O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lyft e Waymo lançam robotáxis em Nashville; enquanto isso, a Baidu já roda com o Yichi 06 na China e pressiona a Tesla a tirar o Cybercab do papel
O carro sem motorista deixou de ser ficção científica para virar corrida de mercado. A Lyft acaba de anunciar uma parceria com a Waymo para lançar em 2026 um serviço de robotáxis em Nashville, nos Estados Unidos.
O acordo une a tecnologia autônoma da Waymo (braço da Alphabet, dona do Google) à expertise da Lyft em gestão de frotas.
A Flexdrive, subsidiária da Lyft, será responsável por tudo: da manutenção às oficinas, passando por pontos de recarga dedicados.
No começo, as corridas só poderão ser chamadas pelo app da Waymo. Mas, ainda em 2026, o plano é integrar também no app da Lyft.
Resumindo: é o primeiro passo para transformar o robotáxi em um negócio escalável — e, claro, lucrativo.
A escolha de Nashville não foi aleatória. Cidade média, trânsito menos caótico que Nova York e clima mais previsível que São Franscico.
Leia Também
Em outras palavras: um “campo de provas” para colocar os carros sem motoristas nas ruas. Se der certo por lá, a expansão deve acelerar para outras regiões.
O anúncio da Lyft e da Waymo acontece em meio a uma disputa global. O mercado de carros autônomos é apontado por analistas como uma indústria de trilhões de dólares na próxima década.
Quem chegar primeiro não vai só levar passageiros, mas também investidores, dados e uma fatia generosa de receitas de concorrentes.
A Tesla, de Elon Musk, prometeu colocar seu Cybercab nas ruas até 2027 por menos de US$ 30 mil. Mas, como é de costume quando envolve Musk, as promessas chegam antes do produto. Enquanto isso, a Baidu, o “Google da China”, já colocou sua solução nas ruas.
Na China, a Baidu opera o Yichi 06, um robotáxi elétrico desenvolvido em parceria com a montadora JMC. O carro já circula no serviço Apollo Go em algumas cidades chinesas, transportando passageiros sem motorista em determinadas áreas.
O preço divulgado gira em torno de 204.600 yuans — cerca de US$ 28,9 mil. Fontes ligadas ao projeto falam em pelo menos mil unidades entregues, mas nem todas necessariamente estão em operação ativa.
O Yichi 06 é uma minivan elétrica com design minimalista, portas deslizantes traseiras e espaço para quatro passageiros. Algumas versões dispensam volante e pedais — embora regulações locais ainda possam exigir equipamentos de controle em determinados contextos.
O carro é equipado com motor de 110 kW (147 cv), bateria LFP trocável em cerca de três minutos e o sistema Apollo de direção autônoma de sexta geração.
São 40 sensores, incluindo cinco LiDARs, capazes de criar visão 360º e reagir em cenários complexos. O processamento atinge até 1.200 TOPS (Tera Operations Per Second), potência de supercomputador para tomar decisões em tempo real.
Classificado como veículo de autonomia nível 4, ele já pode operar sem motorista em condições específicas.
Enquanto a Tesla ainda não apresentou o design final do Cybercab, a Baidu acumula números expressivos: mais de 32 milhões de quilômetros de testes e milhões de viagens realizadas em seu serviço Apollo Go até meados de 2024.
O duelo é claro: Musk fala em “revolução”, mas a Baidu já embarca passageiros diariamente. Ambas apostam em modelos de custo relativamente baixo para ganhar escala. A diferença é que, na China, a corrida já é cobrada.
Veja no vídeo como é andar em um robotáxi chinês:
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa