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A Embraer estreia nesta sessão os novos códigos de negociação nas bolsas do Brasil e dos EUA; veja como ficam os novos tickers
As ações EMBR3 vão desaparecer das telas da bolsa brasileira nesta segunda-feira (3). A Embraer estreia nesta sessão os novos códigos de negociação nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos.
Por aqui, o ticker EMBR3 dará lugar a EMBJ3 na B3. Enquanto isso, na bolsa de Nova York (Nyse), as negociações das American Depositary Shares (ADSs) e dos bonds da companhia acontecerão sob o código EMBJ, substituindo o ERJ.
A empresa afirmou que o número CUSIP dos valores mobiliários emitidos nos Estados Unidos permanecerá inalterado.
A repaginada sugere um esforço da Embraer em unificar sua identidade corporativa nos mercados em que atua. Afinal, a empresa é a terceira maior fabricante de aviões do mundo.
A companhia vem mantendo a tendência de aumento de entregas iniciada após a crise do setor em 2021, desencadeada pela pandemia. Para este ano, a previsão é entregar entre 77 e 85 jatos comerciais e de 145 a 155 aeronaves executivas, contra 73 em 2024.
A Embraer atingiu a marca dos US$ 31,3 bilhões em sua carteira de pedidos no terceiro trimestre de 2025 (3T25), um avanço de 5% na comparação trimestral e alta de 38% ante o mesmo período do ano passado.
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O destaque no período foi a divisão de Aviação Comercial, que totalizou US$ 15,2 bilhões no trimestre, um avanço de 37% na comparação anual. Em seguida aparece a Aviação Executiva, com US$ 7,3 bilhões, avanço de 65%.
No segmento de Serviços & Suporte, a Embraer registrou US$ 4,9 bilhões, avanço de 40% em base anual, e em Defesa & Segurança, US$ 3,9 bilhões, alta de 8% frente o mesmo período de 2024.
A fabricante brasileira entregou 62 aeronaves no terceiro trimestre em todas as unidades de negócios. O resultado reflete um aumento de 5% em relação às 59 entregas do mesmo período do ano anterior e ligeiramente acima do segundo trimestre de 2025, quando foram entregues 61 jatos.
Em meio ao momento positivo com acordos firmes fechados, as ações da fabricante acumulam alta na ordem de 50% no ano.
Porém, o tarifaço de Donald Trump, aos produtos brasileiros vem pesando sobre a Embraer, embora a empresa tenha entrado para a lista de exceções do presidente norte-americano.
Segundo o CEO da fabricante de aeronaves, Francisco Gomes Neto, a tarifa zero é essencial para a indústria aeroespacial e, com as taxas dos EUA, a Embraer pode enfrentar problemas de cancelamentos e atrasos de pedidos.
*Com informações do Money Times.
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