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A varejista apresentou um plano de proventos até 2030, mas nesta segunda-feira (8) divulgou uma distribuição para os acionistas; confira os prazos
A Lojas Renner (LREN3) colocou na vitrine o plano que desenhou até 2030: crescimento anual de receita operacional líquida (ROL) entre 9% e 13% — apoiado em maior produtividade e aumento da base ativa —, margem Ebitda de varejo entre 18% e 20% e um retorno sobre o capital investido (Roic) próximo de 20% ao fim do período — um figurino que deve se traduzir em maior retorno aos acionistas, especialmente na forma de dividendos.
As projeções foram divulgadas nesta segunda-feira (8) durante do Investor Day da Renner, que trouxe luz para a política de remuneração aos acionistas: entre 2026 e 2030, a varejista pretende distribuir entre 50% e 80% do lucro apurado.
E como forma de retornar capital aos investidores adicionalmente aos dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), a Renner anunciou um novo programa de recompra de ações, válido até 8 de junho de 2027, com valor estimado em R$ 1,2 bilhão.
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A empresa comprará até 75 milhões de papéis ordinários LREN3, sem redução do capital social, e as aquisições ocorrerão via pregão da B3, a preços de mercado.
Mas antes de o plano ser colocado em prática, a Renner informou que fará a distribuição de JCP, relativo ao exercício de 2025, no valor bruto de R$ 223,7 milhões, correspondentes a R$ 0,227784 por ação.
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As ações serão negociadas "ex-jcp" a partir do dia 12 de dezembro e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados. Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao JCP.
O pagamento será efetuado a partir do dia 13 de janeiro, sem atualização monetária, e sujeita ao imposto de renda retido na fonte (IRRF).
Por volta de 15h40, as ações da Renner subiam 3,75%, cotadas a R$ 14,40. No ano, os papéis acumulam alta de 22,9%.
O plano de crescimento da Lojas Renner inclui uma expansão relevante das marcas do grupo. A bandeira Renner, por exemplo, deve alcançar entre 570 e 600 lojas até 2030, ante 429 atualmente, preenchendo presença em 100% das cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes.
A Youcom, unidade focada no público mais jovem, também deve ampliar o alcance, saltando das atuais 152 unidades para 260 a 290 no mesmo horizonte.
Segundo o CEO da varejista, Fabio Faccio, o novo ciclo combinará disciplina financeira com avanço operacional.
“Entramos em uma fase em que nosso investimento passa a ser normalizado. É um investimento voltado a crescimento: lojas novas, reforma de unidades e digital”, afirmou o executivo, reforçando que o grupo possui vantagem competitiva ao combinar presença física relevante, canal on-line e visão completa do público-alvo.
“Temos um profundo conhecimento do consumidor e marcas fortes e reconhecidas. Isso nos coloca à frente de nossos competidores”, acrescentou.
Faccio reforçou ainda os três pilares que guiarão o posicionamento da empresa: moda lifestyle, marcas responsáveis e experiências encantadoras, além da relevância da cadeia de fornecimento.
“Temos os melhores fornecedores nacionais e um relacionamento de longo prazo com eles, de mais de 20 anos. Algo muito difícil de conseguir.”
Nos 12 meses encerrados em setembro, o grupo Renner registrou mais de 20 milhões de clientes ativos, que foram responsáveis por R$ 13,7 bilhões em vendas.
A vice-presidente de produto e operações da Renner, Fabiana Taccola, também esteve presente no evento e afirmou que a operação on-line assumiu novo protagonismo no modelo da companhia, com um papel estratégico dentro do negócio.
“O nosso digital não é mais só venda, é a maior vitrine da empresa. Hoje ele influencia diretamente o que vai para o físico”, disse.
A executiva ainda apontou que o próximo ciclo de investimentos marcará a transição da varejista, que pretende ser uma referência em moda.
“Queremos mudar o pensamento de ‘comprar na Renner’ para ‘comprar Renner’. É essa a transformação que buscamos.”
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A Realize, financeira do grupo, também terá papel destacado no novo ciclo: com cerca de 4,8 milhões de clientes ativos, a subsidiária segue como um importante impulsionador de vendas dentro do ecossistema, segundo a CEO Paula Mazanék.
A executiva contou que a unidade passou por uma revisão estratégica desde 2023 para operar como uma financeira totalmente integrada ao varejo, mudança que já mostra resultados.
Segundo Mazanék, clientes da Realize gastam, em média, 150% a mais por ano na Renner se comparado àqueles que utilizam outros meios de pagamento — mas, para ela, ainda há margem para crescer. “Queremos ter a melhor financeira de varejo do Brasil”, afirmou.
Como parte desse avanço, a subsidiária lançará, no segundo semestre de 2026, um novo cartão, que trará novidades como:
*Com informações do Money Times
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