trata de acelerar vendas a qualquer custo, mas de extrair valor de uma nova linha: as despesas.
É essa leitura que levou o Citi a elevar a recomendação da ação de neutra para compra, com preço-alvo de R$ 17, o que implica um potencial de valorização 28% em relação ao fechamento da última terça-feira (13).
Na visão do banco, mesmo assumindo um crescimento mais modesto das vendas nos próximos anos, o risco-retorno da Renner ficou mais interessante — principalmente porque a empresa passou a tratar a eficiência operacional como prioridade estratégica, e não apenas como consequência do crescimento.
Além disso tem a expectativa por dividendos. “O balanço da Lojas Renner sustenta uma boa remuneração aos acionistas por meio de dividendos/JCP e recompras em andamento; estimamos um dividend yield atrativo de 8% em 2026”, escreve o time em relatório.
Somando o potencial de valorização dos papéis e os dividendos projetados, o potencial de retorno ao acionista fica na casa dos 37%, segundo o banco.
O ponto central da tese é: a Renner não precisa crescer tanto quanto prometeu para entregar mais resultado ao acionista.
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O Citi trabalha com um crescimento médio anual de vendas de cerca de 8% nos próximos três anos, abaixo do guidance oficial da companhia, que aponta para algo entre 9% e 13%. Ainda assim, o banco projeta um crescimento de dois dígitos no lucro nesse período.
O motivo está no controle de custos. A expectativa é de uma redução de até 250 pontos-base das despesas operacionais sobre a receita líquida. Esse é só o piso da meta divulgada pela empresa para o médio prazo, mas mesmo nesse cenário conservador, o lucro por ação seguiria avançando a um ritmo próximo de 10% ao ano.
O Citi chama atenção para um ponto específico: as despesas gerais e administrativas por metro quadrado cresceram acima da inflação entre 2021 e 2023. Esse movimento foi, em parte, consequência dos investimentos feitos para fortalecer a operação digital e o e-commerce da companhia.
Agora, com essa infraestrutura já montada, a avaliação é que existe espaço real para captura de eficiência — e a própria administração da Renner passou a sinalizar isso de forma mais clara a partir do terceiro trimestre de 2025.
Segundo o banco, essa mudança de postura aumenta a visibilidade para a expansão de margem, mesmo em um ambiente de vendas menos aquecido.
Outro ponto que conta a favor das ações da varejista de moda é a sua capacidade de devolver valor aos acionistas, ainda que condicionada à existência de reservas de lucro.
“Atualmente, assumimos um payout em torno de 70%, o que implica dividend yield de 8%, mas esse retorno pode se aproximar de 9% se considerarmos o programa de recompra vigente (75 milhões de ações)”, ressalta o Citi.
O Citi espera que a Renner reporte crescimento de vendas nas lojas maduras (SSS, na sigla em inglês) de 3%, sustentado por reajustes de preços em linha com a inflação, sem a necessidade de descontos.
Os analistas também projetam leve retração de volumes, diante de uma base de comparação mais difícil no quarto trimestre de 2024 (SSS de 9%, puxado principalmente por volume).
“A avaliação é que o trimestre deve confirmar a melhora da rentabilidade da companhia. A margem bruta do varejo deve avançar cerca de 30 pontos-base, ficando aproximadamente 10 pontos-base acima do que o mercado espera. Já a margem Ebitda [lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização] ajustada deve crescer em torno de 80 pontos-base na comparação com o mesmo período do ano passado”, destaca o time.
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