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Durante evento, Magda Chambriard comentou sobre a reação negativa do mercado à distribuição de dividendos e ainda opinou sobre potencial venda de ativos da Braskem
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, parece não estar preocupada com a queda das ações da petroleira. Após a estatal perder quase R$ 32 bilhões em valor de mercado, a executiva afirmou que “quem apostar contra a Petrobras vai perder dinheiro”.
A declaração foi realizada durante a participação de Chambriard em evento no Rio de Janeiro na sexta-feira (08). A presidente ainda avaliou que a empresa vem mostrando capacidade de geração de caixa.
Para ela, a reação negativa da bolsa não está vinculada exclusivamente aos dividendos e ao comunicado sobre o retorno da estatal no setor de distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP).
“Há fatos conhecidos, alguns até recorrentes nessa época do ano, como pagamento de participações especiais, que os analistas não precificaram e que aí geraram uma expectativa maior do que a que seria adequada. Isso, somado ao ‘susto’ da volta à distribuição culminou nesse pessimismo”, disse.
A presidente da estatal também aproveitou o evento para comentar sobre a potencial venda de ativos da Braskem (BRKM5).
Ainda em julho, Nelson Tanure pediu o aval da Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para adquirir de forma indireta a participação da Novonor na petroquímica.
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O regulador antitruste chegou a aprovar a operação, mas a Petrobras questionou a proposta e pediu que seja reconhecida como “parte interessada”. Isso porque a Braskem é controlada pela Novonor (ex-Odebrecht) e pela estatal, que alegou não ter tido acesso à proposta do empresário.
“Recebemos o Tanure na Petrobras como interessado em comprar a Braskem. Mas o que sinalizamos é que ninguém começa um negócio desprezando o próprio sócio. Um sócio, absolutamente, relevante”, afirmou a presidente da petroleira.
Além da proposta do empresário, a Unipar também estaria analisando documentos para formalizar uma oferta para aquisição da subsidiária da Braskem nos Estados Unidos. Segundo apuração do Broadcast, a oferta poderia superar US$ 1 bilhão.
Chambriard também comentou sobre a possível venda dos ativos durante o evento e definiu a operação como uma “surpresa ruim”.
“Tivemos notícias de que a Braskem estava negociando venda de ativos nos Estados Unidos e México, isso foi uma surpresa ruim porque somos um sócio relevante e que tem direito a veto”, afirmou.
A executiva indicou que a possibilidade do negócio da petroquímica chegou pelo “burburinho do mercado”.
“Estranhei muito não dar ciência à Petrobras. O que fizemos foi oficiar a Braskem para sinalizar que os sócios estão aqui e não vamos deixar passar”, revelou Chambriard.
A perspectiva de uma venda se dá num momento de piora da situação financeira da Braskem, que na quinta-feira (7) divulgou mais um balanço com prejuízo.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Money Times.
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