O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A decisão judicial confirma afastamento de diretores da empresa de telecomunicações, mas abre espaço para ajustes estratégico

A Oi (OIBR3) até tentou, mas não conseguiu evitar o afastamento de toda a sua cúpula administrativa. Uma decisão monocrática da segunda instância da Justiça do Rio de Janeiro manteve, pelo menos por enquanto, a gestão da empresa de telecomunicações fora de suas funções, frustrando a tentativa da companhia de reverter a intervenção.
O imbróglio começou na última terça-feira (30), quando o Juízo da 7ª Vara Empresarial da Capital surpreendeu o mercado ao afastar todos os membros da administração da Oi, em recuperação judicial, e de suas subsidiárias, além de suspender outras obrigações da empresa.
A medida, inédita, foi vista como uma intervenção direta na gestão e levantou dúvidas sobre o futuro da companhia.
Em resposta, a Oi recorreu à segunda instância, em busca de um efeito suspensivo que congelaria a decisão e manteria os diretores nos cargos.
Na quarta-feira (1), entretanto, a desembargadora relatora do caso negou o pedido, confirmando que a intervenção deveria, por enquanto, continuar válida.
Na prática, isso significa que a determinação de afastamento segue em vigor até que o mérito do recurso seja julgado de forma definitiva, mantendo os gestores afastados das decisões estratégicas da empresa.
Leia Também
A decisão judicial trouxe, porém, um elemento de flexibilização. A desembargadora determinou que os gestores judiciais indiquem, em até 48 horas, até quatro diretores estatutários da Oi (OIBR3) para permanecerem na administração.
A função destes diretores será limitada e focada exclusivamente em auxiliar na transição estabelecida pela Justiça, garantindo a continuidade operacional da Oi e de seus processos internos.
É importante destacar que a decisão ainda não define o julgamento final do recurso, que ainda será analisado pelo colegiado de desembargadores.
Antes disso, a relatora solicitou mais informações ao juízo de primeira instância e abriu espaço para que as outras partes se manifestem, mantendo o caso em aberto e a atenção do mercado voltada para os próximos passos da companhia.
Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Oi afirmou que está "avaliando as medidas cabíveis" diante da decisão judicial, mas sem detalhar quais ações pretende adotar.
VIRAR A PÁGINA
AINDA TEM UM BOM CAMINHO PELA FRENTE
REPORTAGEM ESPECIAL
MINERADORA SOB PRESSÃO
COMMODITIES MISTAS
Conteúdo Empiricus
ANTES DO BALANÇO
FOGUETE NÃO TEM RÉ
FLASHBACKS
PETROLEIRAS
TARIFAÇO DE TRUMP
DISPUTA NA MINERADORA
SEM ANTENAS?
REFORÇO NO BOLSO
MENOS BEBEDEIRA DE JOGO
GANHAR DINHEIRO NÃO É A ÚNICA MISSÃO
GOVERNANÇA
MUDANÇA NO COMANDO
PRÉVIA OPERACIONAL
BIG TECHS