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Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionam o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O Ibovespa bateu os 170 mil pontos pela primeira vez nesta quarta-feira (21). Por volta das 13h46, o principal índice de ações da bolsa brasileira estava sendo negociado nos 170.109,82 pontos, alta de 2,3% no dia.
O último recorde intradia foi registrado ontem (20), quando o índice atingiu os 166.467,56 pontos durante a sessão. O dólar, por sua vez, se desvalorizava cerca de 1%, a R$ 5,3185 no mesmo horário.
O impulso no Ibovespa veio do forte fluxo de capital estrangeiro para os mercados emergentes, em meio a uma rotação global de dólares.
O movimento reflete o aumento da aversão ao risco em relação ao mercado norte-americano, com investidores reduzindo exposição e promovendo a venda de títulos do Tesouro dos Estados Unidos (Treasurys).
O ajuste vem em meio à escalada das tensões geopolíticas, intensificadas por declarações do presidente Donald Trump no contexto da disputa pela Groenlândia.
Segundo o analista Felipe Cima, da Manchester Investimentos, muitos investidores estão se afastando desses índices das Bolsas de Nova York, devido à agressividade de Trump.
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Durante sua fala no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o presidente dos Estados Unidos voltou a defender a ideia de adquirir a Groenlândia, adotou um discurso mais duro em relação à Europa e à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e afirmou que apenas os EUA teriam capacidade de garantir a segurança do território, que hoje integra o Reino da Dinamarca.
Apesar do tom elevado e das insinuações sobre uma possível ação militar na Groenlândia, Trump afirmou que não pretende recorrer ao “uso da força” para assumir o controle da ilha, mas voltou a ameaçar a aliança militar com possíveis retaliações.
“Eu não preciso usar a força. Eu não quero usar a força. Eu não usarei a força. Tudo o que os Estados Unidos estão pedindo é um lugar chamado Groenlândia", discursou Trump”, disse Trump.
Há também o fator “eleições” no radar. Mais cedo, a pesquisa AtlasIntel mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com folga todos os cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de outubro deste ano, com chances inclusive de vencer já no primeiro turno, e mantém a liderança nas simulações de segundo turno.
De acordo com o levantamento, encomendado pela Bloomberg, os dois possíveis candidatos do campo bolsonarista — o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) — registram desempenho idêntico contra o petista em um segundo turno.
Em destaque, no cenário em que apenas Flávio é o candidato bolsonarista, Lula tem 49% e o senador aparece com 35%, uma redução da distância em relação à pesquisa anterior.
No meio disso, as ações da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR4) operam em forte alta nesta quarta-feira (21) no Ibovespa. Por volta das 13h46 as ações preferencias da petroleira subiam 3,25%, negociadas a R$ 33,35, enquanto as ordinárias (PETR3) avançavam mais de 4,76%, a R$ 36,10. A mineradora, por sua vez, avançava 2,61%, a R$ 82,15.
Os papéis estão entre os principais pilares de sustentação do Ibovespa. Isso porque essas ações concentram boa parte do fluxo estrangeiro: são as mais líquidas da B3, têm peso relevante na composição do índice e oferecem exposição direta a commodities precificadas em dólar — um combo que facilita a alocação de investidores globais em momentos de maior apetite por mercados emergentes.
A Vale é a ação mais negociada do mercado brasileiro na sessão, com giro financeiro de aproximadamente R$ 1,3 bilhão em pouco mais de 35,1 mil negócios. Já a Petrobras acompanha o movimento, refletindo o aumento do apetite do investidor estrangeiro por ativos brasileiros.
Por volta das 13h46, só três ações negociavam no vermelho: Tim (TIMS3), Embraer (EMBJ3) e IRB (IRBR3).
Já a ponta positiva é liderada pela Cogna (COGN3), com avanço de 8,49%, a R$ 3,96. Mais cedo, o BTG Pactual elevou a recomendação de neutra para compra e elevou o preço-alvo de R$ 4 para R$ 5. Para os analistas, a educacional continua a apresentar sólido momento operacional e perspectivas atrativas de geração de fluxo de caixa livre (FCF).
Com informações do Money Times
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