Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
PROBLEMA PARA O SETOR?

Crise no Banco Master pode gerar risco sistêmico? Campos Neto diz que não — e revela qual o real perigo

A crise do Banco Master gerou temores no mercado financeiro, mas segundo Roberto Campos Neto, o episódio não representa um risco sistêmico; entenda

Escritório do Banco Master em uma montagem com um gráfico vermelho em primeiro plano
Imagem: Seu Dinheiro Foto: Divulgação/ Master

A crise no Banco Master tem levantado preocupações no setor. Mas, segundo o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, essa crise não representa um risco sistêmico para o sistema financeiro brasileiro. O perigo é outro, segundo o ex-BC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em entrevista à GloboNews na segunda-feira (27), o atual vice-chairman e chefe global de políticas públicas do Nubank destacou que, embora o episódio afete a imagem do setor, a solidez do sistema financeiro e a atuação técnica das autoridades monetárias continuam robustas.

“O Banco Central tem feito um trabalho técnico, tem analisado de forma muito criteriosa e tenho muita confiança nas pessoas que estão lá fazendo esse trabalho”, afirmou Campos Neto.

“Não tem risco sistêmico, tem um risco sim de imagem”, acrescentou o ex-BC.

O ex-presidente do BC afirmou ainda que tomou conhecimento das negociações do Banco de Brasília (BRB) para a compra do Master apenas por meio da imprensa. Segundo ele, a aquisição, que acabou sendo vetada pelo Banco Central, não chegou a ser tratada durante sua gestão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entenda a crise do Banco Master

Os problemas do Banco Master entraram sob os holofotes do mercado no fim de março, quando o conselho do BRB aprovou a compra de 58% do capital do banco, em uma operação estimada em cerca de R$ 2 bilhões.

Leia Também

TELEFONIA MÓVEL

Depois da conta e do cartão, Nubank quer dominar mais um serviço do dia a dia do brasileiro

DE VOLTA AO RADAR

O setor de saúde pode estar virando o jogo na bolsa — e a XP já elegeu as duas ações favoritas para aproveitar o desconto

A aquisição era vista como uma solução para o Master, liderado por Daniel Vorcaro e conhecido pelo alto custo de captação. O banco emitia CDBs com remuneração até 40% acima da taxa básica do mercado e possuía investimentos considerados de alto risco em precatórios e empresas em dificuldade.

Diante da situação, órgãos de controle passaram a acompanhar a operação. O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) solicitou esclarecimentos sobre as condições da compra, enquanto o Ministério Público de Contas do DF (MPCDF) pediu acesso completo ao processo administrativo da aquisição.

No início de maio, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) suspendeu a assinatura do contrato por ausência de aprovação da Assembleia de Acionistas e falta de autorização legislativa. Posteriormente, a decisão foi revertida em segunda instância, permitindo que o BRB assinasse o contrato definitivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em junho, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou o acordo sem restrições, alegando que a operação não representava riscos significativos à concorrência.

No entanto, em setembro, o Banco Central vetou a compra, citando falta de viabilidade econômica e risco relacionado à sucessão, já que o BRB precisaria assumir integral ou parcialmente operações desconhecidas do Master.

Atualmente, o Master enfrenta compromissos financeiros significativos. A primeira fatura é com investidores, principalmente pessoas físicas. Ao fim de outubro, um total de R$ 1 bilhão de aplicações em CDBs do Banco Master deve vencer, segundo o portal Pipeline.  

Porém, a outra fatura, com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), é muito maior: de R$ 4 bilhões. E essa já ia vencer anteriormente, mas o banco conseguiu estender o prazo para o início de novembro.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Nova sede do QuintoAndar, no bairro da Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo — Foto: Divulgação 19 de junho de 2026 - 14:03
CSN Cimentos IPO CSNA3 CMIN3 recompra de ações 19 de junho de 2026 - 13:04
Magda Chambriard em primeiro plano com painel branco atrás, com os dizeres Petrobras 18 de junho de 2026 - 16:35
grafíco de ações ao fundo e as logos do itaú e do banco do brasil ao centro representando as ações dos bancos na bolsa 17 de junho de 2026 - 19:05
17 de junho de 2026 - 13:31
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar