🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

Carolina Gama
11 de janeiro de 2026
11:55
Barril de petróleo sobre dólares
Imagem: DALL-E/ChatGPT

Um sinal de alerta foi aceso para os investidores do setor de petróleo e gás: um novo conflito entre IrãIsrael EUA pode incendiar (de novo) o mercado da commodity.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os futuros de petróleo encerraram a semana passada com ganho acumulado de 3,14% no caso do WTI — usado como referência nos EUA — e de 4,06% no caso do Brent —o tipo usado como referência no mercado global, inclusive pela Petrobras (PETR4).  

As notícias sobre a Venezuela, país que detém as maiores reservas comprovadas do mundo, depois da invasão dos EUA e da queda de Nicolás Maduro, juntamente com as renovadas ameaças de Donald Trump de tomar a Groenlândia mexeram diretamente com os preços do petróleo nos últimos dias.  

Agora, uma conhecida fonte de tensão promete colocar ainda mais lenha nessa fogueira: o Irã, outro grande produtor que faz parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). 

Irã: protestos se espalham pelo país 

Antes de entender como as tensões podem afetar o petróleo e, por consequência, as ações das petrolíferas na bolsa, é importante entender o que está acontecendo no Irã. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde o dia 28 de dezembro, os protestos contra a crise econômica ganharam força no país e se transformaram no desafio mais significativo do governo dos aiatolás nos últimos anos.  

Leia Também

O ápice, até o momento, ocorreu na última quinta-feira (8), quando manifestantes marcharam pelas ruas de cidades iranianas por quase 24 horas, em resposta a uma convocação do príncipe herdeiro exilado do país.  

Reza Pahlevi, filho homônimo do xá que fugiu do Irã um pouco antes da Revolução Islâmica de 1979, mora nos EUA e chamou a população para as ruas na quinta-feira (8) e sexta-feira (9).  

“Iranianos exigiram sua liberdade esta noite. Em resposta, o regime no Irã cortou todas as linhas de comunicação”, disse o príncipe exilado na ocasião.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em resposta à mobilização, o regime bloqueou o acesso à internet e às chamadas telefônicas internacionais. Além disso, a repressão já matou pelo menos 116 pessoas, enquanto mais de 2 mil foram presas.  

Irã eleva tom contra EUA e Israel 

As tensões se agravaram neste domingo (11), quando o Irã elevou o tom contra EUA e Israel. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, advertiu que forças norte-americanas e o território israelense se tornariam "alvos legítimos" caso Washington leve adiante uma ofensiva contra a República Islâmica. 

Mais cedo, dois membros do alto escalão da Casa Branca disseram à Axios que o presidente norte-americano, Donald Trump, está avaliando várias opções para apoiar os protestos no Irã e enfraquecer o regime.  

Essas discussões ocorrem após Trump dizer publicamente que estaria disposto a usar força militar caso o regime iraniano matasse manifestantes.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Todas as opções estão sobre a mesa para Trump, mas nenhuma decisão foi tomada", afirmou a fonte sob anonimato.  

Um segundo membro da Casa Branca disse que as discussões incluíram ataques militares, mas que a maioria das opções apresentadas ao presidente norte-americano neste estágio "não é cinética". As autoridades reconheceram que é difícil prever qual opção o republicano escolherá. 

No sábado (10), o republicou foi às redes sociais dizer que “o Irã está olhando para a liberdade, talvez como nunca antes. Os EUA estão prontos para ajudar!”. 

Enquanto os EUA dizem estar posicionados no Oriente Médio para defender seus interesses e aliados, Israel — que se prepara para voltar à guerra com o Hamas, de acordo com o Wall Street Journal — também assegurou acompanhar "de perto" os desdobramentos.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a Reuters, Israel está em alerta máximo diante da possibilidade de qualquer intervenção dos EUA no Irã.  

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa'ar, defendeu a designação da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) como organização terrorista pela União Europeia (UE).  

As tensões e o petróleo 

A escaladas das tensões no Irã, com possível envolvimento de EUA e Israel, mexem diretamente com os preços do petróleo. Isso porque, além de ser um dos grandes produtores da commodity no mundo, Teerã tem outro trunfo na manga: o estreito de Ormuz.  

Há quase um ano, os iranianos usaram a passagem para responder aos ataques dos EUA. Você pode relembrar aqui essa história. Novamente, uma potencial operação militar de Israel e dos EUA contra o Irã volta a ameaçar o transporte de petróleo e gás no Golfo.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Estreito de Ormuz, localizado entre Omã e o Irã, é o corredor marítimo mais importante do mundo para o transporte de petróleo — as projeções da consultoria de energia Vortexa indicam que cerca de 20 milhões de barris de petróleo bruto, condensado e combustíveis passam pela região diariamente. 

A via tem 33 quilômetros de largura por onde transitam navios vindos do Golfo Pérsico em direção do Mar Arábico — o trecho mais estreito tem apenas 3,2 quilômetros de largura, o que torna a passagem congestionada e perigosa. 

Quando o parlamento iraniano aprovou o fechamento do estreito, em 22 de janeiro de 2025, o JP Morgan calculou o tamanho do estrago: se a interrupção de prolongasse, com a escalada do conflito no Oriente Médio, o preço do petróleo poderia chegar a US$ 130.  

Naquele momento, o barril havia dado um salto de US$ 60 para US$ 75. Atualmente, o Brent está cotado na casa dos US$ 63 o barril, enquanto o WTI está na casa dos US$ 59.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Os protestos no Irã parecem estar ganhando força, levando o mercado a se preocupar com possíveis interrupções”, disse o time do Saxo Bank. 

Em 2025, quando as tensões envolvendo o Irã e Ormuz ganharam força, as ações da Petrobras ganham impulso na bolsa — não é muito difícil de imaginar que preços mais altos do petróleo são positivos para a estatal, já que implica no aumento das receitas. 

Mais que isso: o petróleo mais caro ajuda na geração de caixa e na distribuição de dividendos não só da estatal como de outras petroleiras como a Prio (PRIO3).  

Para as bolsas, a narrativa da escalada das tensões entre Israel, Irã e EUA é outra: a tendência é de que os investidores fujam dos ativos de risco e busquem abrigo em ativos considerados porto seguro como ouro dólar. E o Ibovespa pode não escapar desse movimento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

NEM SÓ PAPEL, NEM SÓ TIJOLO

O curinga dos fundos imobiliários: por que os FIIs multiestratégia podem ser um verdadeiro trunfo para os investidores em 2026

20 de fevereiro de 2026 - 6:03

Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas

GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

MAIS DILUIÇÃO

Azul (AZUL53): depois de emitir mais 45 trilhões de ações para sair da RJ o quanto antes, aérea desaba 50% na bolsa; entenda

19 de fevereiro de 2026 - 17:53

Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição

SUSTENTABILIDADE NA BOLSA

Investimento em ESG: C&A (CEAB3) e Allos (ALOS3) entram nas ações sustentáveis recomendadas pelo BTG em fevereiro

19 de fevereiro de 2026 - 15:40

As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)

O GRUPAMENTO ESTÁ VALENDO

Simpar (SIMH3) corta pela metade ações em circulação e amplia teto para novas emissões; veja o que muda para o acionista

18 de fevereiro de 2026 - 15:21

A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado

PORTFÓLIO EM EXPANSÃO

TRXF11 adiciona mais um galpão logístico ao carrinho, que será ocupado por gigante do e-commerce

18 de fevereiro de 2026 - 11:06

Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar