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Apesar da MRV&Co ter saído do vermelho, com geração de caixa no 2T25, outras linhas ofuscaram os pontos positivos da prévia operacional do segundo trimestre
Não foi dessa vez que a MRV (MRVE3) conseguiu convencer o mercado do progresso que tem sido feito na intenção de recuperar a “era de ouro” da empresa. As ações encerraram o pregão desta terça-feira (15) na liderança das quedas do Ibovespa depois da divulgação do resultado operacional do segundo trimestre de 2025, com perdas de 2,87%, a R$ 6,09.
Não bastou que o grupo tenha saído do vermelho para gerar caixa no período, ou que a Resia — uma das maiores preocupações dos analistas — tenha sido a subsidiária que mais contribuiu para isso, com geração de caixa de US$ 39,3 milhões.
Nem o avanço de 54% no Valor Geral de Vendas (VGV) dos lançamentos entre abril e junho, para R$ 3,4 bilhões, conseguiu segurar as pontas para a ação. Um dos grandes vilões por trás da queda de hoje foi o caixa pressionado da MRV Incorporação, principal negócio do grupo, que queimou R$ 54,1 milhões no trimestre.
Segundo o Banco Safra, os resultados operacionais foram fortes, mas ainda insuficientes para gerar otimismo. Nos cálculos dos analistas, a queima operacional ajustada ficou em R$ 77 milhões, enquanto o Safra esperava geração positiva de R$ 30 milhões.
O resultado foi impactado por atrasos em subsídios regionais e mudanças na política de repasses da Caixa. Você pode entender mais detalhes nesta reportagem.
A recomendação para as ações segue neutra, com preço-alvo de R$ 8 e expectativa de reação negativa do mercado, o que se confirmou ao longo do pregão.
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Do outro lado, o Itaú BBA teve uma leitura levemente positiva dos resultados. O banco destacou que os lançamentos vieram 37% acima das suas projeções e que as vendas brasileiras ficaram 11% acima do esperado. A queima de caixa, embora relevante, foi considerada mais branda do que o reportado no primeiro trimestre de 2025.
O BBA também valorizou o desempenho da Resia, que gerou US$ 39,3 milhões em caixa, revertendo as perdas registradas nos dois trimestres anteriores. Mesmo assim, o banco mantém preferência por outras construtoras do segmento de baixa renda como Direcional (DIRR3), Cury (CURY3) e Plano&Plano (PLPL3).
O Santander destacou que as vendas líquidas ficaram 7% abaixo das expectativas, mesmo com o avanço de 5,8% na base anual, para R$ 2,6 bilhões.
O banco destacou que essa linha do balanço foi mais uma vez impactada por atrasos na transferência de unidades vendidas por meio de programas habitacionais regionais durante o trimestre. O efeito negativo foi de cerca de R$ 310 milhões.
Mesmo assim, a recomendação do Santander para as ações é de compra, com preço-alvo de R$ 9. Isso representa uma alta de 43,5% em relação ao fechamento das ações na última segunda-feira (13).
O BTG Pactual também apontou os atrasos nos repasses e ressaltou a geração de caixa abaixo das expectativas. Os analistas da casa mantém a recomendação de compra, mas acreditam que a reestruturação da MRV está demorando mais do que pensavam inicialmente.
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